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31/12/2012 - Aeronáutica investiga causas de acidente com helicóptero que afundou no mar de Copacabana

31/12/2012 - Aeronáutica investiga causas de acidente com helicóptero que afundou no mar de Copacabana

Aeronáutica investiga causas de acidente com helicóptero que afundou no mar de Copacabana

Hélice quebrada é retirada do mar; bombeiros suspeitam de falha mecânica

Imagem
A Aeronáutica vai investigar as causas do acidente com o helicóptero Águia do Grupamento Aeromarítimo do Corpo de Bombeiros que afundou na tarde de sábado (29) no mar de Copacabana. As investigações ficarão a cargo do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos).
Não há previsão para a conclusão do laudo, segundo a Secretaria de Estado de Defesa Civil e Corpo de Bombeiros.A aeronave, retirada do mar na madrugada de domingo (30) pelos bombeiros, foi encaminhada para o GOA (Grupamento de Operações Aéreas).
A assessoria de imprensa dos bombeiros informou que uma falha mecânica no helicóptero é uma das hipóteses para o acidente. Boias foram usadas para o resgate da aeronave. Uma hélice quebrada foi encontrada.
Quatro bombeiros que estavam a bordo tiveram escoriações leves e foram socorridos no local. Em seguida, eles foram levados para hospitais da região.
No momento do acidente, o helicóptero resgatava um banhista que havia se afogado no mar. A vítima também teve escoriações leves e foi socorrida no local.
A praia estava lotada no momento do acidente e muitos banhistas se concentravam à beira-mar para tirar fotos e assistir ao salvamento dos bombeiros. Dois barcos foram usados para o resgate dos militares.
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31/12/2012 - Soldado da Aeronáutica é suspeito de roubar carro em base militar, no AM

31/12/2012 - Soldado da Aeronáutica é suspeito de roubar carro em base militar, no AM


Soldado da Aeronáutica é suspeito de roubar carro em base militar, no AM

Irmão da vítima foi preso com veículo roubado na residência da família. Vítima seria colega de trabalho do soldado; suspeito alega que comprou carro

Marcos Dantas
Do G1 AM

Flagrante foi registrado np 1º DIP, no Praça 14 (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)
Um soldado da Aeronáutica foi detido, na tarde deste domingo (30), suspeito de roubar um veículo de dentro da base militar. De acordo com o soldado Eldmar Lima, da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam), o militar teria sido avistado pela vítima do roubo, que também é militar, dirigindo o carro roubado na Avenida André Araújo, na Zona Centro-Sul de Manaus.
Segundo a Rocam, a vítima acionou a polícia, informando que o colega de trabalho, suspeito do crime, morava no bairro São Francisco, Zona Sul. Ao fazer uma busca pelo local, o carro foi encontrado sob posse do irmão do militar, de 20 anos, que foi preso em flagrante.
De acordo com a vítima, o soldado da Aeronáutica havia pedido o carro emprestado um dia antes de roubá-lo. Ele alega ainda que, na ocasião, ele modificou as chaves do veículo. O crime, segundo a polícia, aconteceu no dia 14 de dezembro, data quando o militar parou de se apresentar na base. "Depois do crime ele sumiu, simplesmente não retornou à base", declarou o soldado, Eldmar da Rocam.
O caso foi registrado no 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP). O soldado da Aeronáutica será indiciado por roubo e irmão do suspeito foi preso em flagrante por receptação. O militar, segundo a polícia, alega que comprou o carro de uma outra pessoa, ainda não identificada. Ainda segundo a PM, ele está em processo de deserção na Aeronáutica.
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31/12/2012 - lançamento do foguete VS-30/ORION

lançamento do foguete VS-30/ORION 


O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) lançou com sucesso no último sábado (08/12) o foguete de sondagem VS-30/ORION como etapa final da Operação Iguaiba, iniciada no último dia 19 em Alcântara, Maranhão. O lançamento, inicialmente previsto para ocorrer no dia 07 de dezembro, teve de ser adiado em função dos fortes ventos que atingiam a região. No sábado, com a melhora das condições climáticas, o lançamento do foguete, portando uma carga útil com experimentos científicos, ocorreu pontualmente às 19 horas (horário local), envolvendo uma equipe de cerca de 210 profissionais. 

O veículo foi rastreado por radares de localização situados em Alcântara e no município de Raposa, vizinho a São Luís. O Centro de Lançamentos da Barreira do Inferno (CLBI) atuou como estação remota de rastreio.
O foguete atingiu 428 quilômetros de apogeu (altitude máxima) em pouco mais de 5 minutos de voo. O VS-30/ORION percorreu uma distância total de 382,69 quilômetros em relação ao local de lançamento até sua queda no Oceano Atlântico. Ao todo, o foguete voou por aproximadamente 11 minutos.
O Coordenador Geral da Operação Iguaiba, Coronel Luiz Guilherme Silveira de Medeiros, destacou o sucesso da operação e contribuição para o país. “Todos os planejamentos foram feitos, todos os requisitos que levariam ao sucesso da operação foram seguidos. E tudo isso vai envolver um ganho de desenvolvimento tecnológico, não só para o Comando da Aeronáutica, mas também para o INPE a Agência Espacial Brasileira e as nossas universidades, no caso a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, que estava participando com um experimento de um GPS espacial”, afirmou ele.

Cooperação - A operação é produto da cooperação Brasil-Alemanha na área espacial. O VS-30, chamado de primeiro estágio, foi produzido pelo IAE, organização subordinada ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), enquanto o segundo estágio, o propulsor Orion, foi fornecido pelo Centro Espacial Alemão (DLR) como resultado da colaboração ao Programa Espacial Brasileiro. Aos dois estágios foi acoplada uma carga útil com experimentos do INPE, do IAE e da UFRN.

Este lançamento apoia o projeto de pesquisa “Estudos da ionosfera e alta atmosfera com experimentos embarcados a bordo de foguetes e satélites” do INPE e integra o Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), sob coordenação da Agência Espacial Brasileira (AEB). Além disso, o veículo seguiu com um experimento embarcado visando o desenvolvimento de sistema GPS para uso espacial, realizado em cooperação entre a UFRN e o IAE, com suporte financeiro da AEB. Dois experimentos científicos acoplados à carga útil, um eletrônico e outro mecânico, desenvolvidos pelo IAE, auxiliarão no desenvolvimento de sistemas de segurança utilizados em veículos aeroespaciais.


Retrospectiva - A operação encerra as atividades de lançamento no CLA para este ano. Ao todo, nove operações foram realizadas em 2012, sendo 8 de lançamentos de foguetes de sondagem e treinamento. Além da Iguaiba, foram realizadas as operaçõe: Falcão I (01 Foguete de Treinamento Básico - FTB); Águia I (02 FTBs); Salina (teste com um protótipo do Veículo Lançador de Satélite - VLS); Falcão IV (01 FTB);  Falcão V (01 FTB); e Falcão VI (01 FTB). Durante a Operação Iguaiba, foi lançado também um Foguete de Treinamento Intermediário (FTI).

VEÍCULO DE SONDAGEM VS-30/ ORION V10Comprimento total: 8.870 mm
Apogeu alcançado: 428 km
Tempo do apogeu: 342,27 seg
Tempo total de voo: 651,72 seg
Distância percorrida relativa ao local de lançamento: 382,69 k
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31/12/2012 - Brasil e Mauritânia procurou aprofundar relações no setor da defesa

31/12/2012 - Brasil e Mauritânia procurou aprofundar relações no setor da defesa


Brasil e Mauritânia procurou aprofundar relações no setor da defesa


 Os ministros da Defesa do Brasil, Celso Amorim, e da Mauritânia, Mohamed Ould Ahmedou radh assinaram este 19 de dezembro uma carta de intenções com o objetivo de ampliar a cooperação em diversas áreas relacionadas com sector da defesa nos dois países.
Brasil-Mauritânia-dic2012
Na reunião bilateral, realizada na sede do Ministério, as conversações incidiram sobre questões relacionadas com as marinhas e forças aéreas, disse que as áreas que mais interessam Mauritânia. Mauritânia está fazendo uma série de aquisições e mudanças operacionais a fim de lidar com o aumento do tráfico de drogas, a luta contra o crime organizado, os problemas de instabilidade política em países vizinhos. Até à data, a Mauritânia tem recebido cerca de 65.000 refugiados no Mali.
Ministro Amorim, por outro lado, anunciou que a patrulha oceânico "Desligado", o segundo dos três adquirido BAE Systems, será o primeiro destino para a Mauritânia, após sua saída do Reino Unido, prevista para março. O ministro também comentou sobre a localização estratégica do país Africano e sua importância para o Brasil.
A delegação da Mauritânia também mostraram interesse em receber o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) para melhorar a capacidade operacional e de treinamento de seus intervalos. Mauritânia adquiriu um lote de aeronaves atauqe luz A-29 Super Tucano.
O general comandante da FAB, Juniti Saito brigadeiro disse que a instituição encarregada de oferecer um curso de treinamento para motoristas Africano, militares brasileiros também pode ir à Mauritânia para oferecer treinamento e pode oferecer treinamento em manutenção de aeronaves Escola de Especialista de Aeronáutica da FAB, localizado no Estado de São Paulo.
Membros africanos da delegação visitou as instalações da Embraer, Avibrás e Engepron.
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31/12/2012 - Emissário para a Síria afirma ter plano para solucionar crise

31/12/2012 - Emissário para a Síria afirma ter plano para solucionar crise


Emissário para a Síria afirma ter plano para solucionar crise

Lakhdar Brahimi espera que plano seja aceito internacionalmente.
Proposta para fim de conflito passa pela saída de Assad do poder.

Da France Presse  via G1
O emissário internacional para a Síria, Lakhdar Brahimi, afirmou neste domingo (30) no Cairo ter uma proposta para uma solução política do conflito "que pode ser aprovada pela comunidade internacional".
"Conversei com Rússia e Síria sobre o plano. Acredito que esta proposta pode ser aprovada pela comunidade internacional", declarou após uma reunião com o secretário-geral da Liga Árabe, Nabil Al Arabi.
"A situação na Síria é muito ruim e piora a cada dia", completou.
O enviado da ONU Lakhdar Brahimi (à esquerda) e o chanceler russo Sergei Lavrov (Foto: Reuters)O enviado da ONU Lakhdar Brahimi (à esquerda) e o chanceler russo Sergei Lavrov neste sábado (29) (Foto: Reuters)
"Há uma proposta para uma solução política baseada na declaração de Genebra, que prevê um cessar-fogo, a formação de um governo com prerrogativas completas e um plano para organizar eleições presidenciais ou legislativas", disse Brahimi.
O plano adotado em 30 de junho em Genebra pelo grupo de ação sobre a Síria prevê a formação de um governo de transição com plenos poderes no país, afetado por um violento conflito há 21 meses, mas não se pronuncia sobre o destino de Bashar al-Assad.
A saída do presidente sírio, no entanto, é uma das condições da oposição para iniciar qualquer tipo de diálogo nacional.
O grupo de ação sobre a Síria reúne os cinco países membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha e Rússia), além da Turquia, dos países que representam a Liga Árabe e dos secretários-gerais da Liga Árabe, da ONU e da União Europeia.
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31/12/2012 - Militar fica ferido após disparo acidental em Corumbá

31/12/2012 - Militar fica ferido após disparo acidental em Corumbá


Militar fica ferido após disparo acidental em Corumbá

Militar da Marinha, de 41 anos, levou um tiro acidental no lado direito da perna enquanto fazia, em casa, manutenção em sua arma de fogo, um revólver calibre 38. O caso aconteceu na noite de sexta-feira (28) na região da Vila Mamona, em Corumbá, segundo boletim de ocorrência nº 8525/2012.
A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência de disparo de arma de fogo, quando a vítima se identificou e relatou o que havia acontecido. O militar foi levado para o Pronto-Socorro Municipal, onde foi atendido e ficou em observação. midiamax
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31/12/2012 - ARMAS - O mercado que abastece o crime

31/12/2012 - ARMAS - O mercado que abastece o crime


ARMAS - O mercado que abastece o crime

Vender e alugar revólveres, pistolas e espingardas, muitos deles furtados de órgãos públicos, para líderes de quadrilhas tornou-se um dos mais lucrativos negócios no submundo da Região Metropolitana de Porto Alegre. 

Nota DefesaNet

Interesante matéria dos jornalistas Carlos Wagner e Luis Costa. Observar que a Empresa de Correior no RS é área de influência de importante líder do setor de Direitos Humanos do Governo Federal.

O Editor


CARLOS WAGNER E JOSÉ LUÍS COSTA

Aprisão de dois soldados da Brigada Militar há duas semanas, suspeitos de matar o coronel aposentado do Exército Julio Miguel Molinas Dias para roubar a coleção de 23 armas dele, revela a face obscura de homens da lei que mergulharam no submundo do tráfico de armas. Assim como outros PMs, policiais civis e bandidos que se passam por colecionadores, a dupla de soldados trocou de lado, tentando se estabelecer no mais rentável negócio do momento entre os criminosos da Região Metropolitana: a venda e o aluguel de armas e munições.

– A repercussão do caso trouxe à tona um dos grandes problemas que temos hoje, a valorização do preço das armas no mercado ilegal – diz o delegado Alexandre Vieira, da 9ª Delegacia da Polícia Civil.

Os soldados se juntaram a contrabandistas, atraídos por um mercado cada vez mais inflacionado por causa das restrições às vendas oficiais, pela campanha do desarmamento e pelo crescimento da criminalidade. O Rio Grande do Sul, em proporção à população, é o recordista em recolhimento de armas no país – já foram tiradas de circulação 53.851 unidades desde 2004. Até outubro, os homicídios cresceram 16% este ano, e o roubo de veículos subiu 6,5%.

O comércio clandestino se fortalece graças à falta de segurança e ao descontrole em organismos sob a tutela do Estado, quartéis, delegacias, fóruns e até em acervos de colecionadores. São as principais fontes – assim como o tráfico pelas fronteiras e o desvio de cargas – de abastecimento do mercado clandestino de revólveres, pistolas, espingardas, submetralhadoras, fuzis e munições no Rio Grande do Sul.

Antes de serem presos, os dois PMs suspeitos da morte de Molinas já eram investigados pela Corregedoria da BM por causa de furtos de armas no quartel onde trabalhavam, o 11º Batalhão de Polícia Militar, na zona norte da Capital.

– Se ficarem provados esses indícios, as sanções serão severas – afirma o coronel João Gilberto Fritz, corregedor-geral da BM.

 
Presos negociavam revólveres com PM
No começo do ano, um sargento da força-tarefa da BM que atua em cadeias foi preso por colegas, após apreensão de cinco armas em uma galeria da facção Os Manos no Presídio Central. Ele seria o fornecedor de celulares, pistolas e revólveres para apenados. A captura do sargento explicaria como cerca de 50 armas de fogo driblaram os mecanismos de segurança e detectores de metais e foram parar nas mãos de detentos do Central nos últimos dois anos.

Em Canoas, uma ex-estagiária da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento responde a processo criminal por desvios de dinheiro, drogas e armas da repartição, ocorridos em 2009. Situação semelhante ocorreu na 1ª Delegacia da Polícia Civil de Alvorada, no começo deste ano. Em Gravataí, em março, a Corregedoria da Polícia Civil e o Ministério Público prenderam dois agentes civis ao encontrar no carro de um deles quatro revólveres e uma espingarda que deveriam estar no depósito de delegacias. A suspeita é de que venderiam as armas para criminosos. Em 2010, uma inspeção do MP em delegacias constatou a falta de uma centena de armas relacionadas a inquéritos.

– Esses fatos são gravíssimos. As delegacias estão mais cautelosas para evitar desvios – afirma o delegado Walter Waigner, corregedor-geral da Polícia Civil.

Nos últimos dois anos, somente de três fóruns do Interior, foram levadas 564 armas (225 entre maio e julho deste ano), além de farta munição, apreendidas por serem elementos de provas em processos criminais. No começo de dezembro, um colecionador de armas foi condenado a seis anos de prisão por vender, ilegamente, munição, inclusive de uso restrito para PMs de quartéis da Capital. Cápsulas deflagradas, com sinal característico de recarga pelo colecionador, teriam sido usadas em armas por ladrões que assaltaram um carro-forte, em 2008, em Barra do Ribeiro.

Como os Bandidos se Armam

1 - Roubos e furtos em Fóruns
Precariedade na vigilância em fóruns do interior do Estado estimula bandidos a invadir os prédios para se apoderar de armas apreendidas. De 2010 para cá, em apenas três casos,541 revólveres, pistolas, espingardas e fuzis foram parar nas mãos de criminosos, a maioria roubada do fórum de Caxias do Sul.

2 – Desvio de quartéis da BM
O caso mais notório é o sumiço de armas da corporação no 11º BPM, em Porto Alegre, envolvendo os dois soldados presos há duas semanas sob suspeita de matar o coronel aposentado do Exército Julio Miguel Molinas Dias. A Corregedoria da BM investiga o caso, mas evita revelar a quantidade de armas desviadas.

3 - Furtos em delegacias da Polícia Civil
Três casos nos últimos anos em Alvorada, Canoas e Gravataí indicam que o sumiço de armas de delegacias é inspeções em DPs, em 2010, apontou o sumiço de 106 armas de repartições policiais. Assim como na BM , a corporação tem dificuldades de fiscalizar se apreensões de armas nas ruas, de fato, são registradas e mantidas nas delegacias distritais.

4 – Fragilidade nas fronteiras
Sem vigilância adequada, as fronteiras com o Uruguai e Argentina são antigos corredores de contrabando explorados por quadrilhas que alugam e vendem armas para assaltante e traficantes da Capital. Um dos grupos pertence a Claudionor Cardoso, conhecido como Senhor das Armas, preso em 2006, 2011 e 2012.

5 - Venda por colecionadores
Com licença para comprar armas e munições, colecionadores estão virando fornecedores para o submundo. Em 2010, a PF prendeu um major aposentado do Exército com um arsenal de 300 armas em casa na Capital. No começo do mês, outro colecionador foi condenado a seis anos de prisão por comércio ilegal de munições. Vendia para PMs e abasteceria quadrilhas de assaltos a carros-fortes.

6 - Assaltos a bancos e a carros-fortes
A cada roubo, quadrilhas rendem de dois a três vigilantes levando, além de dinheiro, as armas dos guardas. Em geral, são revólveres calibre 38. Como esses grupos preferem pistolas, submetralhadoras e fuzis, acabam revendendo os revólveres para outros ladrões.

7 - Desvio de cargas
É uma nova modalidade empregada por ladrões aproveitando que lotes de armas são enviados pela fábrica Taurus de Porto Alegre para clientes via Correios. Uma quadrilha abre as embalagens, fica com as armas e manda pedras para os destinatários. Centenas de armas estariam sendo desviadas desta maneira, segundo a Polícia Federal.
ARSENAL CLANDESTINO

Pistola “exportada” para o Presídio Central

A mais surpreendente vertente do comércio ilegal de armas no Estado envolve o desvio de cargas remetidas pela Forjas Taurus, de Porto Alegre, para clientes no Brasil, via Correios. Revólveres e pistolas vêm sendo surrupiados durante o trajeto entre a fábrica e os destinatários. Seriam pelo menos 17 casos e, segundo a Polícia Federal, o derrame no mercado clandestino chegaria a centenas de armas, desde 2009. O caso segue como mistério sem pistas sobre autores do crime.

– Ainda não descobrimos como ocorrem os desvios que, acreditamos, seguem acontecendo – afirma o delegado federal Cristiano Gobbo.

A Taurus tem autorização legal para as remessas por correspondência. As caixas são lacradas, sem identificação do produto nem do fabricante. Em algum ponto do percurso, bandidos abrem as embalagens, tiram as armas e, no lugar, colocam pedras com o peso idêntico ao do armamento – a pesagem de mercadorias seria a única forma de controle dos Correios.

Conforme Gobbo, existem suspeitas de que algumas dessas armas foram desviadas no Estado. E o caso mais enigmático aconteceu no começo deste ano no Presídio Central. Durante uma revista de rotina, foi encontrada uma pistola modelo PT709, 9 mm – de uso restrito pelas Forças Armadas e pela PF – , com identificações intactas.

Questionada, a Taurus respondeu se tratar de uma pistola exportada em outubro de 2010 para a Taurus International em Miami, na Flórida (EUA). A PF investiga se a arma foi introduzido no Central por um sargento da BM, preso na mesma época da apreensão da pistola sob suspeita de vender armas e celulares para detentos.

Arma que deveria ter sido despachada para os EUA foi encontrada em revista em cadeia gaúcha
Traficantes alugam para assaltantes

O crescimento do mercado ilegal de armas vem sendo acompanhado pela Polícia Civil e pela Brigada Militar na Região Metropolitana de Porto Alegre. Um dossiê informal contém informações com base em inquéritos, escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, relatos de informantes e, principalmente, depoimentos informais de bandidos.

O quadro montado pelo estudo dá uma ideia da valorização das armas no mercado ilegal na última década. Por exemplo: pistolas calibre .380 e 9 mm, muito usadas por ladrões de carro, custavam R$ 3 mil, e agora pularam para R$ 6 mil (veja quadro abaixo).

Houve também uma mudança na maneira de operar o mercado ilegal de armas. Os traficantes gaúchos copiaram o modelo das favelas cariocas: aluguel de armas para assaltantes. Adquiridas em grandes quantidades por criminosos para manter as bocas de fumo, as armas acabaram se tornando um lucrativo negócio de aluguel, observou Luiz Carlos Silveira, da Viva Rio, uma ONG que virou um ícone no país na luta contra a violência.

No Estado, a locação de armamento para assaltantes já foi detectada em escutas telefônicas, afirma o promotor Mauro Rochemback. As armas são alugadas por “lançada”, gíria usada pelos bandidos para denominar um assalto. Por exemplo, a diária de um revólver custa R$ 400 e de um fuzil, R$ 2 mil. O preço do aluguel se assemelha ao valor da compra (R$ 500), porque os criminosos querem evitar o flagrante com os armamentos. A garantia do retorno da arma às mãos do traficante tem um grande estímulo: a pena de morte. Daí o zelo dos bandidos pelas armas locadas, como mostram escutas telefônicas.

A presença de ex-PMs no mercado de locação de armas começou a ser notada há dois anos. ZH conversou com um advogado, que falou na condição de que não fosse identificado. Ele fez uma pesquisa entre 10 processos em que defende clientes presos por porte ilegal de armas:

– Mais da metade das armas analisadas vinha das mãos de ex-policiais militares – afirmou.

CONTRAPONTOS

O que diz a assessoria de imprensa dos Correios:

A Diretoria dos Correios do RS esclarece que até o presente momento não recebeu informações sobre a conclusão das investigações realizadas pela Polícia Federal: “Destacamos que as referidas investigações acontecem sempre que os Correios, através dos órgãos de controle interno, informam às autoridades alguma irregularidade no fluxo de encomendas da ECT. Neste caso, a investigação se refere a 17 eventos isolados, que já estavam sob análise da Polícia Federal, identificados ao longo de três anos, 2009 a 2011, em locais diferentes do país.

O que diz Antonio Cesar Carré, chefe da equipe de segurança do Tribunal de Justiça:

Conforme Carré, foi criada uma Comissão de Segurança no Tribunal de Justiça (TJ), formada por juízes, desembargadores e técnicos. Esta comissão elaborou um plano para reforçar a segurança em 93 comarcas, que deverão receber um investimento de R$ 8 milhões. O chefe da equipe de segurança do TJ informa, ainda, que estão sendo feitas as licitações.

O que diz a Forjas Taurus:

“A Forjas Taurus sempre colabora com as instituições policiais e militares nas investigações relacionadas a denúncias que envolvem o trânsito de seus produtos. Os eventos ligados à segurança interna são muito raros e isolados, mas quando ocorrem são exaustivamente investigados e medidas corretivas são adotadas. A Taurus segue uma legislação rigorosa e detalhada sobre produção, trânsito e comércio de seus produtos”.
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31/12/2012 - Timor-Leste - Encerrada Participação da ONU

31/12/2012 - Timor-Leste - Encerrada Participação da ONU


Timor-Leste - Encerrada Participação da ONU

Timor Leste dá adeus às forças de manutenção da paz após 13 anos

Oficial de Polícia da Malásia despede-se da UN Integrated Mission in Timor-Leste (UNMIT), ao retornar para casa no processo de desativação já em Novembro de 2012. Foto - UN
Nota DefesaNet  

A participação na Força de Pacificação do Timor-Leste pelo Brasil, 2000,  foi o início que levou à posterior participação no Haiti em 2004.

Infelizmente o Brasil encerrou a participação após a mesagem de Bin Laden que os países estavam retirando o Timor-Leste do seio muçulmano.Em 2006 surge a UN Integrated Mission in Timor-Leste (UNMIT), composta basicamente por Forças Policiais.

O Editor




A ONU concluiu a sua missão de manutenção da paz no Timor-Leste neste domingo, 13 anos depois de ter chegado à nação mais nova da Ásia em meio a uma transição sangrenta para a independência.
A missão, que contou com a presença de cerca de 1.500 soldados e policiais da ONU, vai recolher sua bandeira e mandar de volta para casa os seus últimos integrantes, enquanto uma "equipe de liquidação" de 79 oficiais vai permanecer para encerrar as últimas ações das Nações Unidas.
A missão começou a retirar suas tropas em outubro, quando a polícia nacional assumiu a responsabilidade pela segurança, após eleições pacíficas para presidente e para o Parlamento.
"O povo timorense e seus líderes têm demonstrado coragem e uma inabalável vontade de superar os grandes desafios que virão," indicou em um comunicado o chefe da Missão Integrada das Nações Unidas no Timor-Leste (UNMIT), Finn Reske-Nielsen.
"Apesar de haver muito trabalho pela frente, este é um momento histórico que consagra um progresso já concluído."
Reske-Nielsen indicou que a retirada não marcou o final da parceria entre a ONU e o país, pois "ainda existem desafios".
"No momento em que as forças de manutenção da paz se despedem, nós esperamos que haja uma nova fase nesta relação tendo como foco o desenvolvimento social e econômico."
Analistas consideram que há poucas indicações de que possa haver uma retomada da violência a curto prazo, mas as instituições públicas, incluindo a força policial e o setor judiciário, permanecem frágeis.
Também há fortes preocupações de que a pobreza, os altos índices de desemprego entre os jovens e uma população que cresce rapidamente possam levar a um aumento da violência no futuro.
Críticos do governo destacam a forte dependência da economia timorense das reservas de petróleo e gás, que, segundo eles, beneficiam mais as populações urbanas de Timor do que os empobrecidos dos campos.
A ONU desempenhou um papel-chave no nascimento de Timor Leste, organizando a votação que pos fim a 24 anos de domínio da Indonésia, que ocupou o país após a saída dos portugueses em 1975. O brutal domínio indonésio causou a morte de 183.000 pessoas -- um quarto da população na época.
O processo foi concluído em 2002, quando um governo independente assumiu.
As forças de paz voltaram novamente a entrar em ação em 2006, quando uma deserção em massa nas forças armadas causou conflitos entre facções militares e policiais, e a violência nas ruas deixou pelo menos 37 mortos e dezenas de milhares de deslocados.
O único episódio de violência mais grave depois disso foi a tentativa de assassinato do então presidente José Ramos-Horta em 2008.
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30/12/2012 - Polícia entra no foco da resistência na gleba Suiá Missú

30/12/2012 - Polícia entra no foco da resistência na gleba Suiá Missú


As forças policiais que comandam a operação de desintrusão de não-índios das terras remanescentes da antiga fazenda Suiá Missú, no distrito de Estrela do Araguaia, entre São Feliz do Araguaia e Alto Boa Vista, entraram na manhã deste domingo no Posto da Mata, região foco da resistência ao despejo.
De acordo com informações repassadas por moradores locais ao Olhar Direto, a polícia prendeu líderes da resistência à operação de desintrusão. Os moradores que conseguiram passar informações em meio ao tumulto que virou a área urbana da região em disputa declaram que houve novo confronto entre policiais e moradores. Um bomba de efeito moral foi jogada contra uma padaria.
De acordo com o site Agência da Notícia, são mais de 50 viaturas que entraram no local para cumprir a ordem de desintrusão, determinada em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). A operação começou por volta das 6h da manhã. As forças policiais estariam dificultando o trabalho da imprensa local, que registra o despejo. A polícia teria fechado os dois acessos ao Posto da Mata. A ordem é ninguém entra, ninguém sai.
Este é o segundo confronto entre policiais e moradores desde que começou o despejo. No último dia 10 de dezembro, os não-índios tentaram impedir a polícia de fazer o despejo em uma propriedade e houve agressões. Os moradores atacaram com pedras e a Força Nacional, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal responderam com balas de borracha e bombas de efeito moral.
As prisões
Ainda não há um número oficial de prisões que teriam ocorrido na manhã de hoje. Informe sobre a operação divulgado pela Fundação Nacional do Índio (Funai) nesta semana afirma que no Posto da Mata já haviam sido identificados pelos órgãos policiais pessoas com histórico de prisão por homicídio, assalto a bancos, tráfico de drogas, sequestro e assalto a mão armada. “A Justiça e o Ministério Público, em conjunto com a força-tarefa do governo federal, já manifestaram a determinação de enfrentar com firmeza aqueles que tentarem colocar obstáculos ao cumprimento da ordem judicial”, afirma a Funai.
Fonte: Olhardireto
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30/12/2012 - Helicóptero dos bombeiros é retirado do mar após acidente no Rio

30/12/2012 - Helicóptero dos bombeiros é retirado do mar após acidente no Rio



Helicóptero dos bombeiros é retirado do mar após acidente no Rio


DA AGÊNCIA BRASIL
DE SÃO PAULO
Barcos da Marinha e lanchas do Corpo de Bombeiros fazem o resgate de helicóptero que caiu no mar de Copacabana neste sábado (29)
O helicóptero Águia, do Grupamento Aeromarítimo do Corpo de Bombeiros, que caiu no mar, próximo à praia de Copacabana na tarde de ontem, foi retirado da água na madrugada deste domingo. Quatro pessoas estavam à bordo o momento do acidente e passam bem.
O helicóptero foi retirado da água e, com o uso de um guindaste, colocado sobre um caminhão e conduzido para o aeroporto de Jacarepaguá (zona oeste), onde será periciado para que sejam detectadas as causas do acidente. A Força Aérea Brasileira é responsável pelas investigações.
A aeronave fazia salvamentos de rotina na praia, quando sofreu um defeito mecânico, por volta das 16h. O barulho da hélice, ao atingir a água, chamou a atenção de alguns banhistas que tentaram ajudar no resgate.
Ontem, a Secretaria Municipal de Saúde informou que o piloto e um dos quatro tripulantes foram encaminhados para o Hospital Miguel Couto (zona sul). Eles foram transferidos posteriormente ao Hospital Central Aristarcho Pessoa, (zona norte), e já receberam alta. folha
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30/12/2012- Facção treina membros para explodir caixas

30/12/2012- Facção treina membros para explodir caixas

Facção treina membros para explodir caixas

DE RIBEIRÃO PRETO

O PCC (Primeiro Comando da Capital) infiltrou integrantes em cursos que ensinam a manusear explosivos, realizados em pedreiras do Estado de São Paulo. É o que relevou reportagem publicada pela Folha no mês passado.
A informação está em investigações feitas pela Polícia Federal e pelo Exército. Os documentos, sigilosos, informam que o objetivo é aumentar a eficácia de suas ações em explosões de caixas eletrônicos. O treinamento pode estar sendo feito há, pelo menos, quatro anos.
A Polícia Civil chegou a investigar, em 2008, essa prática. A apuração parou porque, na época, os policiais não tinham o acesso ao sistema que permite a pesquisa sobre informações das empresas que ministram os cursos.
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30/12/2012 - Brasil, O desafio agora é crescer

30/12/2012 - Brasil, O desafio agora é crescer

Brasil, O desafio agora é crescer

Na metade do mandato, Dilma precisa destravar economia para garantir conquistas
Paulo Celso Pereira
Meio caminho andado
BRASÍLIA

Com a popularidade recorde, a presidente Dilma Rousseff inicia nos próximos dias a segunda metade do seu mandato com muito ainda por fazer. Os gargalos na infraestrutura e o baixo crescimento econômico foram alguns dos problemas de Dilma, apresentada ao país como a gerente do popular governo Lula. O combate à miséria e a manutenção das taxas de emprego são os pontos mais fortes.
Nas últimas semanas, O GLOBO fez um levantamento das 46 promessas mensuráveis contidas no texto "Os 13 compromissos programáticos de Dilma Rousseff para debate na sociedade brasileira". Cotejando dados oficiais e informações de integrantes do governo, conclui-se que pelo menos metade está longe de sair do papel. O texto com as promessas é assinado pelo PT e mais nove partidos da aliança. Foi apresentado no segundo turno da campanha presidencial de 2010 como o documento que consolidava diretrizes do governo.
A lista completa das 46 promessas e seu estado de execução está no site do GLOBO. Analisadas uma a uma, pode-se dizer que 24 caminham em ritmo lento e 22 estão em ritmo bom. Entre as dez promessas mais importantes, seja pela ênfase dedicada a elas durante a campanha eleitoral ou por seu impacto social, a maioria está longe de ser cumprida. A lista das que caminham bem é encabeçada pelas duas medidas que Dilma disse, em seu discurso da vitória, serem seu compromisso fundamental: erradicar a miséria e criar oportunidades de emprego para todos os brasileiros.
Combate à miséria, mas abandono de reformas
No início deste mês, durante o lançamento de um novo benefício do programa Brasil Carinhoso, a presidente anunciou que o número de miseráveis no país - aqueles que vivem com menos de R$ 70 por mês - teria chegado a 2,5 milhões de pessoas, segundo o cadastro do Bolsa Família. Em 2011, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), havia oito milhões de miseráveis no país. E o governo ampliou medidas de busca para encontrar os brasileiros que estão na miséria e não são alcançados pelas políticas públicas. A estimativa é que eles somem cerca de 700.000 pessoas.
No campo das oportunidades, apesar dos ventos ruins da economia, o governo conseguiu reduzir ainda mais os níveis de desemprego. Em outubro, o percentual de trabalhadores nessa situação, nas seis principais regiões metropolitanas, era de apenas 5,3%. A renda média também manteve permanente expansão.
Se a presidente vem conseguindo resolver dois dos principais problemas que atingem a vida cotidiana da população, o mesmo não pode ser dito em relação a temas como reforma tributária, obras de infraestrutura, manutenção de um ritmo acelerado de crescimento econômico, reforma política, ampliação de creches e de universidades e expansão dos programas de saúde. Os avanços do governo nesses temas têm sido abaixo do prometido. Algumas promessas foram abandonadas.
Os casos mais exemplares de abandono são os das reformas política e tributária. A reforma política é o primeiro tema citado nas diretrizes de Dilma e, com a tributária, foi abordado por ela com intensidade na sua primeira mensagem ao Congresso, em fevereiro de 2011. Na ocasião, de forma veemente, Dilma asseverou:
- Trabalharemos em conjunto com esta Casa para a retomada da agenda da reforma política. São necessárias mudanças que fortaleçam o sentido programático dos partidos brasileiros e aperfeiçoem as instituições, permitindo mais transparência ao conjunto da atividade pública. A reforma tributária também é tema essencial.
Em relação à reforma política, o governo sequer reconhece que deva exercer papel ativo nesse debate. Mesmo a ideia de aprovar mudanças pontuais, como o fim das coligações proporcionais, empacou no Congresso.

Investimentos em infraestrutura emperrados
Na questão tributária, o Ministério da Fazenda fala em fazer uma "reforma fatiada", mas apenas na última semana, após meses de debate, começou a enviar medidas ao Congresso para pôr fim à guerra fiscal. As desonerações, por sua vez, foram pontuais e setorizadas, mas a carga tributária cresceu. No final de novembro, a Receita Federal anunciou que essa carga atingiu seu maior percentual histórico, chegando a 35,31% do PIB - este ano os brasileiros pagaram cerca de R$ 1 trilhão em impostos.
Apesar da reiterada promessa de expandir os níveis de crescimento e ampliar o investimento, o desempenho da economia foi muito aquém do esperado. Com 2,7% de crescimento em 2011 e, provavelmente, cerca de 1% em 2012, este será o pior primeiro biênio de um governo desde Fernando Collor. A taxa de investimento também caiu nos dois primeiros anos e a inflação foi mantida nos limites, acima do centro da meta.
Na logística, a situação também está aquém do esperado. Apesar das promessas de que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) eliminaria os gargalos que limitam o crescimento, o governo reconhece que o ritmo da execução das obras logísticas foi baixo. Diante da dificuldade do poder público para tocar obras, as grandes medidas para o setor acabaram sendo os anúncios de concessão de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos à iniciativa privada.
Na Educação, a medida mais visível foi a criação do programa Ciência sem Fronteiras, que vem levando milhares de estudantes brasileiros para o exterior. As promessas de expansão de universidades, institutos de tecnologia e, principalmente, creches e quadra cobertas estão distantes dos números citados na campanha. Até agora, foram entregue 20 das 6.000 creches prometidas. Segundo o governo, há 1.256, em construção; e 506, em licitação. Em relação às quadras cobertas, foram aprovadas 4.245 obras, mas o ministério não informa quantas estão concluídas, em construção ou em licitação.
As propostas de expansão dos programas na Saúde, como a promessa de construir 8.000 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e 500 Unidades de Pronto Atendimento (UPA), estão atrasadas. Os grandes avanços na expansão dos programas ocorreram apenas no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que teve o número de unidades ampliado em 54%, e no programa de farmácias populares, que aumentou em 4,5 vezes o número de beneficiados: de 1,2 milhão para 5,4 milhões de pessoas atendidas.
Entre as dez grandes promessas, o governo Dilma vem alcançando resultados favoráveis no programa "Minha Casa Minha Vida" e na política de controle das fronteiras. Em dois anos, 1,13 milhão de moradias foram contratadas. E lançou um plano de fronteiras que resultou num aumento expressivo nas apreensões de armas e drogas. Entre junho do ano passado, quando o plano entrou em vigor, e novembro o volume de drogas apreendida foi quatro vezes maior que nos período anterior. De armas, foi quase seis vezes maior.
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30/12/2012 - Helicóptero do Corpo de Bombeiros do Rio cai no mar de Copacabana

30/12/2012 - Helicóptero do Corpo de Bombeiros do Rio cai no mar de Copacabana


Helicóptero do Corpo de Bombeiros do Rio cai no mar de Copacabana

tripulantes foram resgatados com vida

Um helicóptero do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros do Rio caiu no mar próximo à praia de Copacabana, na zona sul da cidade.
Segundo a assessoria de comunicação do Corpo de Bombeiros, o helicóptero seguia para prestar socorro a um banhista quando houve a pane, por volta das 16h. Na aeronave estavam quatro oficiais, que foram resgatados por outras equipes que chegaram ao local. Nenhum deles teve ferimentos graves, de acordo com as informações repassadas pela instituição. "Eu estava no mar resgatando um banhista quando a equipe do GOA chegou. Dois bombeiros saltaram da aeronave para nos ajudar. Foi quando o helicóptero perdeu sustentação, encostou na água e virou", disse à Folha um salva-vidas que acompanhou de perto o acidente. "O helicóptero caiu a dez metros de distância da gente. Foi por pouco."
O barulho da hélice, ao atingir a água, chamou a atenção de alguns banhistas que se prontificaram a ajudar no resgate. "Mas acabaram complicando ainda mais a situação", lembra o salva-vidas. "Como o mar estava agitado, acabamos socorrendo também algumas dessas pessoas que entraram na água para nos ajudar."
Duas embarcações e uma equipe de mergulhadores estão no local para tentar retirar a aeronave do mar.
"Foi a primeira vez que vi um helicóptero nosso cair no mar em 29 anos de corporação", disse o coronel Ronaldo de Alcântara, do Corpo de Bombeiros. "Mas o Corpo de Bombeiros tem outros dois helicópteros para auxiliar nos salvamentos."
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30/12/2012 - Lancha que fazia segurança de Dilma atinge barco na Bahia

30/12/2012 - Lancha que fazia segurança de Dilma atinge barco na Bahia


Lancha que fazia a segurança de Dilma atinge barco na Bahia 

Uma lancha da Marinha que fazia a segurança da presidente Dilma Rousseff bateu na tarde deste sábado (29) em um barco na Bahia. Uma passageira do veículo atingido sofreu ferimentos leves.
O barco Mira I, atingido pela lancha, precisou ser rebocado após o acidente. 

Barco Mira I é rebocado por da  marinha após acidente
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA 
Momento exato em que o Barco Mira I é atingido pela lancha Valencia da  Marinha  na praia de Aratu, na Bahia Momento exato em que o Barco Mira I é atingido pela lancha Valencia da  marinha  na praia de Aratu, na Bahia

Barco Mira I é rebocado pela lancha Valencia após acidente Barco Mira I é rebocado pela lancha Valencia da  marinha apos acidente entre os dois barcos  na praia de Aratu na base militar de Aratu após acidente com Lancha fazia a segurança da Presidente Dilma Rousseff Passageiros do Barco Mira I  conversam com oficiais da Marinha na praia de Aratu após acidente com Lancha da Marinha que  fazia a segurança da Presidente Dilma Rousseff

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30/12/2012 - Paraguai quer legalizar Brasiguaios

30/12/2012 - Paraguai quer legalizar Brasiguaios



 Paraguai quer legalizar  BRASIGUAIOS

Apesar de suspensão do Mercosul, governo atua com Brasil para regularizar migrantes  FLÁVIA MARREIRO DE SÃO PAULO


O governo do Paraguai faz campanha para regularizar milhares de imigrantes ilegais, principalmente brasileiros, a menos de um mês do fim da vigência da "lei da anistia migratória", que facilitou os trâmites necessários.

Em 21 de janeiro expira a norma aprovada em 2010 para incentivar a legalização -estima-se que 300 mil brasileiros vivam no Paraguai, o maior grupo de migrantes.

Apesar da suspensão do país do Mercosul desde junho passado, o governo Federico Franco, que não é reconhecido por Dilma Rousseff, tem trabalhado com diplomatas brasileiros na questão, diz a diretora de Migrações do Paraguai, Irma Llano.

"Trabalhamos com os consulados brasileiros, com os grupos de brasileiros. Não houve problemas", diz Llano.

"O nosso governo é legítimo e legalmente constituído", segue a diretora.

O Mercosul suspendeu o Paraguai por considerar que o impeachment-relâmpago de do presidente Fernando Lugo em junho "rompeu a ordem democrática" no país.

De acordo com a assessoria do Itamaraty, o trabalho conjunto dos governos brasileiro e paraguaio no tema migratório segue o espírito da decisão do bloco: suspensão política sem paralisar projetos ou afetar a população.

TRABALHO ILEGAL
Llano, que assumiu o cargo em dezembro, anunciou também campanha específica para combater o trabalho ilegal de brasileiros em Ciudad del Leste, na fronteira entre os dois países.

Segundo ela, cerca 35 mil brasileiros cruzam a fronteira diariamente, a maioria para trabalhar ilegalmente. "Dentro do Paraguai essas pessoas podem ser exploradas de alguma forma, no trabalho ou sexualmente", diz. "Elas precisam se legalizar para ter os direitos e cumprir os deveres dos paraguaios."

A diretora afirma que trabalhadores ilegais poderão ser deportados, mas que o foco da campanha é incentivar a regularização.

O esforço visa também os brasiguaios da zona rural, muitos deles trabalhadores do campo ou produtores de soja. Segundo Llano, a cidadania é "mais uma garantia" da propriedade privada e do investimento feito no país.

O governo Franco se aproximou dos produtores brasiguaios, que se queixavam da política agrária de Lugo.
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29/12/2012 - EMBRATEL - Novo Satélite Recebe o nome Star One C3 Rio 2016


EMBRATEL - Novo Stélite Recebe o nome Star One C3 Rio 2016

Nomeação é homenagem aos Jogos Olímpicos que serão realizados no Rio de Janeiro
A Star One, a maior operadora de satélites da América Latina e subsidiária da Embratel, anuncia que seu novo satélite recebe o nome de Star One C3 Rio 2016, em homenagem aos Jogos Olímpicos de 2016 que terão patrocínio da empresa. A novidade está sendo anunciada esta semana. O novo satélite já está em sua posição orbital definitiva em 75° W, tendo finalizado com sucesso seus testes em órbita. A partir de 02 de janeiro 2013 entrará em operação comercial.
A Star One, a maior operadora de satélites da América Latina e subsidiária da Embratel, anuncia que seu novo satélite recebe o nome de Star One C3 Rio 2016, em homenagem aos Jogos Olímpicos de 2016 que terão patrocínio da empresa. A novidade está sendo anunciada esta semana. O novo satélite já está em sua posição orbital definitiva em 75° W, tendo finalizado com sucesso seus testes em órbita. A partir de 02 de janeiro 2013 entrará em operação comercial.

"O Star One C3 Rio 2016 oferece mais alternativas ao mercado graças à sua cobertura geográfica desenhada especialmente para a nossa região ensejando ampla gama de serviços”, afirma Gustavo Silbert, presidente da Star One, destacando que a empresa possui frota com sete satélites e que o Star One C3 Rio 2016 recebeu investimentos de US$ 260 milhões para sua construção. Ele será responsável pela ampliação da capacidade de telecomunicações da empresa no Brasil, na América Latina e parte dos Estados Unidos.

O Star One C3 Rio 2016 tem cobertura diferenciada, com abrangência para todo o território brasileiro, América do Sul, Região Andina (com destaque para Colômbia, Peru, Bolívia e Equador) e Flórida (EUA). Sua capacidade inclui até a região do Pré-Sal, disponibilizando, com isso, mais serviços para a indústria de petróleo.

A Star One já presta serviços para grande parte das 500 maiores empresas do Brasil, para as principais emissoras de TV, canais independentes e diversos órgãos do Governo Brasileiro, incluindo o Ministério da Defesa. Com o novo satélite, a Star One assegura ao mercado a continuidade das aplicações que hoje estão em operação no satélite B3 e possibilita, ainda, a oferta de novos serviços de Internet de alta velocidade e de última milha (acesso do usuário diretamente à rede da operadora).

“Com o novo satélite, a Embratel e a Star One reforçam a liderança absoluta no mercado brasileiro”, diz Silbert, destacando que o grupo foi pioneiro na comunicação via satélite no Brasil, quando em 1985 lançou o Brasilsat A1, dando início à primeira geração de satélites brasileiros para comunicações domésticas na América Latina.

SOBRE A STAR ONE

A Star One é a maior operadora de satélites na América Latina. É uma empresa brasileira com 100% de participação acionária da Embratel. Criada em dezembro de 2000, opera cinco satélites GEO (Star One C1, C2, C3 Rio 2016, C12, e Brasilsat B4), e dois em órbita inclinada (Brasilsat B2 e B3), seis desses a partir de seu teleporto, localizado em Guaratiba (RJ). O C3 Rio 2016, em conjunto com o C1, C2 e C12, constituem a terceira e mais nova geração de satélites da empresa. A capacidade destes satélites suporta toda uma gama de soluções para clientes dos segmentos de telefonia, TV, TV por Assinatura, dados e redes corporativas. Mais informações: www.starone.com.br
 defesanet
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29/12/2012 - Brasil foi rota de armas para Argentina durante as Malvinas, revelam arquivos

29/12/2012 - Brasil foi rota de armas para Argentina durante as Malvinas, revelam arquivos

Brasil foi rota de armas para Argentina durante as Malvinas, revelam arquivos

Jamil Chade
CORRESPONDENTE / GENEBRA
 
Aviões argentinos usaram o território brasileiro - mais es­pecificamente, o aeroporto do Recife - para trazer um amplo arsenal da Líbia de Muamar Ka- dafi para a junta militar de Bue­nos Aires durante a Guerra das Malvinas. A informação, que in­clui detalhes sobre as armas líbias e acusações contra o gover­no de João Batista Figueiredo, está entre os 6 mil documentos secretos da guerra de 1982 que o National Archives, de Lon­dres, liberou ontem.
A inteligência britânica usava um informante no Recife que conseguiu entrar em um dos aviões que faziam a "ponte aé­rea" Líbia-Argentina. Londres confrontou o Itamaraty com a in­formação, mas a chancelaria bra­sileira silenciou sobre o caso. Em uma reunião de gabinete, a primeira-ministra britânica, Margaret Thatcher, chegou a es­tudar a possibilidade de abater um desses aviões argentinos que faziam escala no Brasil.
Os britânicos estavam conven­cidos de que o "mais alto esca­lão" do governo brasileiro tinha pleno conhecimento da opera­ção entre argentinos e líbios. O Brasil, que representava os inte­resses da Argentina em Londres, não teria coragem de enfrentar a questão, acusam os britânicos.
Rubens Ricupero, à época res­ponsável do Itamaraty para as­suntos sul-americanos, confir­ma que o embaixador britânico no Brasil, George Hardings, re­clamou do suposto uso do Recife como entreposto para envio de armas da Líbia à Argentina. "Ele me trazia com muita frequência esse tipo de reclamação. Eu re­portava isso ao ministro (Ramiro Saraiva Guerreiro) e o assun­to ia para a área de inteligência do governo, principalmente pa­ra o Serviço Nacional de Inteli­gência (SNI). Nunca tive um re­torno", diz Ricupero.
No entanto, ele afirma ser "pouco plausível" a informação de que o Brasil tinha participa­ção na operação. "Não havia in­tenção nossa em manter a dispu­ta (nas Malvinas) acesa. Sempre houve muita especulação, mas acho que era fantasia (dos britâ­nicos)." Londres pediu ajuda à Casa Branca para pressionar o Brasil. De acordo com um tele­grama de 1.° de junho, os ameri­canos sabiam da rota Líbia-Ar- gentina via Recife.
Informantes» Em um telegra­ma enviado a Londres em 1.° de junho de 1982, o embaixador bri­tânico no Brasil dá detalhes so­bre um carregamento de armas. Ele fora até Recife "investigar" o  caso e constatou que, até aquele momento, dois aviões haviam pousado na cidade, fazendo o tra­jeto da Líbia à Argentina.
O primeiro havia sido no dia 25 de maio, com registro WAS TC93. Pilotado pelo "capitão Ca­tiella" e com base em El Palomar, o avião estava vazio e parou apenas para abastecer. Ele segui­ria para Trípoli.
O mesmo avião voltaria em 27 de maio. Uma hora depois, deco­laria para a Argentina. "A fonte no Recife pôde ver dentro do avião e reportou seis longas cai­xas de madeira", indica o embai­xador. "A fonte" trabalhava no aeroporto e as caixas teriam mís­seis Exocet. Outras menores ocupavam o restante do espaço. Tanto para o pouso quanto deco­lagem, o avião usou toda a pista, o que indicaria seu peso.
No dia 28 à noite, mais um voo foi registrado pelos britânicos, dessa vez das Aerolíneas Argenti­nas e em direção a Trípoli, co­mandado pelo piloto civil identi­ficado como "Cunivert". O mes­mo avião retornaria no dia 30, carregado.
No mesmo dia, o embaixador viu a chegada de mais um avião, também das Aerolíneas. Segun­do ele, pilotos falaram com o côn­sul argentino, enquanto homens armados cuidavam do avião e ou­tros, "nervosos", acompanha­vam a situação. Os voos recebe­ram a "autorização do Ministé­rio da Aeronáutica", afirma o di­plomata.
Em outro telegrama enviado pelos britânicos em Trípoli, em 1.° de junho, diplomatas de Lon­dres confirmam que viram um avião civil argentino na área res­trita a militares no aeroporto líbio. Segundo o documento, ele carregava 400 mísseis ERM.
O assunto rapidamente chega­ria a Thatcher. No dia 11 de ju­nho, o procurador-geral britâni­co, Michael Havers, relatou a ela  que havia sido solicitado a dar sua opinião sobre o impacto jurí­dico que teria uma eventual in- terceptação dessas aeronaves.
"Um avião voando diretamen­te de Trípoli para Recife, no Bra­sil, sem parar para abastecer, não poderia ser interceptado ou forçado para Ascensão (ilha bri­tânica no Atlântico), porque não teria combustível suficiente", ex­plicou. Os britânicos pediram a " ajuda da diplomacia francesa pa­ra contactar diretamente Mua­mar Kadafi e obter informações. Paris apenas relatou que o dita­dor líbio negou qualquer envolvi­mento com o tráfico de armas para a Argentina. /
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28/12/2012 - Caminhão da Funasa é incendiado no Posto da Mata

28/12/2012 - Caminhão da Funasa é incendiado no Posto da Mata


28/12/2012 Caminhão da Funasa é incendiado no Posto da Mata

28/12/2012  Caminhão da Funasa é incendiado no Posto da Mata
O caminhão da FUNASA incendiado hoje(28) no Distrito de Estrela do Araguaia estava carregado com alimentos que seriam levados para alguma Aldeia Indigena. De acordo com informações apuradas pelo Agência da Notícia o caminhão teria tentado passar o bloqueio quando foi incendiado. Embora a suspeita é de que os manifestantes tenham ateado fogo no veículo, na região de conflito os moradores e manifestantes negam o fato, eles afirmam que uma falha no sistema eletrico do caminhão pode ter gerado o incêndio.

O clima é bastante tenso e a população espera a qualquer momento a chegada de policias, hoje o helicoptero da Polícia Rodoviária Federal sobrevoou varias vezes o Posto da Mata onde os manifestantes e moradores da região da Suiá Missu fazem um tipo de acampamento.
A baixo veja fotos do caminhão que pegou fogo.
Atualizada às 19:05

Um carro da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) foi incendiado hoje 28/12 no distrito de Estrela do Araguaia, popularmente conhecido como Posto da Mata, o clima no local é tenso.
A ação promoveu uma espécie de tensão já que os produtores acreditam que com o incêndio as forças de desocupação irão para Posto da Mata.
Alguns moradores disseram estar preparados para o conflito que deve acontecer a qualquer momento.
Mais informações em instantes.  jrreporterdoaraguaia

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28/12/2012 - Brasil fecha compra de 4 lanchas patruleiras da Colômbia

28/12/2012 - Brasil fecha compra de 4 lanchas patruleiras da Colômbia

Brasil fecha compra de 4 lanchas patruleiras da Colômbia

 
Bogotá, 27 dez (EFE).- O governo brasileiro assinou um contrato de compra de quatro Lanchas Patrulheiras de Rio (LPR) da Colômbia, as quais custarão US$ 8 milhões, informou o Ministério de Defesa colombiano nesta quarta-feira.
As lanchas, que são desenvolvidas pela Corporação de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento da Indústria Naval, Marítima e Fluvial (Cotecmar) da Colômbia, serão entregues na cidade de Manaus em abril de 2014 e serão usadas em operações fluviais na região amazônica.
Segundo o Ministério de Defesa da Colômbia, duas lanchas serão destinadas à Marinha e as outras duas ao Exército.
"A assinatura deste contrato é o resultado da reunião bilateral sustentada no último dia 2 de maio entre os ministros da Defesa da Colômbia e do Brasil, Juan Carlos Pinzón e Celso Amorim, respectivamente", afirmou o Ministério de Defesa colombiano em comunicado.
Essa operação, de acordo com as autoridades colombianas, também se destaca pelo fato desta ser a primeira vez que a Cotecmar realiza uma venda de embarcações às Forças Militares de outro país.
Esta transação comercial é um reconhecimento ao desenvolvimento e às capacidades da indústria de defesa do país e representa um avanço em direção à consolidação de uma base industrial de defesa na América do Sul, concluíram as autoridades do país andino.

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