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31/07/2013 - Marinha desiste de suspender expediente às sextas

31/07/2013 - Marinha desiste de suspender expediente às sextas

FONTE: FOLHA    FERNANDA ODILLA -  DE BRASÍLIA
Depois de anunciar num comunicado interno que iria reduzir a jornada de trabalho em um dia por semana para cortar gastos e atender à imposição orçamentária do governo, a Marinha recuou da decisão de suspender o expediente às sextas-feiras.
"A Marinha do Brasil esclarece que, em virtude das restrições orçamentárias em curso nesta força, considerou, como uma das medidas de economia a ser adotada, a redução da jornada de trabalho. Após análise subsequente e consonante com as novas tratativas com o Ministério da Defesa, tal medida não será adotada", informou na noite desta terça-feira (30) por meio de nota.
Por determinação do governo federal, que quer economizar um total de R$ 38 bilhões este ano, Marinha, Exército, Aeronáutica e o Ministério da Defesa tiveram bloqueados R$ 4,2 bilhões.
Os cortes na Defesa foram anunciados em duas etapas: R$ 3,6 bilhões em maio e R$ 919 milhões nesta terça. Desse total, a Defesa conseguiu reaver apenas R$ 400 milhões.
De acordo com comunicado interno da Marinha, a partir do dia 2 de agosto, os militares não mais trabalhariam às sextas-feiras, com exceção dos que atuam diretamente nas áreas de saúde, ensino e também com o programa do submarino nuclear. Em caso de feriado nas sextas, a folga seria no dia anterior.
Folha apurou que a Aeronáutica estudava medida similar à adotada pela Marinha. No entanto, a folga da FAB (Força Aérea Brasileira) seria às quartas. O Exército já trabalha meio expediente às sextas.
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30/07/2013 - Policial que matou ex-mulher e soldado do exercito foge da cadeia

30/07/2013 - Policial que matou ex-mulher e soldado do exercito foge da cadeia


Fugiu do Presídio de Humaitá no Amazonas, na data provável de 28/07, o ex-Policial Militar Ezequiel Galdino Ramos que matou a ex mulher e um Cabo do Exército do 54 BIS de Humaitá ano passado no Amazonas.
A Polícia Militar do Amazonas ao fazer a contagem dos apenados do Presídio de Humaitá notaram a falta do ex-Policial Militar de Rondônia. A Justiça do Amazonas já decretou o seu mandado de prisão. A Polícia Militar do Amazonas está a procura do foragido.
Autor : RONDONIA VIP   Fonte : RONDONIA VIP
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30/07/2013 - Ministérios da Fazenda e Defesa têm maiores cortes no orçamento

30/07/2013 - Ministérios da Fazenda e Defesa têm maiores cortes no orçamento


Bloqueio se aproxima de R$ 1 bilhão em cada uma destas pastas.
Do total de R$ 10 bi, somente R$ 4,4 bi são em gastos não obrigatórios.

Alexandro Martello - 
Os ministérios da Fazenda e da Defesa serão os mais afetados pelo corte no orçamento anunciado na semana passada pelos ministros Guido Mantega e Miriam Belchior. Os cortes nas despesas das pastas serão de R$ 990 milhões e R$ 919 milhões, respectivamente. Com esse bloqueio, os recursos anuais destes dois Ministérios cairão para R$ 4,12 bilhões e para R$ 17,56 bilhões.

Do valor total do bloqueio, R$ 5,6 bilhões acontecerão nas chamadas despesas obrigatórias, sendo
 R$ 4,4 bilhões somente uma reestimativa de ressarcimento do Tesouro Nacional do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por conta do processo de desoneração da folha de pagamentos. Outros R$ 4,4 bilhões do bloqueio total – entre os quais estão os cortes na Fazenda e na Defesa – se darão em cima das chamadas "despesas discricionárias", as não obrigatórias. O orçamento dos Ministérios que não é considerado "obrigatório".O detalhamento do corte adicional de R$ 10 bilhões no orçamento federal deste ano foi divulgado nesta terça-feira (30), por meio de decreto presidencial publicado no "Diário Oficial da União".
Por Ministérios
Juntos, os Ministérios da Fazenda e da Defesa respondem por cerca de 44,2% do bloqueio total em despesas discricionárias de competência do poder Executivo. Quando foi feito o anúncio do bloqueio, na última semana, o governo informou que o corte nas despesas discricionárias acontecerá em diárias e passagens, material de consumo, locação de imóveis, locação e aquisição de veículos, máquinas e equipamentos, serviços terceirizados, energia elétrica e serviços de tecnologia da informação.
Ainda segundo o decreto divulgado nesta terça-feira, o Ministério da Previdência sofreu um bloqueio de R$ 280 milhões, ao mesmo tempo em que o Ministério da Justiça terá um corte de R$ 275 milhões em seu orçamento. Já o Ministério do Planejamento, responsável por implementar o corte, terá um bloqueio de R$ 219 milhões, enquanto que os Ministérios da Ciência e Tecnologia e das Relações Exteriores terão um corte de, respectivamente, R$ 163 milhões em R$ 146 milhões.
O governo federal também informou que reduziu em R$ 179 milhões sua previsão de pagamento de encargos financeiros e em R$ 407 milhões as transferências a estados e municípios. Estes valores também estão incluídos no bloqueio de gastos discricionários de R$ 4,4 bilhões.
Objetivo do corte
O objetivo declarado do governo com estas limitações de despesas é atingir a meta de superávit primário (economia feita para pagar juros da dívida pública) de 2,3% do Produto Interno Bruto – o equivalente a R$ 110,9 bilhões neste ano.
Essa meta já prevê um abatimento de R$ 45 bilhões em gastos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Nos quatro últimos anos, somente em 2011 a meta fiscal foi atingida sem o uso de manobras contábeis.
Segundo o governo, este corte adicional tem por objetivo fazer uma "reserva" para "eventual frustração do resultado primário dos estados e municípios (previsto para R$ 47,8 bilhões neste ano)".
De acordo com o Ministério do Planejamento, o ajuste nas despesas foi orientado para redução do custeio administrativo e a preservação de programas prioritários, entre eles o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Minha Casa Minha Vida e as principais áreas sociais, como Saúde, Educação e o Brasil Sem Miséria.
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30/07/2013 - Para economizar, Marinha do Brasil decide não trabalhar às sextas

30/07/2013 - Para economizar, Marinha do Brasil decide não trabalhar às sextas

FONTE: FOLHA
Diante do corte orçamentário imposto pelo governo federal, a Marinha decidiu reduzir a jornada de trabalho em um dia útil para economizar. A Aeronáutica também estuda suspender o expediente durante um dia da semana para conter despesas.
Marinha, Exército, Aeronáutica e o Ministério da Defesa tiveram bloqueados R$ 3,67 bilhões por determinação do governo, que quer cortar um total de R$ 28 bilhões em gastos do Orçamento de 2013. Os comandantes das três Forças foram orientados a propor soluções para conter gastos, sem cortar programas considerados essenciais ou previstos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
De acordo com comunicado interno da Marinha, a partir do dia 2 de agosto, os militares não mais trabalharão às sextas-feiras, com exceção dos que atuam diretamente nas áreas de saúde, ensino e também com o programa do submarino nuclear. Em caso de feriado nas sextas, a folga será no dia anterior, segundo o comunicado.
Além de reduzir a jornada de trabalho em um dia útil, a Marinha determinou que as organizações militares também tomassem providências para cumprir metas financeiras, "mediante a adoção de medidas de economia pertinentes". No entanto, em vez de não trabalharem às sextas, os militares da FAB (Força Aérea Brasileira) teriam folga às quartas. A decisão, contudo, ainda não foi formalizada.
Dos R$ 71,1 bilhões autorizados para o Orçamento 2013 a Defesa se comprometeu a pagar mais da metade, ou R$ 49,6 bilhões, de acordo com o Siafi, o sistema de acompanhamento da execução orçamentária do governo federal.
O Ministério da Defesa já solicitou cópia do comunicado interno que informa a decisão tomada pela Marinha de não trabalhar às sextas.
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30/07/2013 - AS FARC DO BRASIL

30/07/2013 - AS FARC DO BRASIL



Mosaico Político - 

Gilberto Nascimento


Um dos comandantes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) que negocia um acordo de paz com o governo colombiano em Cuba, Jesús Santrich, revelou, em conversa com o jornalista Rodrigo Vianna, Faisal Al Nasser que vários brasileiros integram as fileiras do grupo armado no país vizinho. Não disse quantos seriam, nem onde estão exatamente e o que fazem. Alegou questões de segurança. Mas deu uma informação importante: três jovens paulistas que aderiram à guerrilha colombiana entre 2000 e 2002 - o estudante da UFRJ, Vladimir Machado Bittar e os professores de História Antonio Marcelo Manzoni e Radamés Sebastão Pereira - estão vivos. "Não posso dar mais detalhes. Mas há brasileiros sim e não apenas estes. O que posso dizer é que os três estão vivos".
O Exército e a Polícia Nacional da Colômbia afirmam não ter informações sobre guerrilheiros brasileiros em seu território. O Itamaraty também não tem notícias. O caso foi investigado no Brasil pela Polícia Federal e Polícia Civil de São Paulo. Em conversas reservadas, militantes de esquerda paulistas falam sobre a presença de vários outros brasileiros nos quadros das Farc. O caso de Vladimir, Marcelo e Radamés se tornou público porque seus familiares saíram à procura. Os rapazes mantiveram contatos com familiares durante dois anos, depois não deram mais notícias. Os outros que estão na selva colombiana ainda mantêm contatos regulares com a família. Por isso, ninguém fala sobre o assunto por medo de represálias ou receio de ser monitorado por órgãos de segurança. Estariam ainda nasselvascolombianas ao menos outros dez brasileiros.
FONTE: RESENHA
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30/07/2013 - Patriota minimiza espionagem dos EUA na ONU

30/07/2013 - Patriota minimiza espionagem dos EUA na ONU



 
O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, minimizou ontem a importância do caso de espionagem publicado no fim de semana pela revista Época. De acordo com a reportagem, os EUA espionaram integrantes do Conselho de Segurança da ONU, entre eles o Brasil, para saber como seriam seus votos em uma sessão sobre sanções ao Irã, em 2010. "Não chega a ser um segredo que exija um aparato de alta sofisticação você descobrir como é que um país vai votar no Conselho de Segurança", disse o chanceler.
"Por uma ação diplomática perfeitamente lícita e permitida, que é mesmo da essência do nosso trabalho como diplomata, você pode muito bem, através de contatos com diferentes missões, interlocutores, jornalistas, entre outros, ficar sabendo qual é mais ou menos a orientação de cada país", afirmou o ministro brasileiro durante encontro com Hanna Tetteh, chanceler de Gana.
Patriota disse que esse tipo de suspeita é recorrente e lembrou de 2003, quando houve a intervenção militar no Iraque. "Surgiram várias notícias falando de espionagem nas missões do México e do Chile, que eram membros não permanentes do Conselho de Segurança naquela época."
Prioridade. Para o ministro, o caso é passado e há outros temas prioritários com sobre o assunto, com os quais o País precisa lidar no momento. "Estamos tratando de outros assuntos que nos preocupam de uma maneira mais direta, porque têm a ver com práticas que, aparentemente, estão ocorrendo enquanto nós conversamos aqui", afirmou Patriota, em referência à espionagem dos EUA a atividades na internet de cidadãos de várias nacionalidades, incluindo brasileiros.
fonte:  resenha
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29/07/2013 - Brasil volta a negociar uso da base de Alcântara com os EUA

29/07/2013 - Brasil volta a negociar uso da base de Alcântara com os EUA


 FONTE: ESTADAO
O governo brasileiro retomou as negociações com os Estados Unidos para permitir o uso da base de Alcântara (MA) pelo serviço espacial americano. As conversas, sepultadas no inicio do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, foram reiniciadas em termos diferentes e o Itamaraty espera ter um acordo pronto para ser assinado na visita da presidente Dilma Rousseff a Washington, em outubro.
A ntenção é abrir a base para que os americanos usem o local para lançamentos, mas sem limitar o acesso dos próprios brasileiros nem impedir que acordos com outros países sejam feitos. O governo vê a localização privilegiada de Alcântara - que, segundo especialistas, reduz em até 30% o custo de um lançamento - como um ativo que deve ser explorado, inclusive para financiar o próprio programa espacial brasileiro.
Depois de negociar com os americanos, o projeto é abrir as mesmas conversas com europeus e japoneses, entre outros. Calcula-se que um lançamento pode custar entre US$ 25 milhões e US$ 30 milhões.
A retomada das negociações com os americanos prevê uma espécie de aluguel do local para que os Estados Unidos possam lançar dali seus satélites. As discussões giram em tomo das condições para esse uso, as chamadas salvaguardas tecnológicas esperadas pelo governo de Barack Obama. Reticentes a dar a outros países conhecimento de tecnologias consideradas sensíveis, os americanos querem usara base, mas fazem exigências para impedir o acesso a informações, especialmente a dados militares.
As discussões vão estabelecer alguns limites, mas o assunto ainda é classificado como “secreto” pelo governo. No entanto, a hipótese de reservar áreas da base para uso exclusivo americano, como chegou a ser estabelecido no Tratado de Salvaguardas (TSA) assinado pelo governo Fernando Henrique Cardoso, em abril de 2000, nem sequer será considerada.
O excesso de restrições daquele tratado levou o documento a jamais ser ratificado pelo Congresso, e o acordo naufragou. Entre as exigências estava a de que determinadas áreas da base.de Alcântara seriam de acesso exclusivo dos americanos, não sendo permitida a entrada de brasileiros sem autorização dos EUA.
Inspeções americanas à base também seriam permitidas sem aviso prévio ao Brasil , e a entrada de componentes americanos em contêineres selados poderia ser liberada apenas com uma descrição do conteúdo. Além disso, o governo brasileiro não poderia usar o dinheiro recebido para desenvolver tecnologia de lançamento de satélites, mas apenas para obras de ínfraestrutura.
A reação foi tão ruim que o Congresso enterrou o acordo em 2002. Ao assumir o governo, em 2003, o então presidente Lula foi procurado pelos americanos, mas não quis retomar o assunto.
Com localização ideal para lançamentos, a base é considerada estratégica ; para o programa espacial brasíleiro, mas até hoje é subutilizada. Nenhum satélite ou foguete jamais foi lançado de Alcântara, seja porque o Brasil ainda não conseguiu desenvolver a tecnologia para usá-la, seja porque os acordos internacionais para utilização da base até agora não deram frutos. Um teste feito há dez anos terminou em tragédia, com a explosão do foguete e 21 pessoas mortas.
Ainda em 2003, Lula fechou um acordo coma Ucrânia para desenvolvimento de foguete, o Cyclone-4. Uma empresa binacional, a Alcântara Cyclone Space (ACS), foi fundada, mas até hoj e não teve grandes resultados. O Brasil investiu 43% dos recursos previstos, mas até este ano a Ucrânia pôs apenas 19%. Na visita do presidente ucraniano Viktor Yanu-kovych ao Brasil, em 2011, houve a promessa de que o processo seria acelerado, o que não ocorreu. Este ano, o chanceler Antonio Patriota foi ao país e, mais uma vez, voltou com a promessa de que o foguete estaria pronto em 2014. Seria a estreia da base, se os americanos não a usarem antes.
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27/07/2013 - Assista como foi o 25° Campeonato Brasileiro de Paraquedismo das Forças Armadas

27/07/2013 - Assista como foi o 25° Campeonato Brasileiro de Paraquedismo das Forças Armadas

Assista como foi o 25° Campeonato Brasileiro de Paraquedismo das Forças Armadas, realizado na Academia Militar das Agulhas Negras, Resende/RJ.
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27/07/2013 - Explosão mata soldado da aeronáutica

27/07/2013 - Explosão mata soldado da aeronáutica



Exclusivo: Explosão mata soldado da aeronáutica

O soldado Maykssuel Oliveira, 22 anos, morreu no último dia 15, vítima de uma explosão na Base Aérea de Brasília. Sozinho no momento do acidente, o jovem teve boa parte do corpo queimado. Ele foi socorrido e encaminhado para o Centro de Tratamento de Queimados do Hospital da Aeronáutica do Rio de Janeiro. Agora, a família quer saber porque o jovem estava sozinho na hora do acidente e porque foi levado para um hospital no Rio e não em Brasília. A Aeronáutica informou que está apurando o caso. Veja na reportagem de Alessandra de Castro. FONTE: SBT
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26/07/2013 - Exército comandará segurança do Papa neste fim de semana

26/07/2013 - Exército comandará segurança do Papa neste fim de semana

Será decretada a Garantia da Lei e da Ordem, prevista na Constituição. Copacabana receberá 7 mil militares

FONTE:  ODIA  -MARIA INEZ MAGALHÃES - 
Rio - O Exército terá poderes para garantir a segurança neste fim de semana em Copacabana, nos dois últimos dias da Jornada Mundial da Juventude.
Para que os militares possam coordenar a segurança do evento será decretada a Garantia da Lei e da Ordem. Nessas situações, segundo a Constituição Federal, os militares assumem a coordenação da segurança pública, como no caso de eleições, greves de polícias militares, mediante pedido dos governadores.
Papa Francisco beija criança durante passagem pelas ruas do Centro nesta sexta
Foto:  Efe

A operação do Exército contará com reforço da Polícia Militar para atender as ocorrências. O Exército já vinha se preparando para atuar em grandes eventos sob a perspectiva da Garantia da Lei e da Ordem. A assessoria do Centro de Coordenação de Defesa de Área do Rio divulgou a seguinte nota:
"Em virtude da mudança do local dos eventos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de Guaratiba para Copacabana, o Centro de Coordenação de Defesa de Área do Rio de Janeiro (CCDA/RJ) coordenará as ações de defesa e segurança no local, nos dias 27 e 28 do corrente mês. Também, realizará a coordenação de segurança de área no local, tendo em vista a presença da Presidente da República.
As Forças Armadas atuarão na situação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), coordenando e complementando as ações planejadas pelos Órgãos de Segurança e Ordem Pública e, ainda, de outras instituições públicas não ligadas à área de segurança. O efetivo das Forças Armadas previsto para atuar em Copacabana é de 7.000 militares.
A Marinha intensificará a segurança marítima e fluvial na orla e na baía de Guanabara, particularmente o patrulhamento das cabeceiras dos aeroportos Tom Jobim (Galeão) e Santos Dumont. Empregará dois grupamentos operativos de Fuzileiros Navais, sendo um para reforçar as ações do Exército Brasileiro em Copacabana no eixo de peregrinação e outro com a missão de Força de Contingência para emprego eventual na proteção de instalação de interesse do Poder Marítimo.
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24/07/2013 - Encontrado corpo de militar que estava desaparecido em Itanhaém, SP

24/07/2013 - Encontrado corpo de militar que estava desaparecido em Itanhaém, SP

Jovem de 19 anos tirava uma foto quando foi levado por uma onda.
Militar estava desaparecido desde o último sábado (20).

Jovem caiu no mar após tirar fotos em ponto turístico (Foto: Arquivo Pessoal / Marcus Longo)Jovem caiu no mar após tirar fotos em ponto turístico (Foto: Arquivo Pessoal / Marcus Longo)
Foi encontrado no final da tarde desta terça-feira (23) em Mongaguá, no litoral de São Paulo, o corpo do jovem de 19 anos que estava desaparecido desde o último sábado (20). Daniel Milane Júnior posava para uma foto em um costão rochoso de Itanhaém, cidade vizinha, quando foi atingido por uma onda, que o derrubou e arrastou para o mar.
O corpo de Daniel foi encontrado na faixa de areia da praia do bairro Flórida Mirim, em Mongaguá, pelo Grupamento Marítimo do Corpo de Bombeiros. Segundo a corporação, foi a correnteza e o mar agitado, ocasionado pela frente fria que passa pela região, que fizeram com que o corpo fosse levado de uma cidade para outra.
Foto
Uma imagem, registrada por um amigo, mostra o último momento de Daniel antes de desaparecer. O turista de Osasco posava para a foto e não percebeu a aproximação de uma onda, que derrubou e arrastou o jovem para o mar.
Segundo o primo da vítima, Marcus Longo, o jovem é militar do Exército, em Osasco. Ele afirma que a foto de Daniel foi tirada segundos antes dele ser arrastado pela onda. “Os amigos dizem que ele sumiu depois de tirar a foto. Provavelmente, foi essa onda que o arrastou. Acredito que ele tenha caído de uma altura de aproximadamente três metros”, afirma o primo.

O amigo de Daniel, que estava com ele no momento do acidente, relatou em uma rede social o que aconteceu no dia. “Tenho que relatar de novo sua felicidade, seus olhos brilhavam como nunca. À tarde, tiramos várias fotos. Foi quando eles estavam na beira de uma pedra, quando uma onda enorme veio por trás e os derrubou, fazendo ele cair no mar. O mar estava muito forte, mas ele foi batalhador. Todos que estavam por perto, paisanos, bombeiros, pescadores, falaram que ele aguentou muito tempo, por cerca de 30 minutos, esperando a ajuda. Infelizmente, ele cansou e não resistiu”, conta o amigo.
Marcus diz que toda a família acompanhou as buscas pelo rapaz na orla de Itanhaém. Segundo os parentes, faltam orientações de segurança no local. “O acidente aconteceu na Cama de Anchieta, um ponto turístico que recebe muitas pessoas. Acho que deveriam ter placas informando sobre os perigos das ondas no local. Meu primo sabia nadar, fazia treinamentos, mas acredito que foi arrastado”, diz Marcus.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a área turística que fica entre a praia do bairro Cibratel e a Praia dos Sonhos tem um deck de madeira, com corrimão, por onde os visitantes devem caminhar. A recomendação dos bombeiros é para que as pessoas não ultrapassem esse deck, em direção às pedras, com o intuito de tirar fotos ou pescar.
Em nota enviada ao G1, a Prefeitura de Itanhaém informa que a Secretaria de Trânsito e Segurança Municipal está agendando uma reunião com representantes do Corpo de Bombeiros da cidade para a orientação da sinalização de vida
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23/07/2013 -  Ibama aplica R$ 242 milhões em multas por crime ambiental em MT

23/07/2013 - Ibama aplica R$ 242 milhões em multas por crime ambiental em MT


Balanço é referente ao primeiro semestre na Operação Onda Verde.
Fiscalização no estado deve ser intensificada com apoio do Exército.

Madeira é apreendida pelo Ibama em Mato Grosso (Foto: Nicélio Silva/Ibama-MT)Durante operação, toras de madeira foram apreendidas pelo Ibama em MT (Foto: Nicélio Silva/Ibama-MT)
A Operação Onda Verde, deflagrada em fevereiro deste ano pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Mato Grosso, resultou na aplicação de mais de R$ 242 milhões em multas por crimes ambientais. O balanço do primeiro semestre, divulgado nesta segunda-feira (22) pelo instituto, aponta que o montante em multas é referente a 492 lavraturas de infrações por crimes como desmatamento.

Ainda segundo o instituto, todas as pessoas e empresas que participaram da produção, armazenamento e comercialização de grãos produzidos em áreas embargadas foram ou devem ser autuados por participar de crime ambiental.
Segundo o órgão, na operação foram vistoriados mais de 400 pontos de desmatamento no estado, que contou com dois pontos estratégicos de combate a crimes ambientais: Juína e Sinop, cidades a 737 a 503 quilômetros de Cuiabá, respectivamente. No total, foram lavrados 80 termos de apreensão incluindo uma aeronave, 45 tratores, 22 caminhões, sete colheitadeiras, 200 toneladas de grãos e quase 55 mil hectares de áreas. De acordo com o Ibama, grande parte dos grãos apreendidos foi doada para programas sociais e  para a merenda escolar.
Em Mato Grosso, participaram da fiscalização agentes fiscais de várias unidades da federação, com o apoio da Força Nacional e do Batalhão da Polícia Ambiental. A fiscalização na região norte do estado deve ser intensificada com o apoio do Exército. A previsão é que soldados da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada de Cuiabá participem da operação no apoio de inteligência, comunicações, segurança e instrução aos agentes do Ibama.
Colheitadeira apreendida pelo Ibama em MT (Foto: Nicélio Silva/Ibama-MT)Maquinário e até avião foram apreendidos pelo Ibama durante operação (Foto: Nicélio Silva/Ibama-MT)
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22/07/2013 - O Sisfron permitirá o monitoramento de 16.886 quilômetros de fronteira

22/07/2013 - O Sisfron permitirá o monitoramento de 16.886 quilômetros de fronteira

Monitoramento de fronteira deve começar em 2 anos

O Sisfron permitirá o monitoramento de 16.886 quilômetros de fronteira

FONTE: DA REDAÇÃO CORREIODOESTADO 


foto
Foto: Álvaro Rezende/Correio do Estado
CMO também recebeu dezenas de caminhões para as unidades envolvidas no projeto


O Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), um dos empreendimentos estratégicos prioritários do Exército, está avançando em seu projeto piloto e deverá entrar em operação em Mato Grosso do Sul em dois anos, aproximadamente. A previsão é do coronel Roberto Martins, gerente-executivo do Sisfron, na área do Comando Militar do Oeste (CMO), informa reportagem de hoje (17) da edição de hoje do jornal Correio do Estado.
O projeto, conforme reportagem de Thiago Gomes,  é para uma completa efetivação em dez anos, estendendo-se a todas regiões fronteiriças. O cronograma depende apenas do fluxo de disponibilização de recursos pelo governo federal.
O piloto, em ativação a partir de Dourados, destina-se, entre outras finalidades, a avaliar, reajustar e refinar as definições preliminares do sistema, o que possibilitará a sua implementação de forma adequada no restante do País. 
O Sisfron permitirá o monitoramento de 16.886 quilômetros de fronteira, uma faixa que compreende 27% do território nacional e o seu teste se dará em 650 quilômetros de faixa de fronteira em Mato Grosso do Sul. 
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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22/07/2013 -  CMO recebe viaturas novas para o projeto SISFRON

22/07/2013 - CMO recebe viaturas novas para o projeto SISFRON



O Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteira, projeto estratégico do Exército Brasileiro, implantando inicialmente na área do Comando Militar do Oeste, e que deverá entrar em Operação em Mato Grosso do Sul em 2 anos, encontra-se em fase de estruturação. Para atender ao projeto, o Exército adquiriu e enviou ao Estado vários lotes de viaturas, distribuídas por meio da 2ª Companhia de Suprimento. Até agora recebidas 100 viaturas leves de reconhecimento, 50 caminhões de transporte de tropa, 70 caminhonetes, caminhões cisternas de combustíveis e água, viaturas de socorro e caminhões oficina.
FONTE : CMO
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22/07/2013 - Com poucos processos, Justiça Militar é ameaçada de extinção

22/07/2013 - Com poucos processos, Justiça Militar é ameaçada de extinção


Autor(es): Por Arthur Rosa e Bárbara Pombo | De São Paulo e Brasília
Valor Econômico - 22/07/2013 FONTE: VIA: CONTEUDOCLIPPING
 

No Tribunal de Justiça Militar de São Paulo, o tempo médio de tramitação de processos na primeira instância foi de 15 meses em 2012. Na segunda, de cinco meses
Quem passa pela rua Dr. Villa Nova, no bairro Vila Buarque, em São Paulo, quase não percebe a presença de um tribunal. Num prédio simples, localizado no número 285, funcionam as duas instâncias da Justiça Militar do Estado de São Paulo. Em Brasília, a sede do Superior Tribunal Militar (STM) também destoa das que abrigam o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF). Se não chamam atenção por suas instalações, essas desconhecidas esferas do Judiciário despertaram a curiosidade do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por seus números: gastos somados de R$ 419 milhões para o julgamento, em 2011, de aproximadamente oito mil processos contra policiais militares e integrantes das Forças Armadas.
Os dados do relatório "Justiça em Números" foram considerados "escandalosos" pelo ministro Joaquim Barbosa, presidente do CNJ e do Supremo. A polêmica surgiu durante o julgamento pelo conselho de um processo disciplinar contra dois juízes do Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais (TJM-MG), acusados de, intencionalmente, perderem o prazo para julgar ações criminais contra policiais militares.
Diante do problema, os conselheiros olharam os números da Justiça Militar Estadual, presente nos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais, e do Superior Tribunal Militar (Justiça Militar da União) e constataram um volume pequeno de processos em tramitação (um total de 13,2 mil em 2011, ante os milhões da Justiça Estadual) e de julgamentos. Enquanto um magistrado da Justiça Estadual proferiu 1.392 sentenças ou decisões terminativas naquele ano, o da Justiça Militar Estadual apenas 177.
No caso, os conselheiros só advertiram os juízes mineiros. Apesar da pena branda, o ministro Joaquim Barbosa aproveitou a oportunidade para determinar a criação de grupo de trabalho para elaborar um diagnóstico e dar um veredicto para a Justiça Militar Estadual e a da União.
Uma das saídas cogitadas seria a extinção desses tribunais e a transferência das ações para a Justiça comum. Outra possibilidade seria restringir a atuação da Justiça Militar da União aos tempos de guerra. O grupo de trabalho, composto por seis membros, deve entregar um relatório final até outubro. "O trabalho não significa que estamos descontentes com a Justiça Militar", diz o coordenador do grupo, o conselheiro Wellington Cabral Saraiva, procurador da República.
Diante da repercussão, os dirigentes dessas Cortes - oficiais da Polícia Militar e das Forças Armadas - afinaram seus discursos. Para eles, é preciso, antes de tudo, conhecer a fundo o funcionamento da Justiça Militar Estadual e a da União, que não contam com representantes no CNJ. "Isso é um absurdo. Não se pode verificar a relevância com números frios", diz o presidente do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo (TJM-SP), coronel Orlando Eduardo Geraldi, da Polícia Militar paulista.
Os militares argumentam ainda que a extinção desses tribunais traria repercussões negativas às tropas. A resposta rápida às infrações, segundo eles, repercute e tem um efeito preventivo grande. "A transferência dos casos para a Justiça comum transformaria as Forças Armadas em bandos", afirma o general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, presidente do STM desde março de 2010.
Para o coronel Geraldi, é preciso levar em consideração o efeito da demora dentro da tropa. A Justiça Militar paulista, de acordo com ele, é célere. No ano passado, o tempo médio de tramitação dos processos na primeira instância foi de 15 meses. Na segunda instância, de cinco meses. "Na Justiça comum, demoraria anos. O juiz militar é o da obediência. O civil, o da liberdade", diz.
Além da demora no julgamento, segundo o presidente do STM, há risco de um juiz civil colocar os crimes militares "na vala comum". Ou seja, considerar o crime de deserção apenas como falta ao trabalho ou julgar insignificante o caso de um militar flagrado dormindo ou com drogas dentro do quartel. "Julgamos com celeridade para manter a hierarquia e disciplina, os pilares básicos das Forças Armadas", afirma.
Em maio, por exemplo, o Superior Tribunal Militar expulsou do Exército nove soldados que dançaram funk ao som do hino nacional dentro de um quartel no Rio Grande do Sul. Os ministros classificaram o ato como "desrespeito e ultraje".
Juízes, defensores públicos e procuradores da área militar defendem, além da manutenção desses tribunais, a ampliação de suas competências. Querem, por exemplo, a análise de crimes de homicídio praticados por militares contra civis. "Em vez de duas décadas, o massacre do Carandiru teria levado quatro anos para ser julgado", afirma o juiz Ronaldo Roth, da 1ª Auditoria Militar de São Paulo.
Para a defensora pública Janete Zdanowski Ricci, há 30 anos atuando na Justiça Militar da União, o CNJ poderia encontrar um caminho alternativo: "Seria um novo modelo para aumentar a competência e elevar o volume de processos", diz.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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21/07/13 – Homenagem do governo brasileiro ao terrorista Carlos Marighella

21/07/13 – Homenagem do governo brasileiro ao terrorista Carlos Marighella

FONTE: AVERDADESUFOCADA
21/07/13 – Homenagem do governo brasileiro ao terrorista Carlos Marighella
 O nosso Congresso homenageia um assassino que matou e ensinou a matar! Quanta hipocrisia!
Luiz Osório Marinho Silva
Brasília, 20 de julho de 2013
 
O atual governo brasileiro, por intermédio dos poderes executivo e legislativo, apoia, de forma explícita, o terrorismo.
No dia 8 de julho de 2013, uma segunda-feira, no período das 11 às 14 horas, no Plenário do Senado Federal, foi realizada uma Sessão Especial, em homenagem ao centenário de nascimento do terrorista Carlos Marighella, autor do “Minimanual do Guerrilheiro Urbano”, um documento com detalhamento de táticas de guerrilha e de como causar morte e destruição ao inimigo, para servir de orientação aos movimentos revolucionários comunistas. 
A homenagem foi iniciativa do Senador do Amapá, pelo PSB, João Alberto Rodrigues Capiberibe. O requerimento foi também assinado pelos seguintes Senadores: José Sarney, do Amapá (PMDB); Lídice da Mata, da Bahia (PSB); Aloysio Nunes Ferreira, de São Paulo (PSDB); Randolfe Rodrigues, do Amapá (PSOL); Inácio Arruda, do Ceará (PC do B); Antônio Carlos Valadares, de Sergipe (PSB); e Rodrigo Rollemberg, do Distrito Federal (PSB). 
O traje previsto no convite era o passeio completo ou o uniforme correspondente. Mas, esse detalhe não foi obedecido e alguns convidados vestiam traje esporte. Nesse aspecto, a própria recepcionista do Senado dizia que naquele local não havia essa exigência. 
No Plenário do Senado, incluindo o presidente da Sessão Especial, senador João Capiberibe, e os demais componentes da Mesa Diretora, havia cerca de 80 pessoas, quase todas sentadas nas cadeiras destinadas aos senadores e algumas nas cadeiras laterais. As galerias estavam vazias. Apenas, em três ocasiões, pequenos grupos de visitantes, um deles de jovens evangélicos, guiados por funcionários do Senado, passaram rapidamente pelo local, tirando algumas fotos, sem entender, por certo, o triste significado para o Brasil de tal homenagem. 
Além do presidente da Sessão, fizeram parte da Mesa Diretora as seguintes pessoas: Lídice da Mata, Senadora; Carlos Camilo Capiberibe, Governador do Amapá (PSB); Janete Capiberibe, Deputada Federal do Amapá, pelo PSB; Paulo Abrão Pires Junior, Secretário Nacional de Justiça e Presidente da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça; Iara Xavier Pereira, ex-terrorista da ALN e atual representante do Comitê pela Verdade, Memória e Justiça do Distrito Federal; e Carlos Augusto Marighella, filho de um breve relacionamento do terrorista homenageado com Elza Sento Sé.
Cartazes colocados no Plenário do Senado diziam que “a Sessão Especial destinava-se a comemorar o centenário de nascimento do político e guerrilheiro Carlos Marighella”, mesmo tendo ele nascido em 2011. Deveria também ter sido acrescentado o termo terrorista, que melhor definiria a figura do homenageado pelo governo brasileiro. 
Foram citados, entre os convidados, alguns nomes, como os do Embaixador da Croácia e de representantes do governo cubano, além da ex-terrorista Zilda Paula Xavier Pereira, mãe de Iara Xavier Pereira e de Iuri e Alex Xavier Pereira, esses dois últimos mortos no confronto da luta armada, todos eles integrantes da Ação Libertadora Nacional (ALN), grupo terrorista criado por Carlos Marighella, para, segundo eles, combater a ditadura militar e restabelecer a democracia no Brasil. 
Durante as três horas da Sessão, transmitida em parte pela TV Senado, usaram a palavra, para enaltecer a “grande” figura de Carlos Marighella, as seguintes pessoas:
- Senador João Capiberibe, que disse ter sido militante da ALN e admirador do homenageado, razão pela qual tomou a iniciativa de propor a Sessão Especial. Em seu discurso, revelou o inconformismo em ter que passar, para ir ao seu gabinete do Senado, pela Ala Filinto Müller, chefe da polícia que prendeu e torturou Marighella, durante o Governo Vargas. Disse que já tentou mudar o nome da Ala, mas que foi derrotado pelos senadores conservadores. 
- Senadora Lídice da Mata, que comparou Marighella a outros heróis nacionais e recitou poesias do homenageado.
 - Senador Inácio Arruda, que também enalteceu os feitos do guerrilheiro. 
- Senador Randolph Frederich Rodrigues Alves, conhecido como Randolfe Rodrigues, que recordou as lutas políticas de Marighela contra a polícia de Fillinto Müller, as críticas ao então interventor da Bahia Juracy Magalhães e, principalmente, a sua participação como um dos principais organizadores da luta armada, após 1964, contra a “ditadura militar”. Como faz em seus pronunciamentos, deu um tom emotivo ao seu discurso. 
- Senador do Distrito Federal Cristovam Buarque, do PDT, que considerou o homenageado um herói nacional. 
- Senador Rodrigo Rollenberg, que depois de citar a necessidade do Brasil conquistar também a democracia econômica, lembrou a luta de Carlos Marighella e o colocou como um dos grandes líderes latino-americanos, na mesma categoria de Simón Bolívar, José Martí, Emiliano Zapata, Augusto Sandino e Ernesto Che Guevara. 
- Governador do Amapá Carlos Camilo Capiberibe, que disse ter nascido em Santiago do Chile, durante o exílio dos seus pais, que lhe deram o primeiro nome, Carlos, em homenagem ao líder guerrilheiro da ALN. 
- Iara Xavier Pereira, que falou da convivência, em sua juventude, com o homenageado, que muito lhe ensinou. Por essa razão, disse que recebeu, com orgulho, a missão de organizar o livro lançado pelo Ministério da Justiça, “Rádio Libertadora, a palavra de Carlos Marighella”. Comentou que tal livro envolveu um grande trabalho de pesquisa, tendo conseguido, inclusive, fitas originais com mensagens do líder da ALN para a Rádio Libertadora, criada para combater o chamado “golpe militar”. Informou que as gravações constam de um CD, que foi anexado ao livro. Citou também a presença de sua mãe, Zilda Xavier, que, em suas palavras, ainda luta para restabelecer a verdade sobre a morte dos filhos. E concluiu, com palavras contundentes, que os torturadores não podem ficar impunes. 
- Secretário Nacional de Justiça e Presidente da Comissão de Anistia Paulo Abrão Pires Junior, que ressaltou, em seu trabalho no Ministério da Justiça, três aspectos importantes: Justiça, Memória e Reparação. E que isso estava sendo feito em relação a Carlos Marighella, dizendo que o Estado Brasileiro reconheceu a sua responsabilidade pela morte do guerrilheiro e que o Ministro da Justiça, em Portaria Nº 2.780, de 8 de novembro de 2012, declarou Carlos Marighella anistiado político “post mortem” , nos termos do artigo 1º , inciso I, da lei Nº 10.559, de 13 de novembro de 2002. Falou ainda sobre a importância dos trabalhos da “Comissão Nacional da Verdade” e incentivou a outros militantes a também solicitarem as justas reparações. 
- Carlos Augusto Marighella, filho do homenageado, que destacou o exemplo do seu pai e agradeceu as homenagens e o reconhecimento do governo brasileiro. Disse, o que para um filho pode ser compreensível, mas não para quem conhece a verdadeira História do Brasil, que o seu pai deveria ser nome de ruas e avenidas em todas as cidades brasileiras  e que deveria ser construída uma estátua do bravo lutador na cidade de Brasília. Também indicou a outros ex-militantes da esquerda, que ainda não o fizeram, o caminho para reivindicarem os seus direitos. 
- Senador de São Paulo Eduardo Suplicy, do PT, que chegou ao Plenário por volta das 13 horas e depois de um pedido de aparte, pediu desculpas por não estar presente antes, dizendo que estava envolvido com os trabalhos de uma Comissão. Em breves palavras, destacou o papel de Carlos Marighella.

Por último, encerrando a Sessão, por volta das 14 horas, o Senador João Capiberibe e o Secretário Nacional de Justiça do Ministério da Justiça Paulo Abrão Pires Junior, em nome do Estado Brasileiro, entregaram ao filho de Carlos Marighela o Diploma de Anistiado Político, “post-mortem”, referente ao seu pai. Nessa altura, apenas metade das oitenta pessoas inicialmente presentes ainda permanecia no recinto. Com certeza, nem os antigos militantes da esquerda armada e seus familiares suportam três horas de discursos e de exaltadas manifestações de explícito endeusamento de pessoas que, na verdade, deveriam constar do lixo da História de qualquer país que tenha um mínimo de decência e de amor aos princípios éticos e democráticos.  E nem a maioria do povo brasileiro, que luta, nos dias atuais, por mais saúde, educação e segurança, está interessado nessa campanha de exaltação aos terroristas e de revanchismo contra as Forças Armadas, que têm recebido, desse mesmo povo, o maior índice de credibilidade, como Instituição Nacional e Permanente a serviço da Pátria. 
No decorrer da Sessão, os telefones celulares tocavam e eram atendidos normalmente, bem como conversas paralelas ocorriam, enquanto os oradores, da Tribuna do Senado, destacavam as pretensas qualidades do homenageado. Após as palavras de cada orador, as palmas foram tímidas e rápidas, quase por obrigação. Apenas houve aplausos um pouco mais acentuados, após as palavras da ex-terrorista Iara Xavier Pereira, talvez pela citação da presença da mãe, que foi apaixonada pelo fundador da ALN e se tornou a sua principal porta-voz, além de manterem um relacionamento íntimo. Em tudo isso, parece que o principal interesse dessa gente é o lado financeiro, na busca do enriquecimento pessoal. 
Vale ressaltar que foi colocado, em cada cadeira do Plenário do Senado, incluindo as laterais, o livro “Rádio Libertadora, a Palavra de Carlos Marighella”, patrocinado pelo governo brasileiro, por intermédio do Projeto Marcas da Memória, da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça. No decorrer da Sessão, funcionários do Senado recolheram os exemplares das muitas cadeiras vazias. Esse livro, organizado pela ex-terrorista Iara Xavier, foi editado em 2012, com encadernação de luxo, com tiragem de 3.000 exemplares, podendo ser reproduzido livremente, desde que citada a fonte. 
Quanto custou a edição desse livro em homenagem a Carlos Marighella, que representa uma clara apologia às ações terroristas? Mas, nas palavras de Paulo Abrão, Secretário Nacional de Justiça, esse livro é um documento raro e com um duplo propósito: servir para estudos e conhecimento do contexto da história recente do Brasil e ao mesmo tempo de homenagem a um bravo líder da resistência brasileira. 
Os ex-terroristas e ex-militantes da esquerda armada, que hoje estão no poder, perderam totalmente a vergonha. Demonstram, por palavras e ações, que nunca se arrependeram de suas atividades criminosas e até dizem sentir orgulho pelos atos praticados, como se fossem verdadeiros heróis brasileiros que lutaram para implantar no Brasil uma legítima democracia. O que eles queriam, de fato, era instalar uma ditadura comunista, espelhada nos exemplos da então União Soviética, de Cuba e da Albânia. E para isso praticaram assaltos à mão armada, explodiram bombas, realizaram sequestros de pessoas e aviões e cometeram assassinatos e atos de violência e terror, inclusive contra pessoas inocentes, além do justiçamento de próprios companheiros. Hoje, eles usam o poder para o rápido enriquecimento dos seus companheiros, promovendo e incentivando uma orgia de ricas indenizações e polpudas pensões, com o dinheiro público dos altos impostos pagos pelos brasileiros. E, na fragilidade de nossa democracia, montaram a maior rede de corrupção que jamais existiu neste país. E como não conseguiram implantar tudo isso bem antes, ainda na década de sessenta do século passado, eles odeiam os militares que os combateram e os derrotaram, impedindo o Brasil de se tornar um país comunista. 
Mas, nem todos que lá estavam concordam com essa farsa histórica, montada com o dinheiro do contribuinte brasileiro, na tentativa de mostrar que os terroristas eram verdadeiros anjos, lutando contra uma “ditadura sanguinária”. E nem todos os brasileiros aceitam, passivamente, continuar vivendo nesse pesadelo, que tenta perpetuar um grupo no poder e podar as liberdades e garantias individuais.
 Não será uma comissão dita da verdade que determinará a inversão da História recente do nosso país, transformando, com atos oficiais do governo, terroristas em heróis e assassinos e criminosos em homens de bem.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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20/07/2013 - Deputado Pimenta apresenta emenda ao projeto 4373

20/07/2013 - Deputado Pimenta apresenta emenda ao projeto 4373

pimenta 300x252 Deputado Pimenta apresenta emenda ao projeto 4373

FONTE: PAULOPIMENTA

Após diversas reuniões realizadas com integrantes do Quadro Especial, o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) apresentou uma emenda ao substitutivo do projeto de lei 4373, que tem a relatoria sob responsabilidade do deputado federal Paulo Cajado (DEM-BA). Pimenta ressalta que todas as ações em prol dos militares estão sendo construídas por meio de constantes diálogos com representações da classe.

O parlamentar destaca ainda que chegou o momento de unir forças e fazer com que o projeto avance. Para isso, Pimenta salienta a importância da mobilização da classe, cobrando de seus representantes o apoio ao projeto e sua inclusão na pauta de votações da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional.
click aqui e: Conheça a emenda

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20/07/2013 - Oficiais temporários A 4ª Região Militar (4ª RM)

20/07/2013 - Oficiais temporários A 4ª Região Militar (4ª RM)

Oficiais temporários
A 4ª Região Militar (4ª RM), que abrange a área do Estado de Minas Gerais exceto a área do Triângulo Mineiro, abrirá a partir da próxima terça-feira, 23, as inscrições para incorporação e prestação do Serviço Militar pelos Médicos, Farmacêuticos, Dentistas e Veterinários de forma transitória e por tempo determinado, para o exercício de atividades técnicas especializadas no âmbito do Exército Brasileiro. Os interessados poderão se inscrever até o dia 26 de agosto. Outras informações podem ser obtidas pelo site: http://www.4rm.eb.mil.br/site/ . leia processo em PDF

FONTE:  GAZETADESAOJOAODELREI
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20/07/2013 - Parceria entre Prefeitura e Exército atende 100 crianças

20/07/2013 - Parceria entre Prefeitura e Exército atende 100 crianças

Da Reportagem - FONTE: DIARIODECUIABA

A Prefeitura de Cuiabá firmou na quarta-feira (17) o convênio com o Exército Brasileiro para o desenvolvimento do projeto "Forças no Esporte - Profesp", que tem como objetivo ajudar a melhorar a qualidade de vida de crianças e jovens carentes de Cuiabá.

São atendidas ao todo 100 crianças, com idades entre 7 e 15 anos, dos bairros Renascer, Jardim Colorado e Pedregal que frequentam os serviços de convivência e fortalecimento de vínculos na assistência social e também crianças do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) e do Siminina.

Durante três dias por semana, pela manhã, os participantes vão até o 44º Batalhão de Infantaria Motorizada para praticar esportes, ter aulas de reforço escolar e atendimentos médico e odontológico. As atividades serão desenvolvidas até dezembro e a Prefeitura de Cuiabá fornece o transporte e uniforme às crianças.

“É muito satisfatório ser parceiro desse projeto. A Prefeitura de Cuiabá faz questão de apoiar iniciativas como esta, que promovem a inclusão social por meio da prática de esportes”, afirmou o secretário municipal de Assistência Social, José Rodrigues Junior.

A primeira-dama Virginia Mendes ressalta a importância do projeto no futuro dessas crianças. “Ao conviver com pessoas de bem e disciplinadas, como acontece dentro do Batalhão, as crianças também aprendem cidadania, respeito e disciplina, para no futuro também se tornarem pessoas de bem”, disse.

Segundo o Major Darlan, ao iniciar o projeto, todas as crianças passam por avaliação médica e odontológica e são avaliadas constantemente. “Além da mudança na saúde, as crianças também têm uma mudança significativa no comportamento. Muitas chegam aqui arredias e ansiosas. E isso vai mudando ao longo do projeto. Elas aprendem, por exemplo, a dar a vez, ajudar o próximo e a respeitar os mais velhos. Algumas crianças não têm a atenção dos pais ou familiares para ensinar essas noções. É gratificante fazer esse trabalho e fazer a diferença na vida desses jovens”.

O projeto "Forças no Esporte - Profesp" é desenvolvido pelo Exército Brasileiro e Ministério da Defesa em parceria com a Prefeitura de Cuiabá, Ministério do Esporte e Sistema Sesi/Fiemt. (Ana Assumpção/Secom)
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