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31/01/2015 - Meta Eficiência, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato

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Oficial-general destaca ainda determinação e vontade como valores que carrega desde Escola Preparatória de Cadetes do Ar.
Eficiência. É essa a meta do novo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato. Nascido em São Gabriel e criado em Santa Maria, o gaúcho de 63 anos revela um estilo tranquilo, mas decisivo ao falar de trabalho. Ao assumir a função máxima da sua carreira, o militar contou como, ao longo de 46 anos de serviço, enfrentou e superou desafios com a mesma determinação e humildade aprendida com a família.
Na entrevista, o oficial-general revela os dois valores que carrega consigo desde a Escola Preparatória de Cadetes do Ar: determinação e vontade.

Por que o senhor ingressou na Força Aérea?
Sou o único militar de uma família que trabalhava com arroz. Meu pai, meu padrinho e meu tio plantavam. Mas eu gostava de avião e de barco quando era pequeno. Eu cresci em Santa Maria e na época não tinha Base Aérea, mesmo assim, eu gostava de avião. Naquele tempo, quando eu era pequeno, havia uma revista em quadrinhos de faroeste com muita propaganda da Escola de Especialistas da Aeronáutica. E eu jogava futebol de botão com o irmão mais novo de um aluno da EPCAR [Escola Preparatória de Cadetes do Ar, localizada em Barbacena (MG)].
Tenho até hoje guardado um livreto de Barbacena. Era um caderninho bege, com um F-8 Gloster na capa. Como eu já estava no primeiro ano do segundo grau, disse: “Vou estudar isso aqui”. Estudei, estudei, estudei. Lembro que meu pai estava fazendo uma casa, a casa que ele mora hoje, e eu ficava embaixo de uma árvore, nos dias quentes de verão, estudando. Fui até Canoas de trem para fazer a prova.
Cheguei ao COMAR [Quinto Comando Aéreo Regional, em Canoas (RS)] e fiquei lá, admirado com tudo. Lembro que a prova era de múltipla escolha e eu não conhecia o estilo. Mas vi que não era difícil de fazer. O fiscal de prova falou assim: “Tu não vai fazer cálculo?” É que eu achei mais fácil a prova que tinha as respostas. O ensino na escola Manoel Ribas, pública, era muito bom. Recebi um telegrama depois. “Se apresente em Porto Alegre”. Passei de primeira e fui lá ver o que era.

A família do senhor apoiou?
Lembro que me apoiaram. Fiz os exames todos, e fui pra Barbacena. Eu era um dos mais velhos da minha turma, sempre fui. Havia colegas que entraram com 15 anos, mas eu já estava com 17. Eu tinha determinação e vontade, vontade de fazer as coisas. Casa com oito filhos é assim: às 8 horas era café da manhã, meio-dia era almoço e 19 horas o jantar. Ai de quem não estivesse presente. Isso é disciplina.

E agora, que o senhor se tornou Comandante da Aeronáutica, eles ficaram orgulhosos?
Sempre que eu dizia para o meu pai das promoções, ao longo da carreira, ele gostava, sentia orgulho. Mas recentemente eu disse pra ele: “Pai, vai coincidir de quando eu estiver completando o meu tempo, haverá mudança no Comando da Aeronáutica, e existe essa possibilidade de eu ir para lá”. Ele demonstrou satisfação, mas isso era só uma possibilidade. Então liguei para minha irmã que estava em Santa Maria, e contei. E a reação da Veranice: “Então você vai trabalhar mais”. Que incentivo!

E o senhor esperava chegar até o Comando da Aeronáutica?
Eu nunca esperei nada. Sempre tive um pensamento: trabalhe e faça seu serviço. O Tenente-Brigadeiro Saito sempre me disse muito: “Faça o seu serviço”. Sempre convivi muito com ele. Eu era major quando ele me disse isso: “Se for tenente, seja tenente; se for capitão, seja capitão; se for major, seja major”.
“Faça a sua parte, faça seu serviço”. Eu nunca fui em busca de ser comandante de esquadrão. Nunca fui atrás de ser piloto de caça. Fui indicado e não imaginava porque sempre tive um comportamento mais humilde. Quando na Academia me disseram: “Você vai fazer o voo dos 16 aviões” foi uma surpresa para mim. Eles escolheram os que voavam melhor e me colocaram para voar. Depois, fui indicado para a Aviação de Caça. Nunca me escalei para absolutamente nada. Nunca.

São 45 anos de carreira. Qual época foi mais marcante?
O Esquadrão Joker, em Natal, me marcou. Eu lembro que a gente voava muito. Éramos amigos mesmo. Isso era muito bacana. Foi entre 1988 e 1989, quando fui comandante. O meu segundo comando, no Esquadrão Centauro, em Santa Maria, entre 1995 e 1996, também foi muito importante. Era um grupo extremamente unido. Eu fazia a unidade se unir. A gente trabalhava como se fosse uma família.

O senhor também voou aeronaves de transporte e de patrulha. Como foi essa experiência?
Virei piloto de transporte quando fui instrutor da EAOAR [Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica] e lá voava a aeronave C-115 Búfalo. Já o P-95 Bandeirante Patrulha só voei porque eu estava no Parque de Material Aeronáutico dos Afonsos, onde servi. E lá o efetivo voava em todos os modelos que faziam manutenção no Parque. Eu não sou piloto operacional de patrulha, mas voei no avião de patrulha. Já no caso do transporte, eu me tornei piloto operacional. Fiz inclusive missões de lançamento de paraquedistas.

Essa diversidade de experiências ajudou na carreira?
Há uma coisa interessante: nunca voei muito, mas tive sempre a oportunidade de estar em lugares em fases de formação, de desenvolvimento ou de criação. Quando eu estava em Natal, na época da formação como piloto de caça, o Esquadrão Seta, que depois foi desativado, estava em fase de criação. Já em Fortaleza, o Esquadrão Pacau estava praticamente sendo recriado, com conceitos novos.
Em seguida, em Santa Maria, o Esquadrão Centauro estava em fase de inauguração. Quando fui para o Paraguai, a Força Aérea Paraguaia estava criando o esquadrão de Xavante deles, tarefa realizada com o auxílio do Brigadeiro Saito. Depois, quando eu voltei para Natal, o Joker foi transformado em esquadrão de caça. Eu estava lá nesse evento de transformação. Na minha passagem pelo COMGAR [Comando-Geral de Operações Aéreas], o Tenente-Brigadeiro Burnier era muito criativo, inovador.
Foram cinco meses de inovações. Quando fui promovido a Brigadeiro, no COMGAP [Comando-Geral de Apoio], o Brigadeiro Saito também adotava uma postura diferente no comando. Então eu tive oportunidades de criar coisas novas, de fazer coisas novas. Até no Comando do COMGAR, em 2014, junto com o Major-Brigadeiro Egito, um grande planejador, fizemos a modificação do COMDABRA [Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro] e do CCOA [Centro Conjunto de Operações Aéreas]. Foi uma grande mudança estrutural.
Tudo que você quer inventar de novo, tem riscos. Tem que brigar por coisas novas. O que te empurra para frente é essa vontade de ver coisas novas.

O que esperar, agora, à frente do Comando da Aeronáutica?
A gente sempre pode achar que não tem o que melhorar, mas tem. Temos que melhorar a nossa gestão administrativa, a nossa estrutura organizacional. Sobre Bases Aéreas, não tenho dúvida de que a nossa estrutura caducou com os anos.Há setores ótimos. A parte operacional, por exemplo, está equiparada com o que há de melhor do mundo. Mas a nossa parte administrativa, a parte gerencial, não. Pode até ser uma crítica para mim mesmo.

E qual será a meta de Comando?
Eficiência. Melhorar a produtividade. Eu não critico os meios da Força Aérea. Eu não acho que nós estamos ruins. Tem E-99, H-36, AH-2, P-3, o P-95 está sendo modernizando... Precisamos melhorar nossa gerência, nossas Bases, nosso pessoal. E aqui eu tenho que falar para o Alto-Comando. Para mim, o Alto-Comando é um grupo unido, que pensa de forma homogênea, e que está com o pensamento alinhado com a Força. Eu gosto ainda de pesquisas e de ouvir especialistas. E o Brigadeiro Saito sempre me fala para ouvir. Eu disse para ele: “O senhor vai embora, mas vou continuar o consultando, viu?”. Aliás, consultar todo mundo. Isso sempre é bom.

Além da parte operacional, quais as metas do senhor para a gestão do controle do espaço aéreo?
O controle de tráfego aéreo no Brasil é considerado como um dos melhores controles do mundo. Nós estamos acompanhando a evolução da demanda e usamos alta tecnologia para atividades de comunicação e de vigilância.

Brigadeiro, falando em investimentos, como é que o senhor vê a evolução da indústria brasileira na área de defesa?
Um país que quer ser grande, se destacar em tecnologia, em equipamentos, tem que ter a sua própria capacidade tecnológica. Então a Força Aérea é pioneira nisso, desde a criação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, o ITA. E continuamos estimulando muito a indústria nacional. O país que quer ser ouvido, que quer ter presença, tem que ter a sua indústria, tem que ter o domínio da tecnologia. Se não tiver tecnologia, não tem nada.

Qual a primeira mensagem que o senhor gostaria de dizer para os 77 mil militares e civis que integram a Força Aérea?
Confiança. E aceitar desafios. Vamos trabalhar, vamos aperfeiçoar.

 FONTE:  PortalBrasil
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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31/01/2015 - Aluno com a nota mais alta do Sisu na UFJF desistiu da carreira militar

Com 814 pontos, Daniel Lana passou para o curso de medicina.
Ele era aluno da EpcAr, uma das principais escolas militares de Minas.

Rafael Antunes Do: G1 Zona da Mata
O mineiro Daniel Ferreira Lana e Silva, de 20 anos, estava prestes a entrar para a Aeronáutica, em 2013, depois de estudar em um dos principais colégios militares do país, a Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EpcAr), em Barbacena, no Campo das Vertentes. E ser aluno da EpcAr é enfrentar um processo seletivo pesado. Para se ter ideia, em 2014 foram mais de nove mil estudantes disputando as 180 vagas disponíveis, em uma bateria de testes que durou cerca de cinco meses, entre provas objetivas de diversas disciplinas, inspeção de saúde, teste físico, exame psicológico e concentração final. Depois de fazer os três anos do ensino fundamental Escola Preparatória, Daniel jogou a toalha, deixou a carreira militar para trás e foi tentar o vestibular de medicina na Universidade Federal de Juiz de Fora(UFJF). Resultado: foi o aluno com a maior pontuação na instituição, somando 814,02 pontos no Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

O segredo para o sucesso, o estudante entrega sem rodeios: disciplina. “O mais importante é a disciplina, o foco nos estudos. Você precisa ter vontade de passar  e colocar isso na cabeça”, disse.
E persistência. Porque este não foi primeiro vestibular da UFJF que Daniel encarou. Em 2013, o estudante conseguiu fazer 722 na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cerca de 90 pontos a menos do que precisava para garantir uma das 180 vagas disponíveis para a faculdade de Medicina. “Ali, o que me atrapalhou foi a redação. O estilo cobrado no Enem era diferente do que eu estava acostumado a fazer na escola”, disse.
MilitaresBrasil 
Daniel estava prestes a ingressar na Aeronáutica
(Foto: Daniel Lana/Arquivo Pessoal)
A tentativa frustrada só serviu para estimulá-lo ainda mais. A redação, que foi uma decepção em 2013, agora teve um papel importante na conquista do estudante. Daniel conseguiu tirar 960 pontos, ficando a 40 pontos da nota máxima. "Para melhorar meu texto, procurei um cursinho com algum professor apto a trabalhar essa parte. Isso foi o que me ajudou e o que moldou minha redação." O agora universitário contou que precisou fazer vários textos para se acostumar a escrever para a prova. "Pelo menos uma vez por semana eu tinha que produzir um (texto). Às vezes, eu tinha que buscar temas de anos anteriores ou pesquisar assuntos atuais na internet", lembrou.
Daniel cursou o ensino fundamental em uma escola particular de Barbacena. Depois, foi para uma escola pública, onde concluiu os dois primeiros anos do ensino médio. Quando passou para a EpcAr, ele começou o primeiro ano novamente. Mesmo tendo perdido dois anos em relação aos colegas da mesma idade, o jovem sabe que a disciplina militar foi essencial. “A rotina pesada sempre me ajudou muito, principalmente na disciplina. Você se acostuma a fazer tudo no horário certo, inclusive estudar”, afirmou.
O mais importante é a disciplina, o foco nos estudos. Você precisa ter vontade de passar  e colocar isso na cabeça"
Daniel Ferreira Lana e Silva
Medicina nem sempre foi a primeira opção do estudante. Ele chegou a cogitar seguir carreira na Aeronáutica. “Eu entrei com dúvidas. Em alguns momentos, queria continuar, em outros não. O que pesou foi a falta de afinidade com a carreira em si. O que me ajudou a decidir foi a orientação vocacional que tive com uma psicóloga da escola”, disse.
Assim que se formou na EpcAr, em 2013, Daniel começou a estudar por conta própria. Em alguns momentos, priorizava os estudos a todo custo e esquecia do lazer e da diversão. No entanto, viu que não conseguia render a mais por causa disso. Em 2014, não quis repetir os erros. Fez questão de tirar algumas horas por dia para passar com seus pais e suas duas irmãs.
As matrículas dos novos alunos da UFJF acontecem nos dias 2 e 3 de fevereiro e variam de acordo com o curso, conforme pode ser verificado neste link. O início das aulas está previsto para a primeira semana de março.
MilitaresBrasilDaniel cursou o ensino médio na EpcAr entre 2011 e 2013 (Foto: Daniel Lana/Arquivo Pessoal)
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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31/01/2015 - Ex-pracinha reencontra filho após 43 anos em Londrina

Histórias são o que não faltam na biografia do paulista José Soares Neto. É só travar cinco minutos de prosa com o ex-pracinha da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que logo se percebe quanta emoção permeia a trajetória do ex-combatente da 2ª Guerra Mundial. Morador de Londrina há mais de 60 anos, Soares, ou "José do Lenço" como é conhecido na cidade, venceu a luta contra as tropas alemãs, sobreviveu a um tiro que devastou um dos lados de sua audição, dominou estradas paranaenses como caminhoneiro e agora, aos 93 anos, teve a oportunidade de reencontrar um filho após 43 anos de separação.

A participação de Soares no Exército Brasileiro foi importante para o desenrolar de mais este capítulo na vida de "José do Lenço". Foi ao ver uma foto do ex-pracinha paramentado com a antiga farda que o pastor Roberto Silva Soares, de São Paulo, o reconheceu. A imagem, feita pelo fotógrafo Anderson Coelho, para uma reportagem da Folha de Londrina, em 2012, foi encontrada por Roberto na internet, no final do ano passado. Era o primeiro passo para que ele pudesse chegar mais perto do pai. "Meu genro logo viu a semelhança nos traços e disse: não tenho dúvidas que ele é o seu pai", relata.

Os demais familiares de Roberto o apoiaram na busca por Soares. Com auxílio da filha Kelly, o pastor obteve o endereço do ex-pracinha e preparou as malas com a esposa, Maria, rumo a Londrina. Todo o processo levou dois meses. "Tinha dúvidas sobre como ele me receberia, mas vim preparado para tudo. Nunca deixei de procurá-lo", diz o filho, que até então desconhecia que o pai tivesse ido para a guerra.

O reencontro aconteceu no domingo passado. Pai e filho não se viam desde o início da década de 1970. Ambos contam que a primeira esposa de Soares, a mãe de Roberto, foi embora de Londrina com o menino quando ele tinha 4 anos de idade. Em São Paulo, ela formou uma nova família. Soares chegou a se encontrar com o filho, então com 20 anos, quando viajou para regularizar o divórcio com a ex-mulher. Eles não se deram muito bem e acabaram afastados pelo tempo e a distância. "Eu o procurei no endereço que aparecia em uma das cartas dele, mas meu pai já tinha se mudado havia cinco anos", assinala Roberto.

Ver o filho em frente à casa dele perguntando sobre um senhor chamado José Soares Neto encheu o aposentado de surpresa. "Eu sabia que existia uma criança minha. Ele provou  quem era, mostrou que não estava mentindo", conta Soares. A conversa entre os dois foi só aumentando. Marcaram encontros para os dias seguintes e foram colocando, aos poucos, o assunto em dia.

Casado novamente, o militar já era pai de duas filhas, sendo uma delas falecida, e avô de duas moças. Teve a família ampliada ao reencontrar Roberto: ganhou nora, mais três netos e outros seis bisnetos. "A família tem que crescer", brinca ele. Pai e filho se preparam agora para estreitar ainda mais os laços que a vida tornou a unir. "Estamos conversando sobre ele [Soares] ir a São Paulo nos visitar. Ele tem familiares na região de Santo André, então fica bem mais fácil", comenta Roberto.
fonte: bondenews
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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31/01/2015 - Carnaval no AM terá PF e Exército no combate ao narcotráfico, diz SSP


Ação será realizada na tríplice fronteira, segundo o delegado Sérgio Fontes.
Operações poderão iniciar antes do Carnaval para evitar fluxo de drogas.
Adneison Severiano
Do G1 AM

A Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) anunciou que deverá realizar operações conjuntas com o Exército e a Polícia Federal para combater o narcotráfico no Amazonas. De acordo com o novo secretário de Segurança, delegado Sérgio Fontes, o início das operações deve ocorrer antes do carnaval, para interceptar cargas de drogas vindas de países vizinhos, que seriam comercializadas nesse período.

O território do Amazonas fica interligado a uma das principais rotas do tráfico de entorpecentes no país – a tríplice fronteira (Brasil, Colômbia e Peru). A faixa de fronteira, segundo Fontes, será alvo do trabalho articulado pela SSP-AM.
O delegado explicou que as principais prioridades do governo estadual envolvem ações para evitar crimes contra a vida, combatendo o tráfico de drogas e organizações criminosas no estado.
"Temos ciência que a criminalidade organizada é vetor de todos os crimes, seja grande ou pequeno, principalmente o narcotráfico. Somos vizinhos dos maiores produtores de cocaína do mundo, que são a Colômbia e o Peru. Essa vizinhança para o Amazonas e todo o Brasil não é boa porque a droga entra no país, sendo que a grande quantidade fica aqui. Esse mercado de drogas que faz os crimes de homicídio e crimes bárbaros. A criminalidade pequena também é financiada pelo narcotráfico", explicou o secretário.
Fontes disse que, atualmente, a Secretaria de Segurança trabalha no planejamento das operações conjuntas. As tropas farão ações de bloqueio e patrulhamento nos rios. A SSP informou ainda que irá se reunir com o Comando Militar da Amazônia (CMA) para tratar sobre o assunto e definir as ações prioritárias.
"Queremos que elas comecem o mais rápido possível no mês de fevereiro. Talvez antes do carnaval. A nossa intenção é que ocorra antes do carnaval para o fluxo maior de drogas fosse bloqueado, regerando a redução da oferta. Depende da logística, mas tenho equipes trabalhando no Alto Solimões preparando essa operação", ressaltou Fontes.
A proposta da Secretaria de Segurança Pública, segundo o delegado, é realizar operações periodicamente. A SSP-AM pretende ainda realizar trabalhos pontuais em Manaus com Polícias Civil e Militar. "Não basta ser somente antes do Carnaval. É preciso as ações em um fluxo cada vez mais constante e sequenciado, porque, se vamos a um local e não voltamos mais, o traficante retorna tranquilamente. Temos que aturar essas vias de acesso até eles procurem outras vias", justificou o secretário.
Ainda não há informações conclusivas sobre o efetivo das forças estaduais e federais que serão empregados nas ações. A Polícia Federal no Amazonas informou ao G1, por meio da assessoria de comunicação, que reuniões estão sendo realizadas para definir a integração do Estado com a PF. A reportagem tentou contato com o Comando Militar da Amazônia (CMA), mas não obteve sucesso.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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31/01/2015 - Jovem é preso com armas, munições e uniforme do Exercito em Maceió

31/01/2015 - Jovem é preso com armas, munições e uniforme do Exercito em Maceió

Rogério Bernadino da Silva, 20, foi preso no bairro da Cidade Universitária.
Ele estava com um mandado de prisão por porte ilegal de armas.

Carolina Sanches Do: G1 AL
Um jovem foi preso com armas, munições e um uniforme completo do Exército Brasileiro, na noite de sexta-feira (30). Rogério Bernadino da Silva, 20, foi detido no bairro da Cidade Universitária, próximo ao Sistema Prisional de Maceió.
De acordo com o Centro Integrado de Operações da Defesa Social (Ciods), a prisão de Silva foi feita por militares da Radiopatrulha em cumprimento a um mandado de prisão.
Na residência do suspeito, os policiais encontraram duas armas de fogo, um quadro de moto roubada e o uniforme completo do Exército Brasileiro.
O preso foi levado para Central de Flagrantes da Polícia Civil, no bairro do Farol, onde foi autuado por porte ilegal e receptação de armas.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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31/01/2015 - Simulador de tiro para treinamento

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Finep financia simuladores para treinamento das Forças Armadas.

Graças a um financiamento de aproximadamente R$ 550 mil da Finep, a EBTS (Empresa Brasileira de Treinamento e Simulação) desenvolveu um simulador de tiros com tecnologia genuinamente nacional capaz de se adaptar totalmente às necessidades de treinamento dos militares e policiais brasileiros e com suporte técnico diferenciado. A inovação já está em uso pelo Exército Brasileiro, pela Policia Militar da Bahia, do Distrito Federal e, futuramente, de Minas Gerais, além da PM e Polícia Civil de Alagoas.
Os simuladores, que contam com múltiplas telas de projeção, são empregados no treinamento de tiro com armas letais e não letais, tanto nas fases iniciais dos futuros policiais, como também no aprimoramento de técnicas e táticas de enfrentamento. A tecnologia utilizada é inédita no País e é dominada por um seleto grupo de empresas internacionais.
“A EBTS passou a ser uma das poucas empresas mundiais que domina esta tecnologia. Conseguimos colocar o Brasil na vanguarda tecnológica na América Latina em termos de simulação de combate e de uso da força policial”, destaca Adolfo Jachinski Neto, diretor da EBTS, ressaltando a importância da valorização da base industrial de defesa brasileira.
fonte:   FINEP
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31/01/2015 - Tenente Brigadeiro do Ar JOSELI se despede do GSI

No dia 09 Jan 15, em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, o Tenente Brigadeiro do Ar Francisco Joseli Parente Camelo, após 12 anos no GSI, transmitiu o cargo de Secretário de Coordenação e Assessoramento Militar ao Brigadeiro do Ar Luiz Alberto Pereira Bianchi.
Presidido pelo Ministro de Estado Chefe do GSI, General de Exército José Elito Carvalho Siqueira, o evento contou com a presença do Ministro de Estado Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Soldatelli Rossetto, de autoridades civis e militares e de servidores da Presidência da República. fonte: GSI
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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31/01/2015 - Revisão do SOLDO MILITAR

MilitaresBrasil
Revisão do SOLDO  Portal Militar - Paixão pelo Brasil!
MILITAR
1995 – 2015 - Vinte anos de injustiça
Em janeiro de 2015, os subsídios dos membros do Congresso Nacional serão: R$ 33.700,00 (trinta e três mil e setecentos reais). Sem honrosas exceções. 
Levando-se em conta os salários dos membros do Congresso Nacional de janeiro de 1995, arredondados para R$ 2.000,00 (dois mil reais) e os atualizados para 2015 R$ 33.700,00, verifica-se em relação a 1995, um aumento de R$ 31.700,00 (trinta e um mil e setecentos reais), ou seja, um aumento  1.585% (mil quinhentos e oitenta e cinco por cento). COM DESONROSAS ATUAÇÕES!!! ...Sessão secreta... Voto secreto... Mensalão, Petrolão, etc. e tal... (...).

 Militares: Na hora de serem remunerados
Em meus comprovantes mensais de rendimentos temos:

Em janeiro de 1995  constam vencimentos de R$ 736,40 (setecentos e trinta e seis reais e quarenta centavos).
Em janeiro de 2015 constam vencimentos de R$ 4.573,36 (quatro mil quinhentos e setenta e três reais e trinta e seis centavos), verifica-se  um aumento de R$ 3.836,96 (três mil oitocentos e trinta e seis reais e noventa e seis centavos), ou seja, um aumento de 521% (quinhentos e vinte um por cento)

Conclusão: PARLAMENTARES.....Tiveram  no período de 1995 a 2015, aumento de ..........1.585%

Militares....................................Tiveram no período de 1995 a 2015,  (Pífios  ???) ................521%

Diferença assombrosa.........................................................................   1.064%

Observação. Os 1.585%, que corrigiram os subsídios dos parlamentares nestes vinte anos, se aplicados em meus vencimentos de 1995 - R$ 736, 40,  meus vencimentos seriam R$ 12.408,34. (doze mil quatrocentos e oito reais e trinta e quatro centavos)

Por não cumprir a revisão anual o governo está mensalmente me lesando em R$ 7.834,98 (sete mil oitocentos e trinta e quatro reais e noventa e oito centavos).
Note bem: De duas, uma: ou os parlamentares aumentaram seus subsídios de forma justa, 1.585% e estão dentro da legalidade, e neste caso, devem-se conceder reposições com o mesmo índice aos militares ( a inflação oficial é igual para todos); ou é imperativo atestar que os parlamentares exorbitaram na prerrogativa de auto concederem aumentos. Sendo necessário apurar o quanto erraram. 

Ah! Que fique claro: todas as vezes que o Congresso Nacional se reuniu para auto conceder reajuste; sempre foi afirmado que apenas estavam repondo perdas decorrentes da inflação.
Juram de pés juntos que isto é democracia. Haja gente besta pra acreditar e frouxa para tolerar! Tergiversação! Ignomínia! 
É responsabilidade precípua de Comando: “zelar pelas condições de vida digna dos seus comandados, tanto quanto pela manutenção da disciplina e dos deveres castrenses”. Cel. Walter

Com a premissa acima, onde fica a responsabilidade de mais de uma centena generais, pela assombrosa injustiça imposta aos seus subordinados...

"Quando a guerra grassa e o perigo é iminente, Deus e os Soldados são o grito do povo.
Quando a paz é feita e todas as coisas são reestabelecidas, Deus é ignorado e os Soldados esquecidos."
(Ditado Inglês)
JUNTOS SOMOS FORTES!

FONTE: SARIDES
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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30/01/2015 - Direito de acumular cargos pode ser estendido a professores militares

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Gorette Brandão
Os profissionais do magistério das Forças Armadas podem conquistar o direito de acumular um cargo público civil na mesma atividade. A possibilidade de acumulação já foi garantida aos profissionais de saúde militares pela Emenda Constitucional 77. A nova proposta (PEC 2/2014) está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
O texto tem como primeiro signatário Eduardo Lopes , suplente de Marcelo Crivella (PRB-RJ). Lopes ocupou a vaga por quase dois anos, até março de 2014, enquanto o titular esteve licenciado para exercer o cargo de ministro-chefe da Secretaria de Pesca e Aquicultura.
Lopes afirma, ao justificar a iniciativa, que a nova exceção também atende o interesse público. Declara que o Plano Nacional de Educação (PNE) tem como meta universalizar o atendimento escolar a toda população de 15 a 17 anos, até 2016. Para isso, o país depende de maior disponibilidade de professores.
“Cremos que permitir aos militares do quadro do magistério a cumulação de um segundo cargo poderá contribuir grandemente para a consecução do PNE, inclusive nas áreas com baixa oferta de mão de obra qualificada”, salienta o autor.

Regra constitucional
A vedação à acumulação remunerada de cargos públicos é a regra geral adotada pela Constituição, com permissão apenas para três possibilidades de combinação: de dois cargos de professor; de um cargo de professor com outro técnico ou científico; e de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas.
Nenhuma das hipóteses, contudo, se aplicava aos membros da carreira militar. Em harmonia com o texto constitucional, os estatutos militares determinam a exclusão da função ativa e passagem automática para a reserva não remunerada (sem ganhos) do oficial que assumir cargo público permanente fora da carreira militar. Os praças são licenciados.
Com a promulgação da Emenda 77, em fevereiro de 2014, que se originou de PEC de autoria de Crivella, o direito à acumulação foi estendido aos militares das carreiras de saúde. Pelo texto, o exercício da atividade militar deverá prevalecer sobre as demais.
Um dos argumentos para a adoção da medida foi a necessidade de se conter a evasão de médicos da carreira militar. Além disso, o próprio governo desejava contar com médicos militares para a melhoria do atendimento à população que depende dos serviços públicos de saúde, principalmente em regiões onde há escassez de profissionais.

Tramitação
Outros 28 senadores subscrevem a proposta, que vai a Plenário, para exame em dois turnos, caso seja acolhida pela CCJ. Se finalmente aprovada, com votação mínima favorável de dois terços dos senadores, seguirá então para a Câmara dos Deputados, onde será submetida a ritos similares de análise.
 Acompanhe a tramitação da PEC 2-104.Leia a íntegra da Proposta.
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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30/01/2015 - Militar da FAB vence campeonato de jiu-jitsu em Lisboa

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  Capitão da reserva foi campeão internacional na categoria acima dos 56 anos. 

Fonte: Agência Força Aérea
O Capitão Carlos Henrique de Carvalho e Silva alcançou o primeiro lugar no Campeonato Europeu de 2015 da International Brazilian Jiu-Jitsu Federation, disputado em Lisboa, Portugal. A vitória final aconteceu na última sexta-feira (23/1).

O militar, já na reserva, disputou na categoria Master 6, para competidores a partir de 56 anos de idade. O segundo lugar ficou com o norte-americano Steven Kaiser.

Capitão Henrique  Acervo pessoalMecânico de aviões e helicópteros entre 1979 e 2008, o Capitão Henrique começou a praticar artes marciais quando ingressou na Força Aérea Brasileira. "O militar é a ponta da linha de execução da atividade bélica, representando, sem dúvida alguma, a segurança nacional na prática. Trata-se de atividade a qual exige elevada preparação física e mental", conta.

Antes de praticar jiu-jitsu, o militar treinou karatê enquanto exercia funções como tripulante de aeronaves como C-95 Bandeirante, C-130 Hércules, C-91 Avro e C-115 Búfalo. Também atuou como artilheiro de helicópteros H-1H.

Após passar para a reserva, o Capitão Henrique começou a treinar boxe e MMA (mixed martial art). "Não tenho a menor dúvida de que o tempo de reserva deva ser preenchido pela ocupação máxima possível em atividades físicas. É de fundamental importância o incentivo ao esporte, tal qual atualmente tem ocorrido no âmbito das Forças Armadas", afirma.

Em setembro, ele participa do Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu, em Las Vegas, nos Estados Unidos.
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30/01/2015 - Modernização das Forças Armadas é um processo que não tem retorno, diz ministro

MilitaresBrasil
Brasília, O processo de modernização das Forças Armadas é uma decisão de governo estabelecida em documentos e “não tem retorno”. A explicação foi dada pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner, nessa sexta-feira (30/1), durante entrevista após a posse do novo comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, na Base Aérea de Brasília (DF).
Na conversa com os jornalistas, Jaques Wagner explicou que mesmo num momento de paz, onde o país não sofre qualquer tipo de ameaça externa, existe a oportunidade para que se possa reforçar os mecanismos de defesa. Segundo o ministro, a ida dele para o cargo representa a continuidade de um projeto que vem sendo levado a cabo pela presidenta Dilma Rousseff.
“Apesar de termos a tradição absolutamente pacífica, isso não quer dizer que a gente vá se desguarnecer. Ao contrário, bem faz quem garante a sua defesa em favor da paz, que aí você não se sente desprotegido ou ameaçado”, disse o ministro.
Jaques Wagner participou da série de troca de comando das Forças Armadas. Na próxima semana, o general Eduardo Villas Boas assume o Exército e o almirante Eduardo Leal Ferreira, a Marinha do Brasil. As duas cerimônias acontecem em Brasília.
Foto: Tereza Sobreira
fonte: DEFESA
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30/01/2015 - Militar torturado em treinamento vai receber indenização

FONTE:  Roldão arruda, do:  Estadão- São Paulo - A 6ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região condenou a União ao pagamento de indenização a militar que foi vítima de tortura durante treinamento na selva.
Além do tratamento médico necessário à sua total recuperação, a União terá que desembolsar R$ 41,5 mil, por danos morais.
De acordo com os autos do processo, cujo relator foi o desembargador Daniel Paes Ribeiro, o militar teria sido submetido a tratamento degradante após a perda de uma bússola, durante treinamento na selva. A perda teria prejudicado a sua equipe.
Os maus tratos resultaram em lesão do menisco do joelho esquerdo e incapacitação para o desempenho de funções comuns.
O militar entrou com uma ação na Justiça Federal, requerendo o custeio do tratamento e o pagamento de indenização por danos morais.
Ele chegou a apresentar fotos nas quais aparecia imobilizado, durante a punição.
A demanda foi julgada procedente em primeira instância, mas ele recorreu ao TRF. Queria o aumento do valor fixado para a indenização.
A União também recorreu, argumentando que não existiam provas das torturas física e psicológica citadas pelo militar.
Ainda segundo a União, não havia sido comprovada a ligação entre a lesão e as manobras militares. Os representantes da União pediram a redução do valor da indenização a ser paga.
O tribunal manteve a decisão de primeira instância e o valor estipulado, correspondente a cem salários mínimos. "Mostra-se razoável e suficiente para reparar o gravame sofrido, razão pela qual o mantenho", disse o relator.
Sobre os argumentos da União relacionadas à falta de provas, o desembargador observou: "A análise dos autos revela que o autor trouxe fotos do momento em que se encontrava imobilizado, para reforçar a alegação de que estaria sendo submetido a maus tratos, como forma de punição por haver perdido a bússola que se encontrava sob seus cuidados, fato que prejudicou o desempenho de sua equipe nas manobras militares realizadas naquela oportunidade."
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30/01/2015 - Excelente Final de Semana!

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          100% MILITAR
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30/01/2015 - Haiti Voo Logístico SUPRIR E TRANSPORTAR

FONTE: FOTOS: Família Brabat 21, 
O Contingente Brasileiro no Haiti recebeu o seu primeiro Voo Logístico! Um avião C-130 Hércules, da Força Aérea Brasileira, chegou com 12 toneladas a Porto Príncipe, no dia 29 de janeiro. Esse voo é coordenado pelo Ministério da Defesa e traz, a cada dois meses, suprimentos essenciais para a manutenção de viaturas e para os equipamentos de filtragem de água, além de medicamentos. ‪#‎logística‬ ‪#‎fab‬ ‪#‎brabat21‬ ‪#‎semprepelapaz‬ ‪#‎aço‬












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30/01/2015 - Navio cargueiro movido a vento é uma enorme vela

Navio-vela - São muitas as propostas para que os navios incorporem novas tecnologias que os tornem mais "verdes", incluindo navios movidos a hidrogênio.
No campo da exploração da energia dos ventos, a ideia de voltar no tempo para a navegação a vela tem seus adeptos, mas os desafios técnicos do lançamento e recolhimento das velas tem inibido a adoção desses projetos.
O engenheiro norueguês Terje Lade acredita ter encontrado a solução: transformar o navio inteiro em uma gigantesca vela.
O casco do navio seria construído de forma a otimizar a captura do vento, dispensando os cordames e outros aparatos que complicam o uso das velas por navios com tripulações pequenas e encarecem o projeto.
"Como o casco tem a forma de um aerofólio simétrico, o vento oblíquo no lado oposto - sotavento - tem de viajar por uma distância mais longa. Isto gera um vácuo no lado de barlavento que puxa o navio para a frente," explica Lade.
Túnel de vento e tanque oceânico
Escolhendo as melhores rotas em relação aos ventos disponíveis, o engenheiro afirma ser possível fazer viagens transoceânicas a velocidade de 18 a 20 nós (33 e 35 km/h), basicamente as mesmas dos grandes navios cargueiros atuais.
Mesmo nos momentos de calmaria o navio dispensaria o óleo pesado que os grandes cargueiros usam: seus motores deverão queimar gás natural liquefeito (GNL).
Com esta combinação, Lade acredita que um navio de contêineres de classe mundial teria um custo com combustíveis equivalente a 60% dos navios atuais de mesmo deslocamento.
Os testes em túnel de vento, para aferir a capacidade do navio de aproveitar ventos de diversas velocidades, deram aprovação total ao projeto. O próximo passo será testar um modelo em escala reduzida em um tanque oceânico.
fonte:  Inovação Tecnológica
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30/01/2015 - Militar da Marinha é ferido de raspão no Rio

 Um militar da Marinha foi ferido de raspão na perna durante uma operação do 14º BPM (Bangu) na Favela do Sapo, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira. Ele estava em seu apartamento quando foi ferido e foi procurar socorro, sozinho, no Hospital estadual Albert Schweitzer, em Realengo, também na Zona oeste. Na mesma operação, um suspeito de tráfico morreu, dois ficaram feridos e outros dois foram presos. Houve apreensão de um fuzil Ar-15, uma pistola, granada e radiotransmissores. A ocorrência foi registrada na 34ª DP (Bangu).

A ação da PM começou de manhã. Os PMs disseram ter sido recebidos a bala. Dois homens foram presos. Um suspeito foi baleado e morreu quando estava no Albert Schweitzer. Enquanto estavam no hospital com ele, os policiais receberam uma denúncia de que outros dois criminosos feridos haviam invadido uma clínica da família em Bangu para buscar atendimento. Eles foram presos no local e reconhecidos como os suspeitos que participaram da troca de tiros. Os dois foram presos.
De acordo com a versão dos policiais que participaram da operação, o apartamento do militar da Marinha ferido fica na parte de trás da Favela do Sapo, fora da linha de tiro dos PMs.
fonte: EXTRA
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30/01/2015 - “Deixo um legado de harmonia”, avalia Tenente-Brigadeiro Saito

30/01/2015 - “Deixo um legado de harmonia”, avalia Tenente-Brigadeiro Saito

Fonte: AGÊNCIA FORÇA AÉREA - Palavras deixadas pelo oficial-general que mais tempo permaneceu à frente da Força Aérea Brasileira.
Antes de deix  Sgt Bruno Batista/Arquivo Cecomsaerar o cargo que ocupou por oito anos, o Tenente-Brigadeiro do Ar Juniti Saito, 72 anos, destacou momentos que marcaram sua gestão. O oficial-general que mais tempo permaneceu à frente da instituição planeja agora retornar a São Paulo, estado onde nasceu, e dedicar mais tempo à família.

Qual o legado que o senhor deixa após oito anos de comando?
Sempre gostei de trabalhar em equipe e de ouvir muito. Sempre temos algo a aprender, mesmo com aquele que tem ideias contrárias às suas. Então, posso dizer que deixo um legado de harmonia. Aprendi a conciliar o ambiente, talvez por ser o filho mais velho. Por que isso é importante? Ninguém consegue trabalhar e produzir bem num ambiente de desarmonia. Valorizar o trabalho de cada um, receber sugestões, analisar e tirar sempre um norte. Todos têm muita liberdade para falar e defender seu ponto de vista. Saio tranquilo, com paz interior e sem mágoas. Só tenho a agradecer à Força Aérea por ter me proporcionado essa oportunidade ímpar de comandá-la.

Os últimos anos foram de muitos projetos e reaparelhamento...
Fizemos muita coisa, mas sempre com trabalho em equipe. Eu não fui o único responsável por isso. Todos os setores contribuíram para alcançar os objetivos da Força Aérea.

Projeto KC-390, um dos grandes projetos sob seu comando  Sgt Bruno Batista/Arquivo CecomsaerQual momento mais marcou sua gestão?
Do ponto de vista profissional, o projeto dos caças marcou muito. Estou saindo bastante feliz pela decisão. A Presidenta teve um ato de coragem ao dar um destino a um assunto que estava em discussão desde 1995. Eu comecei a trabalhar nesse projeto quando ainda era chefe do Estado-Maior do COMGAR [Comando-Geral de Operações Aéreas], porque os Mirages já estavam com a vida contada e era preciso substituir. Em um país de muitas prioridades como o Brasil, o assunto aeronave de combate foi ficando de lado. O importante era avião de transporte ou helicóptero para atender calamidades. Outro projeto que me deixa muito feliz é o KC-390. Muitos países estão interessados. Estamos incentivando a
nossa indústria de defesa. Qualquer país que se propõe a ser independente precisa de uma base industrial de defesa forte.

  CB Júnior / Agência Força AéreaO que o senhor tem a dizer sobre o novo comandante?
Eu o conheci quando ele estava no primeiro ano da Academia em 1972, eu estava em Natal, onde eu era instrutor. Mas tivemos oportunidade de conviver por mais tempo quando fomos criar o 3º/10º Grupo de Aviação em Santa Maria, Esquadrão Centauro. Eu era major e estava na função de operações. Ele foi um dos candidatos designados para compor a equipe. Foi quando pude ver a capacidade dele. Eu sempre digo que a gente conhece um oficial que tem potencial, não como coronel, mas como tenente. Trabalhamos lá dois anos na criação da unidade. Quando fui designado para ser instrutor no Paraguai e poderia levar um oficial, tenente ou capitão, eu não tive dúvidas: convoquei o Rossato para ir comigo. Passamos sete meses ministrando instrução com mais três sargentos. Desde então, acompanho a carreira dele. Trabalhou comigo na Base Aérea de Canoas, foi chefe do meu Estado-Maior no CATRE [Comando Aéreo de Treinamento] e depois no COMGAP [Comando-Geral de Apoio]. É um oficial brilhante. Ele era o mais antigo e foi isso que valeu. O Brigadeiro Rossato chegou no momento certo e na hora certa naquele lugar.
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30/01/2015 - Advocacia-Geral afasta pensão por morte em relacionamento extraconjugal

AGU - A Advocacia-Geral da União (AGU) derrubou, na Justiça do Amazonas, pedido de reversão de 50% de pensão especial deixada por um ex-militar do Exército Brasileiro à sua esposa. A ação foi movida por uma outra mulher que afirmou ter mantido união estável por 19 anos com o ex-combatente das Forças Armadas. Os advogados públicos informaram que o militar era casado e vivia maritalmente com a companheira.

Com intuito de ter reconhecida a união estável com o ex-militar e consequentemente assegurar o recebimento da pensão, a autora da ação alegou que antes de falecer ele registrou um documento em cartório atestando a sua vontade em deixar a metade do benéficio previdenciário que recebia para ela.

A Procuradoria da União no Estado do Amazonas (PU/AM) esclareceu que após instauração de sindicância, foi constatado que o ex-combatente do Exército era casado e convivia com a esposa na época do óbito. De acordo com os advogados públicos, foi comprovado que o falecido e a autora tiveram um relacionamento amoroso, o que não seria suficiente para ela ser considerada dependente.

Os advogados da União informaram, também, que em depoimento prestado em juízo, a autora afirmou que mantinha um relacionamento com o militar, mas não moravam juntos, e que ele ia em sua casa durante o dia e à noite voltava para a casa da esposa. A PU/AM ressaltou, também, que a autora afirmou que durante o relacionamento amoroso entre os dois, o ex-combatente permaneceu casado.

A AGU argumentou, ainda, que a mulher não juntou documentos necessários que permitissem ela receber a pensão, pois não havia intenção do falecido em constituir família com a autora.

A 3ª Vara Federal da Seção Judiciária do Amazonas acolheu os argumentos apresentados pela AGU e não reconheceu a relação entre o militar e a autora como união estável, apta ao reconhecimento da pensão como dependente do ex-combatente e o recebimento de pensão por morte.

A PU/AM é uma unidade da Procuradoria-Geral da União, órgão da AGU.

Ref.: Ação ordinária n° 13181-86.2012.4.01.3200 - 3ª Vara Federal da Seção Judiciária do Amazonas.
fonte:   olhardireto
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30/01/2015 - Travessia Antártica 2015: final da missão e chegada ao Brasil

MILITARESBRASILCientistas retornam ao Brasil e comemoram o sucesso da Travessia Antártica 2015.
Na foto, da esquerda para a direita: Jefferson Simões (líder da travessia), Luciano Marquetto, Ronaldo Bernardo e Filipe Lindau.
Relato de Jefferson Simões, líder do grupo, na chegada:
“Missão com sucesso total, 1400 km percorridos em 12 dias, 107 m de testemunhos de gelo e quase uma centena de amostras superficiais. Reconhecemos o trajeto para transportar o módulo Criosfera 2, no próximo ano.
E agora o trabalho moroso e muitas vezes enfadonho….
Final de missão de campo e agora começa o trabalho de investigação laboratorial das amostras coletadas. Serão 2 anos de trabalhos em câmaras frias, muitas vezes em dois turnos diários, onde os testemunhos de gelo serão descontaminados, subamostrados e finalmente derretidos. Só então faremos as análises químicas. Mas, evidentemente, as investigações não acabam aqui, com os resultados das análises químicas em mão, finalmente começaremos a interpretar,ambientalmente o que ficou no testemunho de gelo.
Existe algum indício de poluição da América do Sul chegando ao interior da Antártica?
Quais as diferenças em concentrações químicas entre as diferenças áreas atravessadas?
Como as variações do clima afetam essas concentrações?
Existe alguma evidência clara de ligação entre as condições ambientais dos sítios amostrados e o sul da América do Sul?
No próximo verão (2015/2016) instalaremos, a aproximadamente 80°S, o módulo Criosfera 2, mais um avanço das atividades do Brasil na Antártica.
Restará ainda um grande desafio ao Programa Antártico Brasileiro: – Uma missão ao manto de gelo da Antártica Oriental, mais fria, mais alta, mais seca do que a Antártica Ocidental. Mas isso fica para outra vez….”
 fonte:   UFRGS
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30/01/2013 - Sargento leva tiro no rosto

 Sargento do Exército é atacado por bandidos e leva tiro no rosto.
O sargento do Exército Álvaro Costa Pereira, 45 anos, foi brutalmente atacado por dois assaltantes, pouco depois das 9h desta quinta-feira (29), no bairro Pineville, Pinhais. Ele seguia rumo ao trabalho e na Rua Jacarezinho, a poucas quadras de casa, foi abordado na calçada pelos dois jovens, ambos vestidos de camiseta branca.
Eles desceram de um Gol branco, modelo antigo, com rodas esportivas, e com arma na mão exigiram os pertences da vítima. Segundo testemunhas, vendo a oportunidade, Álvaro tentou tirar o revólver de um dos bandidos, mas foi baleado no rosto e em uma das coxas.
 
Os marginais fugiram sem levar nada, rumo à região do Alphaville. Populares disseram que eles aparentavam entre 20 e 25 anos. Apenas as letras da placa do veículo foram anotadas: ACX.
Álvaro ainda conseguiu caminhar cerca de 50 metros, mas logo deitou aguardando o resgate, que chegou rapidamente. Segundo os socorristas, o ferimento mais grave era o do rosto. O tiro entrou perto do nariz, ao lado do olho direito, e ficou alojado na cabeça.
Apesar disso, Álvaro estava consciente e conseguiu conversar com a médica que o atendeu dentro da ambulância. Ele foi levado às pressas ao Hospital do Trabalhador, em estado grave.
De acordo com familiares, ele trabalha no 5.º Batalhão Logístico, no Pinheirinho.
fonte: paranaonline
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30/01/2015 - Cmt alvo de comentários preconceituosos

Carla Clausi é primeira mulher a comandar uma unidade militar do Exército.
Major diz que 'dá risada' dos comentários preconceituosos. 

Carla disse que sente orgulho por entrar na históriado Exército brasileiro (Foto: Daniel Peixoto/G1).

Alvo de comentários preconceituosos em uma rede social, a primeira mulher a comandar uma unidade militar do Exército Brasileiro afirmou que “se diverte e dá muita risada” com os comentários que duvidam da capacidade de uma mulher ocupar este posto. A major Carla Clausi assumiu na sexta-feira (23) a direção do Hospital de Guarnição de João Pessoa.
“Existem muitas diferenças entre os homens e as mulheres e eu não discordo disto. É comprovado que o homem é mais forte fisicamente do que a mulher. Mas isso não quer dizer que eu não seja capaz de estar aqui. Eu li muitos dos comentários que foram postados na rede social e me orgulho de perceber que a maioria está me dando força e me apoiando. Quanto aos que acham que uma mulher não é capaz, eu só dou risadas”, relatou a militar.
Major é alvo de comentários preconceituosos (Foto: Reprodução/Facebook) 
Major é alvo de comentários preconceituosos
(Foto: Reprodução/Facebook)
Muitos dos comentários preconceituosos foram feitos em resposta à postagem do Exército em uma rede social em que anuncia que a major assumiu o comando do hospital na Paraíba. Na página oficial do Exército, um rapaz comenta que tem "pena do marido da major". Outro usuário da rede social comenta que ela "deve ser filha de algum figurão" e um outro ainda diz que tem dó dos soldados: "mulheres já são complicadas, imaginem oficial do Exército", disse e concluiu com "coitados dos soldados".
Carla conta que seus 19 anos de carreira dentro do Exército mostram porque ela chegou ao comando da unidade. “Dentro do exército as coisas acontecem por meritocracia. Eu mereço estar aqui”, afirma.
“Moramos numa sociedade que foi criada com um pensamento machista e isso se reflete na opinião de algumas pessoas. O Exército, por si próprio, só liberou a entrada de mulheres após a Marinha e a Aeronáutica. Lembro no começo da minha carreira que ouvi comandantes afirmando que mulheres nunca chegariam ao comando, mas eles tiveram que nos engolir”, lembra.
A major explica que sente muito orgulho por entrar na história do país como a primeira mulher a comandar uma unidade militar do Exército, mas que existem muitas outras fazendo um bom trabalho. “Eu só fui a primeira por questão de estar aqui há mais tempo”, finalizou.
Carla Clausi fez medicina na Universidade Federal do Paraná, fala quatro línguas, se formou na Escola de Saúde do Exército em 1997 e já tem uma coleção de nove medalhas e uma missão no Haiti no seu currículo. Ela foi nomeada para o cargo no Hospital de Guarnição em maio de 2014, mas só foi empossada no cargo na sexta-feira.
Major Carla Clausi é a primeira mulher a comandar uma unidade do Exército Brasileiro, em João Pessoa (Foto: Cap Carolina Alves/HGuJP)Major Carla Clausi é a primeira mulher a comandar uma unidade do Exército Brasileiro, em João Pessoa (Foto: Marco Andrade/HGuJP)
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30/01/2015 - Marinha do Brasil

A Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental cuida da segurança de alguns dos rios mais bonitos e intrigantes do Brasil, entre eles o Rio Negro e o Rio Solimões, em Manaus. Envie suas denúncias de irregularidades para os telefones 0800 280 7200 ou (92) 2123-4900.

Curta o Verão conosco. Apoie a Marinha do Brasil. Se liga, você é o Capitão!
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30/01/2015 - Aeronáutica abre 80 vagas para Taifeiros

30/01/2015 - Aeronáutica abre 80 vagas para Taifeiros

FONTE: DEPENS
A seleção consta de provas escritas, inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, teste de avaliação do condicionamento físico e validação documental.
Começam no dia 5 de fevereiro as inscrições para o exame de admissão ao Curso de Formação de Taifeiros da Aeronáutica (CFT). O valor da taxa é de R$ 60,00. São ofertadas 30 vagas para a especialidade de arrumador e 50 vagas para cozinheiro. As inscrições devem ser feitas no site www.depens.aer.mil.br até o dia 18 de fevereiro de 2015.
Para candidatar-se a uma das vagas, o interessado não deve ter menos de 17 anos nem completar 25 anos de idade até 31 de dezembro de 2015. Entre outros critérios, precisa ter concluído o ensino médio e o curso de qualificação profissional de cozinheiro ou de garçom.
A seleção consta de provas escritas (língua portuguesa, matemática e conhecimentos específicos), inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, teste de avaliação do condicionamento físico e validação documental.
O CFT tem duração de 16 semanas e abrange instruções nos Campos Militar e Técnico-Especializado. O curso é regional e será ministrado nos sete Comandos Aéreos Regionais (COMAR) da Força Aérea, em Belém (PA), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Canoas (RS), Brasília (DF) e Manaus (AM). A prova escrita será aplicada no dia 29 de março de 2015.
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30/01/2015 - Tenente-Brigadeiro Rossato assume Comando da Aeronáutica


Tenente-Brigadeiro Rossato assume Comando da Aeronáutica no hoje dia 30 de janeiro

A solenidade será realizada na Base Aérea de Brasília

A cerimônia de passagem de comando da Força Aérea Brasileira será realizada no dia 30 de janeiro, às 11h30 da manhã, na Base Aérea de Brasília. O Comandante da FAB, Tenente-Brigadeiro do Ar Juniti Saito passará o cargo ao Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luís Rossato, que foi designado para o cargo pela Presidenta da República Dilma Roussef no dia 08 de janeiro.
Os militares que irão comparecer à solenidade devem trajar o quinto uniforme com barretas, ou o correspondente. Já os civis, passeio completo.


Perfil
Natural de São Gabriel, Rio Grande do Sul, o Tenente-Brigadeiro Rossato ingressou na Força Aérea Brasileira em março de 1969. Foi promovido ao posto de Tenente-Brigadeiro em março de 2011. Durante seus 46 anos de carreira, assumiu o comando, a chefia e a direção de diferentes organizações da Aeronáutica, a maior parte na área operacional da Força Aérea Brasileira. Esteve à frente do Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR); Departamento de Ensino da Aeronáutica (DEPENS); Quinto Comando Aéreo Regional (V COMAR); e Terceira Força Aérea (III FAE)
.

O militar também comandou o Esquadrão Joker, sediado em Natal (RN), que especializa os pilotos recém-saídos da Academia da Força Aérea para a aviação de caça, e o Esquadrão Centauro, sediado em Santa Maria (RS). No exterior, foi adido aeronáutico na Venezuela, assessor aeronáutico no Paraguai e realizou o curso de comando e controle na Força Aérea Francesa.

O oficial-general é líder de grupo de aviação de caça, piloto operacional de aviação de transporte e possui mais de 3.500 horas de voo em várias aeronaves, entre elas o T-23 Uirapuru, T-37 Tweet Bird, U-42 Regente, T-25 Universal, AT-26 Xavante, C-95 Bandeirante, P-95 Bandeirante Patrulha e C-115 Búfalo.

Atualmente, é Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER), o segundo na cadeia de comando da Aeronáutica. FONTE FAB
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30/01/2015 - Desafios aos Novos Comandantes

30/01/2015 - Desafios aos Novos Comandantes

Novos comandantes Forças Armadas - Villas Boas - Leal Ferreira - Rossatto - fotos via G1
LUIZ EDUARDO ROCHA PAIVA*
Em fevereiro assumem os novos comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, sobre quem recaem, entre outros, dois relevantes desafios. No âmbito da defesa da Pátria, o desafio é implantar e garantir a continuidade do projeto de dotar o Brasil de Forças Armadas (FA) com capacidade de dissuasão extrarregional. Isto é, FA não necessariamente no nível das que dispõem as potências globais, mas em condições de lhes causar danos irreparáveis se ameaçarem interesses vitais do País.
Esse desafio só será vencido se for desenvolvido um Sistema Conjunto de Defesa Antiacesso, projeto de longo prazo que depende de investimentos elevados e permanentes no aprestamento das FA, indústria de defesa e pesquisa e desenvolvimento científico-tecnológico com alto grau de autonomia. Tal sistema é composto por subsistemas de mísseis balísticos e de cruzeiro de longo alcance (inclusive antinavio), de defesa antiaérea, de guerra cibernética, de vigilância e contravigilância e de forças conjuntas de pronto-emprego móveis e letais. Seu propósito é neutralizar uma força agressora ainda longe do litoral ou da fronteira oeste.
O risco de pesadas baixas antes do choque entre forças terrestres enfraquecerá o apoio internacional e o interno no país agressor, configurando a dissuasão extrarregional sem armas de destruição em massa. O atual Plano de Articulação e Equipamento de Defesa não estabelece a integração dos projetos estratégicos de cada Força num sistema único como o mencionado.
O óbice mais relevante pode ser explicado por meio de analogia com a lei da oferta e da procura. Se no contexto internacional (mercado) um país não tem ameaças concretas, ou seja, tem uma ampla oferta de paz e resolve contenciosos sem conflitos armados, a procura por meios de defesa terá baixa prioridade, sendo mínimos os investimentos correspondentes. Assim, as FA precisam convencer a sociedade da existência de ameaças potenciais – e elas existem -, a fim de mostrar que a oferta de paz conferida hoje pelo mercado não será perene e sua escassez, num momento futuro, não será sanada oportunamente pela procura, pois defesa não se improvisa. Sem mentalidade de defesa, as FA continuarão sendo desviadas para missões secundárias, perdendo a identidade, o espírito guerreiro e o aprestamento para a defesa da Pátria.
O segundo desafio decorre do contexto político nacional e de seus reflexos no futuro das FA. O partido do governo (PT) e seus aliados radicais pretendem implantar um regime socialista, atuando sob a orientação do Foro de São Paulo e empregando o Programa Nacional de Direitos Humanos, estratégia gramscista para se perpetuarem no poder. O programa propõe, sob o véu da defesa dos direitos humanos, a criação de espaços de participação e controle social nos Poderes Judiciário e Legislativo, no Ministério Público e nas Defensorias, bem como o cerceamento da liberdade de imprensa. O Decreto n.º 8.243/2014, ainda não derrubado no Senado, abriu tais espaços ao criar conselhos populares a serem aparelhados pelo PT para impor sua hegemonia à sociedade, objetivo declarado na resolução política emitida pela comissão executiva nacional do partido no final de 2014. O Executivo promove o enfraquecimento do Legislativo e do Judiciário, desequilibrando os Poderes da União, alicerces da democracia.
As FA são um óbice ao projeto socialista, daí a permanente campanha para desgastá-las, a ser intensificada a partir do relatório faccioso da Comissão da Verdade, pois sua imobilização é fator essencial de êxito do projeto. A liderança petista e seus aliados tentam cindir a ativa e a reserva militar; deturpar a história do período 1964-1985, satanizando as instituições militares; romper o compromisso das FA com sua história, suas tradições e seus chefes do passado, para convencer a Nação e a juventude militar do surgimento de novas FA e novos quadros profissionais, agora democráticos, e não ditatoriais e autoritários como no passado; e mudar o ensino castrense, inserindo a ideologia socialista nas escolas militares.
Mais que um desafio, trata-se de uma ameaça. No entanto, os novos comandantes e todos os oficiais-generais são da geração dos anos 1970 e início dos anos 1980, todos os oficiais e praças foram formados com base em valores éticos, morais e cívicos tradicionais. Comungam ideais pelos quais se dispõem a correr riscos, não se deixam enganar pelos relatórios e revisionismos facciosos da história, nem pela propaganda adversa, e não vão contaminar-se por antivalores materialistas, apátridas e antidemocráticos.
Para reverter a maliciosa campanha de desgaste as FA precisam adotar ações em reforço da autoridade moral da liderança militar, da autoestima e da coesão das Forças, evitando agravar divergências com poderosos segmentos adversos num primeiro momento. Daí, então, investir no contraditório, de modo a que sua história não seja desvirtuada por seus detratores. Até o momento não se reverteu a ameaça agindo com franqueza, mas dentro da cadeia de comando. O mais provável é que, em alguns meses, os comandantes vivam o dilema entre defender publicamente as instituições e, por extensão, a democracia ou permanecer inertes. É um dilema sem razão de ser, pois o silêncio causaria um dano irreparável à Nação e às instituições, estas, sim, e nesta ordem, credoras da lealdade do soldado. Será necessário manifestar-se de público, pedindo ou não exoneração antecipadamente, conforme a consciência indicar como condição para preservar a hierarquia e a disciplina. Aos membros dos altos comandos das FA, dando conhecimento antecipado à liderança política, cabe deixar clara sua lealdade às crenças, aos valores e ideais comuns e às instituições defendidas por seus comandantes.
Seria criado um impasse indesejável? Sim, mas comandantes e cargos são passageiros e FA são permanentes.
“É uma bênção que em todas as épocas alguém tenha tido individualidade bastante e coragem suficiente para continuar fiel às próprias convicções” (Robert G. Ingersoll).
*GENERAL DA RESERVA
FONTE: Estadão
Postado Por: Éder Pr- http://militaresbrasil.blogspot.com
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