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31/08/2015 - Intervenção Militar já?

Caros amigos
Não é errado incluir a Intervenção Militar no rol dos recursos disponíveis para a reversão do caos político, econômico, social e moral que se tem alastrado pelo Brasil, principalmente, a partir da chegada do Partido dos Trabalhadores ao poder.
No entanto, é um grave equívoco incluir como primeiro o que deve ser o último dos recursos da Nação. No jargão da Artilharia, “a ultima ratio regis” , ou seja, o último recurso dos reis, ou, ainda, a “reserva” da sociedade.
É erro tático e estratégico atuar sem reserva ou empregá-la prematuramente! Qualquer operação militar ou empreendimento deve ser planejado de forma a ser concluído com sucesso sem a necessidade de empregar a reserva, ou seja, com sobra de recursos ou de poder de combate.
Manter uma  reserva é tão importante nas operações que a sua existência e capacidade devem ser guardadas no mais absoluto sigilo, porquanto a sua neutralização é objetivo fundamental do planejamento do inimigo.
Induzir ao emprego prematuro da reserva faz parte das intenções de qualquer planejador, pois retira do adversário a capacidade de manobrar e de reagir, aumentando a probabilidade de sucesso do seu plano original.
É, portanto, equivocada a postura de quem só enxerga no emprego imediato do último recurso a solução para a crise e para a ameaça, assim como também é erro grave desconsiderar no planejamento a existência de uma reserva em condições de contribuir, no mínimo, para a manutenção da conquista dos objetivos.
Na Venezuela, o “comandante” Chavez iniciou seu movimento pela cooptação das Forças Armadas para o seu projeto bolivariano, tirando da sociedade o que seria, naturalmente, o seu derradeiro recurso. O mesmo, aparentemente, aconteceu no Equador.
Os Kirchner, na Argentina, sabendo da inviabilidade de cooptar as FFAA, trataram de demonizá-las e desmoralizá-las até que perdessem seu poder de combate e, principalmente, a confiança e o respeito da sociedade.
No Brasil, desde o fim do Regime Militar, a esquerda vem tentando implementar, em vão, uma estratégia do tipo “kirchneriana”, conseguindo nada mais do que aumentar o prestígio das FFAA  perante a sociedade e a confiança desta na capacidade dos militares para intervir, quando e se for necessário, e assegurar o respeito à sua vontade, à soberania e à inviolabilidade do território nacional.
O próprio governo petista, que tudo fez para deslustrar a imagem dos militares, tornou-se dependente do seu apoio para fazer as poucas coisas que deram certo em seu governo, tais como: projetar o poder militar do Brasil em Operações de Paz no exterior; mostrar ao crime organizado que não há lugar neste País em que o Estado não possa impor sua soberania; assegurar a segurança necessária aos grande eventos internacionais ocorridos no Brasil; fazer chegar água , sem politicagem e roubalheira,  aos brasileiros atingidos pela seca e pela inépcia dos governos em todos os níveis; e, para não alongar mais, a “Transposição do Rio São Francisco”, pois, como se sabe, o Exército Brasileiro (não o do Stédile) foi o único a cumprir sua missão.
A Sociedade brasileira tem, portanto, em sua composição de meios, uma reserva preservada, comprometida com os interesses do Estado, não contaminada pelo bolivarianismo e suficientemente forte para cumprir sua missão constitucional e seu compromisso com a democracia.
Essa mesma Sociedade, diferentemente do partido corruPTo, tem seu Plano B nas suas Forças Armadas, é a contingência que os atuais donos do poder jamais contarão para se perpetuar no poder.
Empregá-la prematura ou desnecessariamente é um erro estratégico tão grave quanto ignorar a sua capacidade, desconsiderar o seu comprometimento constitucional com a lei e a ordem e desacreditar da sua subordinação ao interesse nacional.
Gen Bda Paulo Chagas
= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =
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31/08/2015 - Nova iluminação atrai público ao Parque Marinha do Brasil


Investimento total da prefeitura nas obras foi de R$ 1,3 milhão.
Um dos locais preferidos dos frequentadores de parques em Porto Alegre ficou mais iluminado. No sábado (29), a prefeitura entregou à população a iluminação do Parque Marinha do Brasil. A área, que possuía 128 luminárias, ganhou mais 491, além de projetores e novas quadras de vôlei e tênis.
A nova iluminação, além de atrair frequentadores, tem feito com que as pessoas permaneçam no local até mais tarde. Para o prefeito José Fortunati, a ocupação dos locais públicos da cidade é o maior ganho. "Não tenho dúvidas de que os espaços públicos devem ser ocupados pelas pessoas de bem, e o poder público deve oportunizar isso", comentou.
Com investimento de mais de R$ 1,3 milhão, a Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov) instalou 491 novas luminárias em 301 postes, além de projetores em 295 postes. A ação integra o projeto Parque Iluminado: Eu Curto, Eu Cuido, que prevê a qualificação da iluminação de 29 parques e praças da Capital. As obras da praça Carlos Simão Arnt, da Praça da Encol, e do parque Moinhos de Vento, o Parcão, já foram concluídas. A expectativa é de que as obras do parque Farroupilha, a Redenção, terminem ainda neste ano. JOÃO MATTOS/JC
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31/08/2015 - Comandante da Marinha aponta programa nuclear e construção de submarinos como prioridades

31/08/2015 - Comandante da Marinha aponta programa nuclear e construção de submarinos como prioridades

Apesar da compressão orçamentária imposta pela atual crise econômica, o comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, demonstrou entusiasmo quanto ao desenvolvimento de projetos estratégicos em curso na pasta. A questão foi tratada, nesta quinta-feira (27), em debate na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).
- A Marinha sentiu [o corte]. Saiu de um orçamento de R$ 5,2 bilhões para R$ 3,9 bilhões. O primeiro passo é estabelecer prioridades claras, que são o programa nuclear e de construção de submarinos, além da manutenção de nossa esquadra operando – comentou Bacellar.
Para o comandante da Marinha, qualquer ameaça à soberania brasileira viria necessariamente pelo mar. Daí a grande preocupação, conforme revelou, de manter o Atlântico Sul livre de conflitos. A estratégia para alcançar este objetivo estaria focada, assim, no combate ao tráfico de drogas, armas e pessoas (imigração ilegal via navio mercante) e na defesa das bacias petrolíferas, inclusive as do pré-sal.
Em relação a outros desafios impostos, reconheceu a obsolescência do poder naval, observando que algumas fragatas têm quase 60 anos. A necessidade de investimentos na área seria de cerca de R$ 600 milhões anuais, mas a Marinha só estaria recebendo um terço disso.
- Não adianta uma capacidade de defesa boa sem regularidade de recursos – declarou Bacellar.
A preocupação do comandante da Marinha com o impacto da crise orçamentária sobre os projetos estratégicos da pasta foi compartilhada pelo presidente da CRE, senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), e pelos senadores Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Ana Amélia (PP-RJ), Cristovam Buarque (PDT-DF), Lasier Martins (PDT-RS), Jorge Viana (PT-AC) e Raimundo Lira (PMDB-PB), que se manifestaram durante o debate. Edilson Rodrigues/Agência Senado

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30/08/2015 - Nota de Falecimento: General Jaborandy



Comandante de Missão da ONU no HAITI
Segundo informações da família, Jaborandy sofreu um infarto dentro do avião, a caminho de Manaus, onde conheceria a neta, nascida há poucos meses. Em seguida, o general participaria de uma festa de aniversário de um parente em Maceió.
Uma pequena Homenagem a esse grande Militar do Exército Brasileiro o Excelentíssimo Senhor General de Divisão "JABORANDY"!.
Atualmente era o Force Commander na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH), onde desempenha um trabalho com profissionalismo, dedicação, humildade e o grande diferencial.... AMOR a sua profissão!!
A (MINUSTAH) foi criada pela Resolução nº 1542 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em 30 de abril de 2004. Desde então, a convite da ONU, o Brasil contribui com tropas e policiais para a Missão. Desde o primeiro Force Commander , General Augusto Heleno até o atual General de Divisão José Luiz Jaborandy Júnior, todos os comandantes da MINUSTAH foram oficiais generais brasileiros.
A MINUSTAH está no Haiti a pedido do Governo local e lá se mantém por interesse haitiano. A Missão busca contribuir para a segurança do povo local e ajudar a manter a ordem democrática. Desde a chegada do contingente multinacional, houve duas eleições presidenciais, e a fase crítica de emergência humanitária pós-terremoto de 2010 foi superada.
Do ponto de vista da garantia da segurança, a Missão tem sido bem-sucedida, especialmente contra gangues que antes agiam livremente na capital, Porto Príncipe, sobretudo nas zonas de Belair, Cité Soleil e Cité Militaire, segundo dados da ONU e do próprio governo do Haiti.
Nascido em 1958, casado, o General Jaborandy ingressou no Exército em 1976. Formou-se oficial de Infantaria em 1979 e se distinguiu na carreira militar ocupando uma série de postos de comando. Como general de brigada, esteve à frente da 2ª Brigada de Infantaria de Selva de 2010 a 2011, sendo então nomeado chefe de Estado-Maior do Comando Militar da Amazônia. Após ser promovido ao posto atual em 2013, Jaborandy assumiu o comando da 8ª Região Militar.
O general é formado pela Escola de Comando e Estado-Maior do Brasil e pelo Instituto de Estudos Superiores Militares de Portugal. Jaborandy serviu como assessor parlamentar do Gabinete do Comandante do Exército e foi observador militar do Grupo de Observação das Nações Unidas na América Central (ONUCA) em 1991 e da Missão de Observação das Nações Unidas em El Salvador (ONUSAL) em 1992.
NOSSOS SENTIMENTOS a Família Brabat 22 e Família Braengcoy 22

NOTA OFICIAL:
http://www.eb.mil.br/documents/10138/6107625/Nota+de+Falecimento.pdf/a64ea241-b4cb-403b-acaa-278405fca177
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30/08/2015 - Militares do exército chegam a área de conflito e estudam local para base

Cerca de 20 homens da Força Nacional e Exército. Equipe do Exército já está na cidade e vai montar base em fazenda. (Foto: Marcos Ermínio) Equipe do Exército já está na cidade e vai montar base em fazenda. (Foto: Marcos Ermínio) Equipe do Exército do 10º Regimento de Cavalaria Mecanizada de Bela Vista já está na região de Antônio João, distante 279 quilômetros de Campo Grande. O capitão acompanhado de três soldados foi até uma das propriedades rurais ocupadas conversar com o comandante da Força Nacional para saber onde será montada a base dos militares. Veja Mais › DOF e Força Nacional escoltam produtores em fazendas retomadas › Indígena foi morto com tiro e próximo a córrego durante conflito por terra Até o momento, tudo indica que as barracas serão montadas na Fazenda Fronteira. O número de militares que foram enviados para o local ainda não foi divulgado. O Governo Federal determinou o envio de tropas do Exército Brasileiro para as fazendas na região, depois que os fazendeiros conseguiram reaver duas das seis propriedades retomadas pelos indígenas. Durante o confronto, o indígena Kaiowá Guarani Semião Fernandes Vilhalva, 24 anos, foi encontrado morto com tiro na cabeça. Por enquanto, quatro caminhonetes da Força Nacional e uma do Exército estão na região.
Nesta manhã, equipes do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) e Força Nacional escoltam os produtores rurais nas sedes das fazendas Barra e Fronteira. Uma equipe do Exército já está na região. Segundo o DOF, na Fazenda Barra estão 13 pessoas escoltadas por uma equipe deles. Na Fazenda Fronteira, são quatro produtores rurais que estão sob a guarda de policiais da Força Nacional. Os índios estão espalhados na região, próximo das estradas. As sedes das Fazendas Piquiri, Cedro, primavera e Brasil continuam ocupadas pelos indígenas. Hoje, por volta das 8h40, duas viaturas do DOF levaram mantimentos até as propriedades.Viviane Oliveira e Antonio Marques, enviado especial a Antônio João.  campograndenews
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29/08/2015 - Fazendas invadidas em Antônio João foram retomadas pelos proprietários

Redação (TP) Momento em que os produtores rurais estavam indo em direção as fazendas invadidas.
Foto: Ed Moreno (Pontaporainforma).
Na manhã deste sábado (29), estava previsto acontecer uma reunião da sede do Sindicato Rural de Antônio João, com a presença do senador Valdemir Moka (PMDB) e dos deputados federais Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Tereza Cristina (PSB).
Contando com a presença de cerca de 300 produtores rurais, tanto da cidade de Antônio João como de Bela Vista, Jardim, Amambai, Aral Moreira e Ponta Porã, a reunião foi aberta pela presidente do Sindicato Roseli Maria Ruiz que fez um relato das invasões de terra pelos indígenas na cidade de Antônio João e as dificuldades que os proprietários enfrentam na justiça para retomar a posse ressaltando que isso já ocorre há muitos anos.
No final de sua fala Roseli usou microfone dizendo aos presentes: “Só vou dizer para vocês o seguinte: o pessoal do Campestre está aí, os índios através de ameaças que iriam incendiar as casas no período da noite, tiraram o povo do Distrito e jogaram na rua, e eu perguntei se alguém ligou pra vocês, o poder publico, ninguém procurou esse pessoal, o que nós podemos esperar??? Nada e eu vou para minha propriedade”.
Neste momento todos os produtores que estavam no local levantaram e saíram do local formando um grande comboio de carros de passeio e de caminhonetes e tomaram o rumo das propriedades invadidas pelos índios Guarani e Kaiowa na semana passada.
Após percorrer um logo caminho, todos chegaram a fazenda Barra de propriedade de Pio Queiróz Silva, sendo que ao chegarem no local, os proprietários da área, juntos com o deputado Luiz Henrique Mandetta começaram uma longa negociação com as lideranças dos índios que estavam na fazenda invadida já que cerca de 40 índios, entre homens, mulheres e crianças, estavam no local. Essa negociação demorou das 11h30min até as 12h40min.
Os produtores, percebendo que não tinham acordo, uma vez que os índios estavam armados de arcos e flechas, começam a soltar fogos de artifícios (rojões) em sinal de alerta e de que entrariam no local. Momento depois, as cercas do fundo da casa foram cortadas e varias caminhonetas entraram no quintal da casa e pela parte da frente os produtores também entraram. Percebendo que estavam em minoria, os índios começaram a debandar para todos os lados e com a retirada dos índios a sede da fazenda foi ocupada pelos seus proprietários.



Já por volta das 15 horas os índios se refugiaram na sede da fazenda Primavera de propriedade de Mariana Arantes de Almeida e quando a reportagem do site Pontaporainforma, já de volta para cidade de Antônio João passou pelo local, todos os índios estavam ali, sendo que também foi vista a presença de viaturas do DOF, Força Nacional de Segurança, Policia Rodoviária Estadual, Policia Militar e Policia Civil.
A reportagem foi abordada pelo comandante do DOF, Coronel Ary Carlos Barbosa e perguntado o que tinha acontecido nas fazendas, onde foi narrado os fatos vistos in loco. O comandante perguntou ainda se era verdade que tinha gente ferida e que uma mulher havia sido feita refém durante a ocupação da sede, porem o fato não era verdadeiro, já que todos saíram da sede, inclusive a mulher em questão, que estava com o seu filho no colo e um casal de idosos, sendo que todos foram retirados do local pelo vereador Marcelo Pé, sem nenhuma interferência.
Já na saída das propriedades no acesso ao asfalto da rodovia que liga Antônio João a Bela Vista, (MS 384), alguns policiais Militares estavam fazendo um anel de segurança impedindo que outros pecuaristas tivessem acesso a área onde estavam os índios Guarani e Kaiowa.

Acabou de chegar em nossa redação a informações do Sargento Arguelho, do DOF, que nas duas fazendas que foram retomadas pelos ruralistas foi sem maiores confrontos, Barra Cedro e Primavera, porém na última retomada, na Fazenda Fronteira houve um princípio de enfrentamento entre aproximadamente 200 indígenas e 50 produtores rurais, que teria sido controlado pelas equipes policiais. O fato aconteceu no início da tarde.
Agora, por volta das 17 horas deste sábado, foi confirmada a morte de um índio. O MPE-MS (Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul) ainda não está no local, mas disse que acompanha a situação, com o procurador da República, Ricardo Pael Ardenghi.
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29/08/2015 - Índios em pé de Guerra no MS

Aproximadamente 200 pessoas estão em vigília no Sindicato Rural de Antônio João no Estado de MS. A situação é caótica com fazendas sendo invadidas. No distrito do Campestre, pessoas brancas foram tiradas da cidade, indios ameaçam pôr fogo na cidade de Antonio João, estão comprando galões de combustível, produtores em grupo fechando a entrada da cidade e sofrem ameaças de mais invasões esta noite!!!! O caos, o fim da democracia, o fim da nossa Pátria!! Notícias muito ruins no fim desse dia!! O CIMI ( conselho indígena missionário ) está trazendo índios do Paraguai e Bolívia pra fazer as invasões .
Passem a diante, viralizem Olha o q o indios fizeram em Antônio João. O DOF Departamento de Operação de Fronteira está na área para controlar a situação.
vejam as fotos de destruíção:



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28/08/2015 - Centro de Lançamento de Alcântara lança 18º foguete de treinamento básico


O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) lançou, na quinta-feira (27/8), o 18º Foguete de Treinamento Básico (FTB). Além de treinar o efetivo da unidade, o lançamento permitiu obter dados para a qualificação e a certificação do veículo junto ao Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI). O processo faz parte da Operação Falcão I/ 2015, iniciada na última segunda (24/8) no CLA.
O Comandante de Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato, e demais oficiais-generais integrantes do Alto-Comando da Aeronáutica assistiram ao evento como parte da programação de atividades da reunião desses militares realizada em Alcântara (MA). Equipe do CLA no Centro de Controle

Lançado às 11:45 h  (horário de Brasília), o veículo voou por 2 minutos e 44 segundos até a dispersão na área de impacto no Oceano Atlântico, a uma distância de 17 quilômetros do local de lançamento no CLA. Os dados coletados durante o voo apontam para uma trajetória real seguindo próximo da trajetória planejada para o FTB.
“Esse lançamento é extremamente importante para manter a operacionalidade e preparar o CLA para receber, a partir de outubro, o foguete VS-40 SARA Suborbital a ser lançado durante a Operação São Lourenço”, afirma o coordenador geral da Operação Falcão I/ 2015 e Diretor do CLA,  Coronel Cláudio Olany Alencar de Oliveira.

Equipe do CLA no Controle Avan�adoSaiba mais - Os foguetes de treinamento básico e intermediário são fabricados pela indústria nacional e lançados desde 2009 tanto no CLA, quanto no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), localizado em Natal (RN). O objetivo é manter a operacionalidade dos meios técnicos e logísticos e treinar as equipes envolvidas com o lançamento e rastreio, de ambas organizações militares da FAB.
A Operação Falcão I/ 2015, realizada pelo CLA, organização subordinada ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), cumpre ainda as atividades previstas no Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), em coordenação com a Agência Espacial Brasileira (AEB). A Marinha do Brasil (MB) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) também participaram da operação, atuando na interdição do tráfego marítimo e aéreo, respectivamente.
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29/08/2015 - Batida entre carros mata grávida e soldado do Exército na BR-364

Uma terceira vítima também ficou presa nas ferragens e morreu. Segundo PRF, ultrapassagem indevida pode ter sido causa do acidente. Do G1 Ariquemes e Vale do Jamari . Com o impacto, vítimas ficaram presas nas ferragens (Foto: Rede Amazônica Ariquemes/ Reprodução) Com o impacto, vítimas ficaram presas nas ferragens (Foto: Rede Amazônica Ariquemes/ Reprodução) Três pessoas, incluindo um soldado do Exército e uma jovem de 18 anos que estava grávida, morreram em um acidente entre dois carros na noite de sexta-feira (28) no Km 533 da BR-364, em Ariquemes (RO), município do Vale do Jamari. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os veículos colidiram de frente em uma provável ultrapassagem na rodovia. Outras duas pessoas ficaram feridas. No veículo onde estava a jovem grávida havia outros dois passageiros, sendo um homem de 36 anos e um rapaz de 23, que era soldado do Exército. Conforme a PRF, os três ocupantes seguiam da capital Porto Velho para Ji-Paraná (RO), quando na altura do Km 533 colidiram de frente com um carro de passeio que seguia na pista contrária. Com a força da batida, os três ficaram presos nas ferragens e morreram ainda no local. Os ocupantes do outro veículo ficaram feridos e foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros até o Hospital Regional de Ariquemes, onde permanecem em observação. Acidente aconteceu no Km 533 da BR-364 (Foto: Rede Amazônica Ariquemes/ Reprodução) Veículo estava com enxoval de criança, segundo PRF (Foto: Rede Amazônica Ariquemes/ Reprodução) Segundo o Instituto Médico Legal (IML), os corpos devem passar por autópsia durante este sábado (29) e só depois o laudo deve apontar com quantos meses de gestação a jovem estava. Após a autópsia, os corpos devem seguir para a cidade de Ji-Paraná, onde serão sepultados. As causas do acidente devem ser investigadas.

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28/08/2015 - Troca da Bandeira

A troca da Bandeira Nacional irá acontecer na Praça dos Três Poderes, em Brasília, neste domingo (30), às 8h30. A cerimônia que acontece uma vez por mês será comandada, desta vez, pela Marinha do Brasil. O evento faz parte do cronograma de atividades da semana da pátria. Participe!

Foto: Tereza Sobreira/ MD
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28/08/2015 - 2ª Marcha de Caxias

Belo Horizonte percorre Caminho de Caxias na 2ª Marcha Histórica
 
Belo Horizonte – No dia 22 de agosto, o Comando da 4ª Região Militar, em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais e com as prefeituras de Sabará e de Santa Luzia, promoveu a 2ª Marcha Histórica de Caxias, um evento cívico, cultural e militar que tem por objetivo preservar e divulgar o patrimônio histórico e cultural do Exército e dos municípios envolvidos.
 
A Marcha percorreu o mesmo caminho – a antiga rota dos currais dos séculos XVIII e XIX – trilhado pelo Exército Imperial Pacificador, comandado por Caxias há 173 anos, durante a Revolução Liberal de 1842, totalizando um percurso 20 km, de Sabará a Santa Luzia, até o sítio histórico onde ocorreu a batalha final daquela campanha de pacificação.
 
Na edição de 2015, a Marcha focou nos alunos do Curso Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de Belo Horizonte (CPOR/BH), futuros oficiais da reserva, uma oportunidade única para vivenciarem e contextualizarem nossa história e os feitos do nosso Patrono, o Duque de Caxias, preservando e cultivando os valores militares.
 
A atividade, que integrou as comemorações da Semana do Soldado da Guarnição e dos 85 anos de criação do CPOR/BH, contou com a participação do Comandante da 4ª Região Militar, General de Divisão Mario Lucio Alves de Araujo; do Juiz de Direito da 11ª Vara Criminal de Belo Horizonte, Dr Marcos Henrique Caldeira Brant; de comandantes e integrantes das organizações militares da Guarnição; do Presidente da Associação Nacional de Veteranos da Força Expedicionária Brasileira, Sr Marcos Renault; e do Presidente da Associação de Oficiais da Reserva do Exército Brasileiro, Tenente Fernando Castelo Branco; além de outros convidados e familiares.

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28/08/2015 - Soldado do Exército é condenado a 12 anos de reclusão

Soldado do Exército é condenado a 12 anos de reclusão. Ele matou o cabo da Guarda, com um tiro de fuzil.

A Justiça Militar da União condenou, nesta semana, um soldado do Exército a 12 anos de reclusão. Ele atirou e matou um cabo, durante o serviço de guarda, dentro do 21º Grupo de Artilharia de Campanha, em Niterói (RJ). O militar está preso desde o dia do crime, ocorrido em novembro de 2013, e foi processado e julgado na 2ª Auditoria do Rio de Janeiro. A leitura da sentença foi feita nesta quinta-feira (27). 
De acordo com a denúncia do Ministério Público Militar, na manhã do dia 24 de novembro de 2013, o então Soldado do Exército W.Q.G, com 19 anos de idade, estava de serviço no corpo da guarda do quartel, juntamente com a vítima e demais militares.
Em dado momento, pouco tempo depois de assumirem a função, ele pegou um fuzil FAL, calibre 7,62 mm, que acabara de lhe ser entregue por outro militar; andou alguns passos, destravou, apontou para a cabeça do cabo-da-guarda e disparou sem dizer uma única palavra.
Imediatamente, foi imobilizado pelos demais militares e preso em flagrante delito, por homicídio, crime previsto no artigo 205 do Código Penal Militar.
Depoimentos de testemunhas dizem que horas antes de atirar no colega de farda, o réu teria dito a vários militares que “iria matar alguém naquele dia”. Um dos militares que presenciou o crime informou, durante a fase de oitiva de testemunhas, que a vítima se encontrava escrevendo o livro da guarda, de cabeça baixa, “mas quando recebeu o tiro, já estava de cabeça levantada por causa do barulho do golpe. Achei que ele estava bêbado ou sob influência de substância entorpecente, porque não é normal alguém fazer o que ele fez”, disse.

Um segundo soldado que presenciou a ação criminosa disse que um outro militar de serviço foi revistar um carro que chegava ao quartel e entregou o fuzil ao réu. O acusado, após recebê-lo, disse que iria beber água, mas foi em direção ao cabo e deu o tiro. “Ele não disse nada antes do disparo. Depois falou que já tinha feito o que ia fazer e que não ia fazer mais nada com ninguém não. O sargento tomou a arma da mão dele. Nunca fiquei sabendo de qualquer animosidade entre os dois”, contou ele no depoimento.
Já um tenente, que foi comandante de pelotão da vítima e do réu, afirmou em depoimento que o acusado integrava um grupo de soldados que demonstrava “não querer nada da vida, não querer trabalhar, estudar ou outra coisa qualquer. Sempre procurei orientá-lo”.
O oficial também falou da personalidade da vítima. “O cabo era extremamente respeitoso, tímido, fazia aquilo que era mandado; não tinha nenhuma animosidade com o réu, como não tinha com ninguém”, disse.
No depoimento em Juízo, o réu W.Q.G afirmou que a acusação contra ele era verdadeira e que três ou quatros dias antes do ocorrido, ele estava deitado perto de uma churrasqueira na praia, no próprio quartel, quando a vítima se aproximou e encostou seu órgão genital na boca do réu, que acordou na hora. “Disse que aquilo era uma brincadeira de mau gosto. Antes de atirar, não disse para ninguém que faria uma besteira e que mataria alguém”, afirmou.
Julgamento
Em juízo, a defesa do acusado pediu, em sede de preliminar, a nulidade do processo, porque não estava sendo aplicado durante a ação penal o rito do tribunal júri. Arguiu também a nulidade da ação, por incompetência da Justiça Militar da União.

Segundo o advogado, o delito cometido não se encontra relacionado com as funções militares exercidas pelo réu e pela vítima, de modo que não haveria razão para a Justiça Militar processar e julgar o feito.
No mérito, a defesa levantou dúvidas acerca da perfeita imputabilidade do réu e pediu sua absolvição. Segundo a Defensoria Pública, a dúvida teria se instalado a partir dos diversos depoimentos produzidos, nos quais foi mencionado comportamento anormal do réu, com surtos psicóticos, tentativa de suicídio, tratamento psicológico na adolescência e mania de perseguição.
Ao analisar a ação penal, os juízes do Conselho de Justiça Militar, presidido pela juíza-auditora Maria Placidina, não acataram as preliminares arguidas pela defesa e, no mérito, resolveram condenar o réu a 12 anos de reclusão, em regime fechado.
O Conselho fundamentou a sentença informando que a realização do exame de insanidade mental concluiu que o réu não possui doença ou deficiência mental e que, no momento do delito, possuía a capacidade de entender o caráter ilícito do fato e de determinar-se segundo esse entendimento.
Para os juízes, não foi recomendada medicação e inexistia desenvolvimento mental incompleto ou retardado e que houve surpresa, traduzida como traição, o que dificultou e tornou impossível a defesa da vítima.
“Apesar de estar tirando serviço armado, com sua pistola no coldre, estava sentado na mesa de trabalho e não tinha razão para esperar ou suspeitar que seria alvejado pelo disparo de um colega de serviço. O acusado agiu com insídia, pois alegou aos militares da guarda que iria tomar água no bebedouro, com isso distraindo a atenção deles, para não alertá-los e evitar qualquer tipo de contenção”, fundamentaram os juízes.
Da condenação, cabe recurso ao Superior Tribunal Militar, em Brasília.
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28/07/2015 - 7º Regimento de Cavalaria Mecanizado – Desfile Cívico-Militar no Uruguai

Santana do Livramento (RS) – No dia 25 de agosto, o 7º Regimento de Cavalaria Mecanizado participou de desfile cívico-militar em comemoração aos 190 anos da independência da República Oriental do Uruguai, na cidade de Rivera, com a finalidade de prestigiar as comemorações da data significativa para o país vizinho, bem como difundir a imagem do Exército Brasileiro, reforçando vínculos de amizade e cooperação existente entre os Exércitos, que convivem em completa harmonia na Região do Sul do Brasil, conhecida como  “Fronteira da Paz”. 


 
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28/08/2015 - Destacamento de Cruzeiro do Sul apoia operações na região amazônica


  Conheça um pouco do trabalho do Destacamento de Controle de Tráfego Aéreo de Cruzeiro do Sul (DTCEA-CZ), no Acre. No extremo Oeste do Brasil, em meio a Floresta Amazônica, esta é uma das 26 unidades subordinadas ao Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA I), sediado em Manaus (AM), que atuam no monitoramento do tráfego aéreo na região. O órgão apoia operações civis e militares, como o quinto exercício operacional binacional de combate a ilícitos realizado por Brasil e Peru (PERBRA V) ao longo desta semana.
Recentemente, foi concluída a instalação do radar TPS-B34 sobre uma torre de 12 metros de altura, aumentando o alcance de identificação de alvos.
Assista à reportagem:

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27/08/2015 - Nós, do Exército Brasileiro!

Fomos nós, do Exército Brasileiro, que lutamos nos Guararapes contra o invasor holandês, justificados e motivados pelo sentimento de pátria que o amálgama de raças e o amor à terra fazia surgir.
Fomos nós que asseguramos a Independência, que lutamos na Cisplatina e que defendemos a honra, os interesses, a soberania e o patrimônio da Pátria nas guerras e conflitos internos que abalaram, ameaçaram e fixaram nossas fronteiras e asseguraram a unidade nacional.
Fomos nós que, aliados a antigos adversários, fizemos malograr as intenções expansionistas de Solano Lopes.
Somos nós, do Exército Brasileiro, que temos na consciência o peso da participação na derrubada do Império e que conhecemos a responsabilidade que nos cabe na instauração desta República que, até os dias de hoje, envergonha a história política do Brasil.
Fomos nós que lutamos em Canudos, no Contestado e na 1ª Grande Guerra Mundial. Fomos nós que, ao morrermos movidos pelos ideais “tenentistas”, escrevemos a epopeia dos “18 do Forte”
Fomos nós, do Exército Brasileiro, que ajudamos a colocar Getúlio no poder e não o impedimos de implantar o Estado Novo.
Somos os mesmos que, em 35, sofremos na carne a traição e a agressão assassina de comunistas fardados, falsos camaradas, idiotizados pelo internacionalismo vermelho.
Fomos nós que lutamos na Itália e que trouxemos de lá lauréis de bravura e de abnegação que refletem nosso exacerbado amor à  liberdade e à justiça.
Somos os mesmos, os do Exército Brasileiro, que, em MARÇO DE 1964, assumimos a liderança do clamor popular que repudiava a ameaça comunista que, mais uma vez, nos rondava às escâncaras e à sorrelfa, pregando mentiras e preparando o golpe de morte aos valores pelos quais sangráramos em guerras e revoluções.
Fomos nós, do Exército Brasileiro, que lutamos nas matas do Araguaia contra uma guerrilha de lunáticos, preparados por fanáticos da utopia comunista e liderados por falsos profetas que pregavam o ódio e exploravam desigualdades e injustiças que nunca pretenderam ou seriam capazes de corrigir.
Somos os mesmos que,  atônitos, vimos surgir nos grandes centros a ação deletéria, covarde e assassina de terroristas treinados longe da Pátria que, misturados às próprias vítimas, as usavam como escudo e camuflagem. Aprendemos, não sem perdas e sem o sacrifício de pessoas inocentes, a conhecê-los,  a combatê-los e a vencê-los!
Fomos nós que, com o espírito aberto e pacificador de Caxias, assistimos ao retorno dos banidos, dos fugitivos da justiça e dos exilados e que, inocentemente, alimentamos a crença de que, anistiados, voltavam ao convívio e ao aconchego da Pátria para ajudar na construção do Brasil livre, desenvolvido e democrático que o desejo da maioria impunha construir.
Fomos nós, do Exército Brasileiro, que, como Soldados da Paz, arriscamos nossas vidas na África, no Timor Leste e na Bósnia. Fomos nós que, ao levarmos a paz e a solidariedade ao sofrido povo do Haiti, morremos com ele, soterrados no cumprimento do dever.
Fomos nós, do Exército Brasileiro, que conduzimos e executamos as operações que resultaram na retomada de áreas ocupadas por facínoras e traficantes nos complexos de favelas do Rio de Janeiro, devolvendo e assegurando àquelas comunidades os direitos de cidadãos que a covardia, a omissão, os interesses e a conivência de políticos, governantes e até de policiais lhes haviam tirado.
Este rápido, superficial e incompleto passeio pela história de nossos feitos, faz ver que nós, do Exército Brasileiro, desde Guararapes até a “Maré”, carregamos e continuaremos a carregar a herança desses fatos e responsabilidades que não pertencem ao passado ou aos que lá estiveram naqueles momentos, mas a nós todos, soldados de ontem, de hoje e do amanhã, porque é herança de honra, de glória e de responsabilidade!
O que está feito não pode ser mudado e pertence a todos nós.  Não há como apagar a história nem há como fugir à responsabilidade sem deixarmos de ser nós mesmos. Não há ordem ou desconforto, de quem quer que seja, que nos possa fazer esquecer ou ser menos  responsáveis ou orgulhosos dos feitos e fatos que compõem a nossa história, sob pena de termos que abdicar do orgulho de sermos nós, os do Exército Brasileiro!
Gen Bda Paulo Chagas
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27/08/2015 - Exército lança programa de progressão profissional 3P

O Programa de Progressão Profissional (3P) será lançado no sábado, dia 29,às 8h30, pela 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, nas dependências do quartel, durante uma palestra que será proferida pelo general Rui Yutaka Matsuda, comandante da 4ª Brigada aos familiares dos militares incorporados no ano de 2015.
Segundo site Dourados News, o Programa está inserido dentro do Processo de Transformação do Exército Brasileiro e tem por objetivo inovar a forma de gestão de recursos humanos, focada nos cabos e soldados, proporcionando a eles uma qualificação técnica progressiva, uma capacitação para melhor desempenho nas funções militares e um promissor retorno à sociedade.
A Formatura Geral, alusiva ao Dia do Soldado, acontece às 10h, com juramento à Bandeira Nacional e entrega de condecorações militares.
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27/08/2015 - Adjunto de Comando do Exército responde dúvidas sobre o cargo

Nessa edição, o Subtenente Crivelatti fala sobre como é o processo de seleção, a preparação para o cargo, se o militar poderá se nomeado mais de uma vez para a função e se haverá um canal técnico entre os adjuntos nomeados.
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27/08/2015 - Cerimônia de comemoração do Dia do Soldado em BRASÍLIA

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27/08/2015 - Policial Militar que assaltou hotel de trânsito em Manaus tem pena de 5 anos de reclusão mantida

 O Superior Tribunal Militar confirmou a condenação de uma mulher, soldado da Polícia Militar, a cinco anos e quatro meses de reclusão em julgamento nesta terça-feira (25). Ela e três comparsas assaltaram o Hotel de Trânsito de Oficiais, sob administração do Exército, em Manaus (AM). A defesa havia impetrado recurso de Embargos de Declaração contra a decisão anterior, do próprio STM.  
Na ação criminosa, dois ex-militares do Exército e a policial militar assaltaram o hotel e levaram equipamentos eletrônicos. Os acusados teriam também cooptado um adolescente para ajudar no crime, cometido em 2008. 
De acordo com a denúncia, os dois ex-militares e o adolescente entraram no hotel portando armas e anunciaram o roubo. Os militares de serviço no hotel de trânsito reconheceram as vozes dos dois homens, que já haviam trabalhado no local na época em que serviam no Exército. A policial militar permaneceu dentro do carro no estacionamento do hotel.
No julgamento de primeiro grau, a Auditoria de Manaus decidiu condenar os ex-militares a três anos e seis meses de reclusão. A policial militar foi condenada a cinco anos e quatro meses de reclusão, pena confirmada no julgamento da apelação no STM.
Agora, a defesa, em sede de embargos de declaração, argumentou que o Acórdão do STM foi omisso, porque não enfrentou a questão com relação à participação de "menor importância da policial militar". O advogado da ré informou que a regra do artigo 53 do Código Penal Militar diz que a pena é atenuada se a participação do agente é de somenos importância. “É injusto impor a mesma penalidade ao réu que apenas disponibilizou o veículo da fuga, e portanto, não tinha o domínio do fato”, disse o advogado.
Ao analisar o recurso, o ministro Odilson Sampaio Benzi rejeitou o pedido. Segundo o relator, o Acórdão deixou claro que a participação da policial militar foi tão ou mais importante que a dos demais membros do bando, se considerado o fato de que ela, além de ser a mais experiente do grupo, com 39 anos de idade na época, enquanto os comparsas tinham menos de 21 anos, também era policial militar.
“Em outras palavras, o fato de ser maior de idade e trabalhar em função que atua no combate ao crime, sem dúvida alguma, a credencia, naturalmente, a uma posição de destaque entre os comparsas”, disse o magistrado.
O ministro, em seu voto, informou que foi a policial militar quem telefonou para um dos comparsas e o convidou para “dar uma volta”, para depois chamá-lo para participar do assalto; e durante a fuga, teve a atribuição de dar cobertura ao bando, numa eventual blitz da PM.
“Não se pode olvidar de que, segundo a melhor doutrina, existem a autoria intelectual, a autoria propriamente dita ou executória e a coautoria. Dúvidas não há de que, o conjunto probatório constante dos autos nos remete a crer que a conduta da embargante na trama criminosa está mais para quem trilhou o caminho da autoria ou coautoria, do que para quem executou funções secundárias, próprias de um partícipe”, votou o ministro Benzi, mantendo inalterado o Acórdão do STM. 
Por unanimidade, os demais ministros do STM acompanharam o voto do relator e mantiveram a condenação da policial militar. 
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27/08/2015 - Programação do dia do Soldado, encerra hoje em Roraima

Exército Brasileiro em Roraima realiza programação pelo Dia do Soldado Evento cívico-militar ocorreu nesta terça (25), na 1ª Brigada de Infantaria. Atividades se encerram na quinta (27), com uma exposição no shopping. Do G1 RR. Dia do Soldado foi celebrado nesta terça-feira (25) em homenagem ao patrono do exército brasileiro, Duque de Caxias (Foto: Jackson Félix/ G1 RR).   Nesta terça-feira (25) é celebrado o Dia do Soldado e para comemorar a data, o Exército Brasileiro em Roraima preparou uma programação especial com uma série de atividades. Formatura, solenidade cívico-militar, competição esportiva, apresentação da banda de música e exposição estão entre as atividades realizadas. saiba mais Exército em RR traça metas para segurança na fronteira com Venezuela Exército Brasileiro retoma operação 'Curaretinga VI' em fronteiras de RR Operação do Exército Brasileiro prende 4 garimpeiros em Roraima De acordo com o comandante da 1ª Brigada de Infantaria de Selva, general Carlos Alberto Mansur, a data é muito importante, pois relembra o nascimento do patrono do exercito brasileiro, Duque de Caxias. "Estamos vivendo a semana do soldado. Vamos continuar com as atividades, desportivas, culto ecumênico, palestras em escolas de ensino médio e superior, falando sobre o exército brasileiro e formas de ingresso", disse. Além da presença de autoridades como o superintendente da Polícia Federal, comandante da Polícia Militar e comandante da Base Aérea, o evento contou ainda com o comparecimento do ex-combatente do Exército, Sebastião Paulino, que lutou durante a 2ª Guerra Mundial. Questionado sobre o trabalho do Exército, Mansur explicou que a tropa tem como missão preparar o soldado para a defesa da pátria, bem como da faixa de fronteira. "Fazemos um trabalho de polícia para ações preventivas e repressivas. Temos quase 2 mil quilômetros de faixa de fronteira e com isso temos organizações militares dispostas a fazer esse trabalho de vigilância para manter a soberania do país", comentou. A programação alusiva iniciou no domingo (23), com a corrida Duque de Caxias, que levou mais de mil corredores às ruas de Boa Vista. O cronograma de atividades continua até na quinta-feira (27), com uma competição desportiva e apresentações do concerto sinfônico da banda do Exército e uma exposição de material militar no shopping da zona Norte da cidade.

Nota MB:
Conforme sugestão do colaborador do Face: Henrique Dallazem Hansel
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27/08/2015 - Seis militares do Exército foram expulsos

lembra?
Militares do Exército dançam funk com armas nas mãos no DF
Seis militares foram expulsos do Exército depois que gravaram um vídeo no qual aparecem dançando funk fardados e com suas armas nas mãos no Distrito Federal.
Um deles filma enquanto outros cinco engatilham diversas vezes as armas ao som do funk "Muito louco de balinha". As imagens mostram a munição do armamento caindo no chão.
A reportagem do UOL entrou em contato com o Exército, que informou que "esse vídeo foi gravado aproximadamente um ano atrás". A corporação informou que os militares estavam de serviço no Palácio da Alvorada.
"O comando da unidade, ao tomar conhecimento do ocorrido, abriu procedimento administrativo para apurar os fatos e, após conceder o direito da ampla defesa e contraditório, os envolvidos foram excluídos das fileiras do Exército, a bem da disciplina, devido à gravidade de seus atos, de acordo com a legislação vigente", afirmou em nota o Centro de Comunicação Social do Exército.
Os militares atuavam no 1º Regimento de Cavalaria de Guardas, também conhecido como Dragões da Independência, unidade responsável pela guarda e segurança do presidente da República.

Relembre o caso:
conforme publicado por MB dia 14/08/2015 - Enquanto isso no EB
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27/06/2015 - Solenidade do Dia do Soldado, realizada no Comando Militar do Oeste - Campo Grande MS

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27/08/2015 - Brasil e Peru realizam exercício para defesa de área estratégica

Caca A-29 se prepara para decolar de Cruzeiro do Sul  Cb. Junior/Agência Força AéreaÉ a 5ª edição do exercício binacional que treina pilotos e controladores dos dois países no combate a ilícitos. Se a imagem que a maioria dos brasileiros tem do Peru é da Cordilheira dos Andes, o fato é que o país vizinho é muito parecido com o nosso: 60% do território peruano está ocupado pela Floresta Amazônica e tem os mesmos desafios encontrados pelo Brasil. "A gente tem que manter a proteção dessa área e sabemos que existem vários tráfegos ilícitos, a mineração ilegal, o corte ilegal de madeiras. Isso tudo existe nos dois lados", afirma o Coronel Marcondes Fontenelle, militar da Força Aérea Brasileira (FAB), adido aeronáutico do Brasil no Peru.
A declaração foi dada na segunda-feira (25/8) durante a abertura da quinta edição do exercício operacional PERBRA. Até a próxima quinta-feira, pilotos de ambos os países vão treinar procedimentos de interceptação de aeronaves em voos ilícitos, enquanto controladores de tráfego aéreo vão atuar na coordenação dos centros de defesa aérea dos dois países.
"Esse exercício combinado entre as forças aéreas do Brasil e do Peru é muito importante, sobretudo na parte operacional, para que os pilotos troquem experiências e estejam preparados para combaterem ilícitos e, neste caso, para combater o narcotráfico", afirmou o Coronel Américo Gonzales, da Força Aérea do Peru.
Cel Fontenelle durante abertura da PERBRA  enente Humberto/Agência Força AéreaA comitiva peruana desembarcou na cidade de Cruzeiro do Sul (AC) a bordo de um avião de transporte C-27J Spartan. Até a próxima quinta, um avião TC-690 da Força Aérea do Peru também deve realizar pousos no aeroporto da cidade brasileira. Por outro lado, aviões C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira se deslocam diariamente para a cidade peruana de Pucallpa.
Acordo internacional
A PERBRA é resultado de um Acordo de Cooperação Mútua assinado entre os Governos da República Federativa do Brasil e da República do Peru, em 14 de dezembro de 1999, em Lima – Peru. A Operação Aérea Combinada ratifica este acordo e visa estabelecer procedimentos específicos de coordenação voltados para a defesa aérea na região.
A operação insere-se em um planejamento maior de treinamentos que inclui a execução de outros exercícios da mesma natureza com outros países da América do Sul. Além das quatro edições anteriores da PERBRA, em 2002, 2006, 2008 e 2010, a Força Aérea Brasileira também já realizou operações com a Argentina (PRATA), Bolívia (BOLBRA), Colômbia (COLBRA), Paraguai (PARBRA) e Venezuela (VENBRA).
O Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA) é responsável pelo planejamento, coordenação e supervisão dessas operações. Durante a operação, o COMDABRA utiliza os sistemas de detecção e de telecomunicações do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro em coordenação com seu órgão homólogo na Força Aérea do Peru (FAP).
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27/08/2015 - Aeroclube de Pirassununga recebe demonstração da Esquadrilha da Fumaça

No próximo sábado, dia 29 de agosto, a Esquadrilha da Fumaça fará uma nova demonstração aérea em Pirassununga, no Aeroclube da cidade. O evento faz alusão aos aniversários de 73 anos do Aeroclube, comemorado no dia 22 de setembro; e de Pirassununga, no dia 6 de agosto. A apresentação do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA) irá ocorrer a partir das 16h. A entrada é franca.
Para um dos diretores do Aeroclube, Thiago Sabino, “a confirmação da Fumaça em nosso aniversário é sensacional. É um prestígio muito grande da Força Aérea Brasileira para nosso Aeroclube, uma vez que esta ainda será uma das primeiras apresentações do Esquadrão com as novas aeronaves A-29 Super Tucano”. O evento, que se inicia às 9h, terá outras atrações, como sobrevoo de aeronaves T-27 Tucano da Academia da Força Aérea, exposição de carros de combate do 13º Regimento de Cavalaria Mecanizado do Exército e exibição de carros e aeronaves antigas.
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25/08/2015 - Brasil e Suécia assinaram hoje contrato caças Gripen NG

Brasil e Suécia assinaram na manhã de hoje contrato de financiamento que permitirá a aquisição e o desenvolvimento dos caças suecos Gripen NG. Esta é a etapa final para o início da fabricação dos novos caças. 

Com a presença do embaixador do Brasil em Londres, Roberto Jaguaribe, e de representantes da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e da agência sueca de crédito à exportação (Swedish Export Credit Corporation-SEK), Brasil e Suécia assinaram nesta terça-feira (25), o contrato de financiamento que permitirá a aquisição e o desenvolvimento dos caças suecos Gripen NG. É a etapa final para o início da fabricação dos novos caças.
A assinatura é resultado das negociações entre Brasil e Suécia, que culminaram em julho, com a redução das taxas de juros do contrato intermediada pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner.
A formalização do contrato financeiro foi realizada na manhã de hoje (25), na sede da Embaixada do Brasil em Londres.
A definição do local foi acordada pelos dois países, uma vez que o contrato de financiamento será regido pela lei inglesa, de modo a garantir a imparcialidade do acordo.
O ministro Jaques Wagner ressaltou a importância dessa etapa do projeto, depois de um longo processo entre os países, iniciado em dezembro de 2013. “A assinatura do contrato financeiro do Gripen NG é de fundamental importância já que encerra a fase negocial e inicia a fase de execução do contrato comercial, com aquisição e desenvolvimentos dos caças, concretizando, assim, uma aliança estratégica entre Brasil e Suécia”, destacou.
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25/08/2015 - Parabéns a Todos Os Soldados

Hoje, 25 de agosto, comemora-se o Dia do Soldado. O #MinistériodaDefesa parabeniza a todos que dedicam sua vida ao Exército Brasileiro.

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25/08/2015 - Somos Todos Soldados

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24/08/2015 - Melancólico dia do Soldado Brasileiro

 
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24/08/2015 - Soldado Breno foi enterrado na tarde desta segunda, no Cemitério Municipal


Soldado morre após disparo de arma

Breno Luiz Teixeira, 19 anos, morreu com um tiro de fuzil enquanto ocupava o posto de sentinela na tarde de ontem
Por Sandra Zanella. Sebastião Teixeira Lima mostra a foto do filho morto ( Foto: Olavo Prazeres/24-08-15).
Às vésperas do Dia do Soldado, comemorado nesta terça-feira (25), o Exército registrou mais um caso de jovem morto com tiro dentro de quartel na cidade, em cumprimento do serviço militar obrigatório. Na tarde de domingo (23), Breno Luiz Teixeira, 19 anos, estava em um posto de sentinela no 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve (GAC), no Bairro Nova Era, Zona Norte, quando foi alvejado por um disparo de fuzil, que teria entrado por baixo de seu queixo. A família do recruta, que sonhava em ser policial militar ou engenheiro, questiona as circunstâncias da morte, ainda não esclarecidas pelo Exército. Para o pai, Sebastião Teixeira Lima, 46, apenas o fato de o filho manusear uma arma de guerra, como o fuzil, já é “errado”: “Não podemos julgar, mas só quero justiça. Esse já é o terceiro caso em Juiz de Fora. Acho que o treinamento tem que ser mais humano. Meu filho falava que não podia dormir, nem piscar o olho, que era punido”, desabafou. Em nota emitida pela assessoria de comunicação da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Montanha), a corporação confirmou o óbito do “soldado do efetivo variável” no 4º GAC. “O falecimento do referido soldado ocorreu no posto de sentinela, por volta de 14h30, decorrente de um tiro de fuzil”, diz o comunicado.
Breno teria sido atingido pelo disparo da própria arma que portava, enquanto exercia o trabalho de soldado armado, guardando um posto. “A Perícia do Exército realizada no local verificou fortes indícios de suicídio”, informou a assessoria, acrescentando que foi instaurado um Inquérito Policial Militar (IPM) para averiguar o fato. A Força Armada ainda garantiu ter providenciado uma equipe, composta por médico e psicólogo, “para prestar atendimentos aos familiares do militar falecido”.
Sebastião contou que o recruta, morador do Bairro Milho Branco, na Zona Norte, entrou no serviço militar no começo deste ano, há cerca de seis meses. O jovem completou 19 anos no último dia 15, e o pai revelou que ele preferia ter seguido com os estudos no ensino médio do Colégio de Aplicação João XXIII. “Ele não queria servir, mas serviu e falou que iria ficar lá até vencer o prazo.” Sebastião contou que a tragédia aconteceu no dia que o soldado teria sofrido mudança repentina no horário de serviço. “Ele iria trabalhar de manhã, mas mudaram o horário dele para a parte da tarde, e aconteceu isso.”
Apesar de o óbito ter ocorrido por volta das 14h30, como informou o Exército em nota, o pai disse só ter sido informado sobre a morte de Breno por volta das 18h. “Eles (militares) foram na casa da mãe dele e me ligaram. Nem acreditei, achei que fosse pegadinha, porque andam fazendo isso. Falei: ‘não brinca com isso, não brinca com coisa séria’. Mas era verdade”, lamentou. “Falaram que houve um acidente, e ele não resistiu. Só isso.” Vivendo separado da mãe de Breno há cerca de dois anos, Sebastião contou que a mulher morava com o jovem e está muito abalada. “Ela está arrasada. Era nosso único filho.”

Breno foi enterrado na tarde desta segunda, no Cemitério Municipal
 (Foto: Leonardo Costa/24-08-15)

Pai diz que filho fazia muitos planos

O pai do soldado Breno Luiz Teixeira, 19 anos, morto com um tiro de fuzil na tarde de domingo, durante serviço de sentinela no 4º GAC, não acredita na hipótese de suicídio, apontada pelo Exército. “Ele era muito alegre, cheio de vida, tinha saúde e fazia muitos planos. Quero que a morte dele seja apurada, porque esse não é o primeiro caso”, disse Sebastião Teixeira Lima. Ele acredita que há “exagero” e “rigor” desnecessários no treinamento militar. “Não estamos em uma guerra.”
Sebastião lastimou o fato de a vida de Breno ter sido interrompida de maneira tão brusca e violenta. “Ele estudava no melhor colégio e sempre demos força para ele ser alguém na vida, já que não conseguimos”, disse o pai, que já trabalhou como cobrador de ônibus e motorista. “Ele só parou com os estudos para ir para o Exército, mas ia voltar. Aí, infelizmente, aconteceu isso com ele.” O jovem contava ao pai que o fuzil era pesado e difícil de manusear. “Eles (soldados) não têm preparo para lidar com isso.”
O corpo do recruta passou por necropsia no Instituto Médico Legal (IML) na manhã de ontem. Procurada pela Tribuna, a mãe do rapaz estava amparada por militares e preferiu não comentar a morte do filho. O jovem foi velado e sepultado no Cemitério Municipal na tarde de ontem. O enterro, às 16h30, foi acompanhado por dezenas de militares. “Não queria ver meu filho nessa situação, mas não quero que acabe assim, quero saber o que aconteceu”, finalizou o pai.

Terceira morte
O óbito de Breno foi a terceira morte de soldado atingido por tiro dentro de um quartel de Juiz de Fora em um período de menos de três anos. “Já foram três famílias sofrendo. São meninos que vão para lá para ter um objetivo de vida, para lutar pelo país e acabam morrendo. Acho isso injusto”, disse Jeane Barbosa, amiga da família de Breno.
O recruta morreu pouco mais de um ano depois de Rodrigo Luís de Paula Souza, 19, ter sido atingido no tórax por um tiro de fuzil automático leve, na 4ª Brigada de Infantaria Leve (Montanha), no Mariano Procópio. No dia 18 do mês passado, quando a tragédia completou um ano, a vítima foi homenageada pelo Exército, que colocou seu nome na sala da instrução da Companhia de Comando da unidade, onde o rapaz era lotado. Rodrigo morreu depois de ser atingido por um tiro acidental disparado por um colega, quando ocorria a troca de turno no corpo da guarda.
Já em janeiro de 2013, o recruta Jonathan Loures Rodrigues, 19, foi alvejado por um tiro de fuzil na cabeça, quando encerrava o turno de sentinela nas dependências do 4º Depósito de Suprimentos (4º D Sup), no Bairro Barbosa Lage, Zona Norte. Ele estava acompanhado de outro soldado, 19, que portava a arma de onde partiu o tiro. tribunademinas
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24/08/2015 - Brasil e Alemanha inauguram Torre Alta da Amazônia de 325 metros

Estrutura é a maior da América Latina. O Observatório de Torre Alta da Amazônia, de 325 metros, permitirá, por exemplo, monitorar efeitos das mudanças climáticas na floresta.
por Ascom do MCTI
Crédito: Ascom/MCTI
Foi inaugurado, neste sábado (22), o Observatório de Torre Alta da Amazônia (Atto, na sigla em inglês), estrutura de 325 metros que ampliará o campo de pesquisa e o entendimento da interação entre a biosfera e a atmosfera. A torre foi instalada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã, entre os municípios de São Sebastião do Uatamã (AM) e Itapiranga (AM), a cerca de 150 quilômetros, em linha reta, de Manaus.
A Torre Alta é resultado da parceria científica entre Brasil e Alemanha, implementada por meio do Instituto Nacional da Amazônia (Inpa/MCTI), da Universidade Estadual do Amazonas (UEA) e dos institutos alemães Max Planck de Química e de Biogeoquímica. Nesta sexta-feira (21), os coordenadores do projeto Antonio Manzi e Jürgen Kesselmeier apresentaram detalhes do projeto científico ao ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, e ao ministro conselheiro da Embaixada da Alemanha no Brasil, Claudius Fischbach.
O Observatório permitirá a análise de mudanças e modelos climáticos na floresta amazônica, além de monitorar os componentes da atmosfera relevantes às mudanças climáticas. Serão estudadas, por exemplo, as trocas de massa e energia que ocorrem entre o solo, a copa das árvores e o ar acima delas.
O ministro Aldo ressaltou a importância da Torre Alta estar instalada na Amazônia. "Essa região é um constante desafio para o Brasil. O primeiro deles é a preservação dessa gigantesca área do nosso território", avaliou. "A Torre Alta ficará situada na maior floresta tropical continua do planeta. A grande capacidade dela recolher, no estado mais puro, as informações e os indicadores da relação entre a floresta e o clima é um colosso para a ciência."
Segundo Aldo Rebelo, Brasil e Alemanha podem fazer dessa experiência um momento de "celebração e reafirmação" da aposta na cooperação como algo "promissor e benéfico para os dois países e para mundo". Nesta quinta-feira (20), Brasil e Alemanha firmaram cinco acordos bilaterais para estimular a cooperação, entre eles o que garante a continuidade da parceria em torno do Atto.
A estrutura de investigação científica vai gerar conhecimento inédito sobre o papel do ecossistema amazônico no contexto das mudanças climáticas globais. Segundo Antonio Manzi, coordenador do projeto Atto pelo Inpa, será possível aprimorar os modelos que fazem previsão de tempo e clima. "Os resultados obtidos fornecerão um grande avanço na representação das florestas tropicais em modelos de sistemas meteorológicos e da Terra para gerar previsões de tempo e cenários muito mais precisos sobre o clima", explica.
Estimada em R$ 26 milhões, sendo R$13 milhões aportados pelo governo brasileiro, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), e R$ 13 milhões pelo governo alemão, a Torre Alta emitirá os dados coletados para 15 instituições científicas e tecnológicas e universidades do País. A Universidade Estadual do Amazonas (UEA) também foi parceira da iniciaitiva. Foram destinados R$ 2 milhões para restaurar a estrada do rio Uatumã até o sítio do projeto.
"Comparada a outros empreendimentos científicos e tecnológicos, os investimentos no Observatório de Torre Alta da Amazônia são pequenos", destacou o coordenador do projeto Atto pela Sociedade Max Planck, Jürgen Kesselmeier. "Estou ansioso pelas informações e resultados que iremos gerar. Buscamos entender adequadamente o papel que a floresta desempenha na formação de partículas de aerossol e, portanto, a formação de nuvens."
Para o ministro conselheiro da Embaixada da Alemanha no Brasil, Claudius Fischbach, o Atto é o reflexo das duas principais esferas de cooperação entre Brasil e Alemanha. "Os dois países tem parcerias importantes nos campos de ciência e tecnologia e proteção climática. A Torre Alta prova que estamos em busca das questões que vão moldar a vida nos próximos séculos", disse.
Neste sábado (22), será realizada a cerimônia de inauguração da Torre Alta. Participarão, além dos ministros Aldo Rebelo e Claudius Fishbach, pesquisadores brasileiros e alemães.
Relevância global
Devido a extensão da Amazônia, maior floresta tropical relativamente homogênea do mundo, os processos climáticos e atmosféricos do ecossistema têm a capacidade de influir nos ciclos climáticos e atmosféricos de outras regiões do planeta. Deste modo, os processos e ciclos da floresta têm despertado o interesse de cientistas e pesquisadores de todo o mundo.
O principal questionamento que os pesquisadores da Atto pretendem responder é como a Amazônia influencia os processos de interação biosfera-atmosfera e as mudanças do clima e os efeitos desses fatores no ecossistema da região. O diretor do Inpa, Luiz Renato de França, classificou a Torre Alta como um "empreendimento da humanidade". "A grandeza deste projeto é maior que os 325 metros da torre de pesquisa. O fato que vale ressaltar é a quantidade e a qualidade dos estudos científicos inéditos que teremos sobre a Amazônia".
Para o vice-presidente da Sociedade Max Planck, Ferdi Schüth, a Torre Alta atingirá um marco na pesquisa do sistema da Terra. "Todos os dados que estamos gerando com esta nova torre de medição estão sendo incorporados a modelos para predizer o desenvolvimento do clima.. Algumas respostas para problemas locais se encontram em outras regiões do mundo", disse.
Também participaram do ato o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI, Jailson Andrade, a senadora Vanessa Grazziotim (PCdoB – AM), o secretário executivo de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Planejamento, Ciência e Tecnologia do Amazonas, Estevão Monteiro de Paula, o reitor da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), Cleinaldo de Almeida Costa, a reitora da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Raimunda Nonata Monteiro, entre outras autoridades.
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24/08/2015 - 4º GAC, Morte de soldado em quartel de Juiz de Fora será investigada

 Jovem de 19 anos foi encontrado morto com um tiro de fuzil no domingo (23). Assessoria do Exército informou que presta apoio aos familiares. Do G1 Zona da Mata. Um soldado de 19 anos foi encontrado morto com um tiro de fuzil no quartel do 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve (GAC), no Bairro Nova Era, em Juiz de Fora, na tarde deste domingo (23). A assessoria da 4ª Brigada de Infantaria Leve do Exército informou que ele estava no posto do sentinela. De acordo com a assessoria, foi instaurado um Inquérito Policial Militar (IPM) para averiguar o fato. Segundo o pai do jovem, Sebastião Teixeira Lima, a família quer entender o que ocorreu com o rapaz, que servia o Exército há cerca de seis meses. “A gente ainda não sabe direito o que houve. Era para ele trabalhar na parte da manhã, mas trocaram o turno para tarde. Só fiquei sabendo que ele foi atingido por um tiro. Eu nem acreditei quando recebi a ligação dizendo que houve um acidente e que meu filho não resistiu”, disse ao G1. A perícia do Exército verificou indícios de suicídio, no entanto as circunstâncias da morte ainda serão apuradas. O corpo está no Instituto Médico Legal (IML), aguardando a liberação após os trabalhos de necropsia. Por enquanto, a família não tem previsão sobre o velório e sepultamento. O Exército ainda informou que providenciou uma equipe composta por médico e psicólogo para prestar atendimentos aos familiares do militar falecido.
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24/08/2015 - DIA DO SOLDADO - POR UM PAÍS MELHOR HD

Clube Militar
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