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30/01/2016 - Polícia apreende menores suspeitos de terem assassinado soldado do Exército

A Polícia Civil do Distrito Federal apreendeu dois menores, na tarde desta sexta-feira (29/1), suspeitos de terem assassinado o soldado do Exército Diego Pereira de Jesus Assis, 20 anos, durante uma tentativa de assalto a um ônibus na última quarta-feira (27/1). Os adolescentes foram apreendidos por agentes da 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria), mas foram encaminhados para a DCA (Delegacia da Criança e do Adolescente).

Diego foi baleado na cabeça na BR-040, próximo ao monumento do Chifrudo, em Santa Maria, quando voltava para casa no Jardim Ingá, bairro de Luziânia. Segundo o motorista, os dois suspeitos armados entraram no ônibus na parada do Sítio do Gama e anunciaram o assalto logo em seguida. Alguns passageiros teriam reagido e um dos assaltantes disparou a arma. O militar foi enterrado nesta manhã no cemitério de Luziânia. bruno Lima CB.
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29/01/2016 - Após morte de soldado do Exército, manifestantes fecham BR-040

Diego Pereira de Jesus Assis, 20 anos, foi baleado na cabeça durante tentativa de assalto em ônibus.
Cerca de 500 pessoas fecham os dois sentidos da BR-040, no Km 3, próximo ao Valparaíso, neste momento em protesto contra a falta de segurança no transporte público. A manifestação começou por volta de 11h30 desta quinta-feira (28) por parte de funcionários da empresa de ônibus G20. No entanto, moradores da região se juntaram ao protesto.

De acordo com uma das organizadoras do protesto, Danúbia Gonçalves de Abreu, os assaltos estão cada vez mais constantes nas linhas que cobrem as cidades do Entorno. “O motivo principal do protesto é insegurança que sentimos dentro dos ônibus. Todos os dias somos ameaçados por bandidos ou por transporte pirata”, diz. Os manifestantes exigem a presença da Agencia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e de uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para negociar ações de segurança mais efetivas na região.
Números da Secretaria de Segurança Pública do DF dão conta de que os assaltos a ônibus aumentaram 136% em comparação ao mesmo período de 2015. A PRF informou que há um trabalho de ronda e fiscalização na BR-040, mas assume que assaltos são comuns na rodovia. Uma equipe de policiais monitora a manifestação e negocia com manifestantes a liberação de uma parte da pista.

Violência
O assassinato do soldado do exército, Diego Pereira de Jesus Assis, na tarde de quarta-feira (27/01), foi a gota d’água para o estopim do protesto. Diego voltava para casa, no Jardim Ingá, em um ônibus da empresa G20, quando foi alvejado com um tiro na cabeça por dois assaltantes. Testemunhas contaram que o rapaz tentou reagir ao assalto e houve luta corporal entre o soldado e os bandidos.

O corpo de Diego aguarda liberação do Instituto Médico Legal. A previsão é de que o velório aconteça na noite desta quinta-feira e o enterro na manhã de sexta-feira (29/01). correiobrasiliense.


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27/01/2016 - Preso soldado do Exército suspeito de desviar armamentos em SP

Armas e munições das Forças Armadas iam para facção, segundo polícia.
Ele foi detido em sua casa; cinco armas foram apreendidas, afirma Denarc.

Do G1 São Paulo. Um soldado do Exército suspeito de desviar armas e munições para uma facção criminosa foi preso, na manhã desta quarta-feira (27), na casa dele, na Rua Serrana Fluminense, em Jardim Peri Alto, na Zona Norte de São Paulo, informou a Polícia Civil. Cinco armas e diversas munições foram apreendidas, disse a corporação.

De acordo com a polícia, o suspeito trabalhava no Hospital Militar, de onde estaria desviando armas e munições pertencentes às Forças Armadas. Na casa do soldado, foram apreendidos duas pistolas, dois revólveres e um fuzil, segundo a polícia. Apenas um dos revólveres não tinha sua numeração raspada.

Ainda segundo a corporação, foram também encontrados cinco celulares, um uniforme do Exército Brasileiro, uma agenda que teria manuscritos sobre o crime, carregadores de pistolas e três caixas de munições da Força Aérea Brasileira. A prisão foi feita em cumprimento a uma ordem judicial pedida pelo próprio Denarc, que investigou o caso.
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21/01/2016 - Justiça Militar condena mulher a um mês de detenção por uso indevido de uniforme do Exército

A Justiça Militar Federal em Santa Maria (RS) condenou uma mulher, acusada de usar indevidamente uniforme das Forças Armadas.
Ela foi denunciada pelo Ministério Público Militar pelo crime previsto no artigo 172 do Código Penal Militar (CPM) e condenada a um mês de detenção.
De acordo com esse artigo do CPM, é crime militar usar, indevidamente, uniforme, distintivo ou insígnia militar a que não tenha direito.  A pena é de detenção de até seis meses.
A denúncia dos promotores informou que no dia 9 de setembro de 2013, a acusada transitava em via pública, no centro da cidade de Santa Maria (RS), trajando uniforme do Exército Brasileiro.
O fato de o uniforme estar incompleto e em desalinho com o regulamento chamou a atenção de um capitão do Exército que passava pelo local. Ao ser abordada pelo capitão, a denunciada não atendeu ao chamado e apressou o passo, mas caiu logo em seguida.
Nesse momento, ela foi imobilizada pelo militar, que passou a interrogá-la. Esse fato ocorreu em uma praça da cidade, motivo pelo qual chamou a atenção dos passantes e fez com que logo se formasse uma aglomeração de pessoas.
Em suas alegações finais, o Ministério Público Militar afirmou que o crime em tela é de mera conduta, ou seja, não se exige uma finalidade especial do agente, bastando a materialidade do fato. Também destacou que a autoria restou comprovada e finalmente, pugnou pela condenação da ré.
Por sua vez, a defesa, atribuída ao defensor público federal, pugnou pela absolvição da mulher. Em síntese, alegou que para a caracterização da conduta prevista no artigo 172 do CPM não basta o uso indevido do uniforme, mas que é necessária a intenção de tirar proveito próprio ou causar prejuízo a terceiro, o que para a defesa, não ocorreu.
Além do mais, o defensor público suscitou a figura do chamado “erro de tipo essencial”, que é quando ocorre a falta de plena consciência por parte do agente da natureza delitiva da ação. Destacou, também, que o tipo penal em comento encontra-se no Capítulo VI do Título II do diploma substantivo e que, em regra, esses crimes são propriamente militares.
Em seu voto, o juiz-auditor Celso Celidonio ressaltou que para a caracterização desse tipo penal há necessidade de que a ação praticada gere efeitos, ou seja, não basta o simples uso do uniforme, sendo necessário observar-se alguma intenção, que seria o dolo genérico exigido.
Destacou, que no caso concreto, a denunciada passava-se por militar, ludibriando outras pessoas, tendo inclusive participado, em outra oportunidade, de uma solenidade militar vestindo uniforme.
Dessa forma, concluiu o magistrado, a ré demonstrou claramente sua intenção de utilizar o uniforme do Exército para se fazer passar por militar e assim ludibriar outras pessoas. Finalmente, votou pela procedência da ação para condená-la pelo crime de uso indevido de uniforme, fixando a pena base no mínimo legal de um mês de detenção, a qual se tornou definitiva por não haver circunstâncias que a modificassem.
O voto do juiz-auditor foi acompanhado pela totalidade dos demais integrantes do Conselho Permanente de Justiça.
Foi concedido à ré o direito do eventual cumprimento da pena em regime aberto, ressalvado o direito de recorrer em liberdade, bem como a concessão da suspensão condicional da execução da pena mediante condições especiais, pelo prazo mínimo de dois anos.
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20/01/2016 - Goyaz no sesquicentenário da Guerra do Paraguai


O maior conflito armado internacional na América do Sul durante o século XIX
POR Bento Fleury


No dia 20 de janeiro de 1866, há exatos 150 anos, do Largo do Chafariz, na velha Vila Boa de Goiás, hoje cidade de Goiás, partia o Batalhão dos Voluntários da Pátria, composto por militares, civis e muitos escravos, com o destino à luta no campo de batalha em Mato Grosso e no Paraguai. Um dia triste com sentidas lágrimas, despedidas e separações, na maioria para todo o sempre! Tantos tombaram nas batalhas, pela fome ou pelas enfermidades. Poucos voltaram; tantos mutilados e enlouquecidos pelas misérias vistas!
Há 150 anos ocorria a Guerra do Paraguai, maior conflito armado internacional que aconteceu na América do Sul durante o século XIX. Foi, também, alcunhada de “Guerra da Tríplice Aliança”, na Argentina e Uruguai e “Grande Guerra”, no Paraguai. O fato é que as rivalidades platinas e a formação de Estados Nacionais deflagraram o conflito que foi profundamente nefasto ao Paraguai; que destruiu por completo a sua economia e que dizimou grande parte de sua população.
Por seis anos durou o conflito, de 1864 a 1870, terminando com a morte do ditador Francisco Solano López em Cerro Corá e a vitória brasileira.
A gênese do conflito esteve arraigada no Paraguai que, desde sua independência, os seus governantes o afastaram os conflitos armados na região Platina. Mas, com a subida de Solano López ao poder, o país saiu de seu isolamento.
Assim, em 1864, o Brasil estava envolvido em um conflito armado com o Uruguai; havia deposto Atanásio Aguirre por meio da organização de suas tropas. O governo uruguaio era líder do Partido Blanco e aliado de Solano. Essa investida do Brasil contrariou os interesses políticos e bélicos do Paraguai.
Em contrapartida, como retaliação, Solano López aprisionou o navio brasileiro “Marquês de Olinda” no porto de Assunção e, na sequência, atacou a cidade de Dourados, na Província de Mato Grosso. Esse foi o ponto inicial da Guerra. Nesse navio estava o Presidente da Província de Mato Grosso, Frederico de Campos, que nunca mais chegou a Cuiabá, morrendo como prisioneiro dos paraguaios.
Iniciado o ano de 1865, o Paraguai realizou várias incursões armadas no território da Argentina, com o objetivo único de atacar o Rio Grande do Sul. No intuito de frear as intenções do ditador paraguaio, o Brasil, a Argentina e o Uruguai firmaram um acordo militar denominado “Tríplice Aliança”.
Nesse tempo, anterior à Guerra, o Paraguai era uma potência política, social e econômica, independente, inclusive, das nações europeias; o que contrariava em muito as pretensões expansionistas inglesas e por esse motivo, no sentido de dominar também o Para- guai, a Inglaterra se colocou a favor dos países da Tríplice Aliança, emprestando dinheiro para o conflito e apoio militar.
Os ingleses objetivavam enfraquecer o Paraguai e torná-lo dependente assim como os demais da América do Sul. Após a Guerra, o Paraguai estava completamente destruído economicamente e nunca mais reconquistou a glória passada.
Na verdade, Solano López foi muito ousado no sentido de suas pretensões. Queria ele novos territórios e uma saída para o mar por meio do domínio do Rio Prata; o que libertaria seu país das tarifas alfandegárias cobradas pelo porto de Buenos Aires. Mas não imaginou que tudo se precipitaria contra ele e seu país, com a destruição total de sua economia mais tarde.
Outros estudiosos afirmam que Solano López reagiu como precaução, imaginando que, após atacar o Uruguai, o Brasil também voltaria seu ataque ao Paraguai. Ele sentiu-se ameaçado e reagiu, mesmo com uma atitude suicida de tamanha proporção. Houve falta de diplomacia e traquejo para solucionar o impasse nos gabinetes e nos acordos. Agindo por impulso, quase passional em relação à pátria, López precipitou tudo e se atirou na batalha. As consequências foram nefastas.
Já outros afirmam que a culpa brasileira foi atacar o Uruguai e, com esse ato, ameaçar o Paraguai. O Uruguai, para alguns estudiosos, não oferecia nenhum risco para o Brasil e que a luta ocorreu apenas para defesa de terra de alguns estancieiros gaúchos, na fronteira. Não era uma guerra de interesse nacional. Há muitas controvérsias e versões sobre os verdadeiros culpados pela Guerra do Paraguai, tão fatídica e cruel.
Para muitos estudiosos, o Brasil sentia-se fortalecido e apostava numa guerra rápida e vitoriosa. O mesmo pensamento tinha López, apostando na investida no território de Mato Grosso que era imenso e desprotegido. Houve erro de ambos os lados.
A Guerra se estendeu mais do que o esperado. Um dos motivos foi o território da guerra, imenso, vasto, desconhecido, inóspito, no chão do Pantanal, assim como o espírito patriótico do soldado paraguaio, disposto a tudo para proteger o seu país. Daí a agressividade dos conflitos com a morte de milhares de inocentes e, também, escravos envolvidos.
Mas, as baixas maiores se deram no Paraguai. Segundo o censo da época, 90% da população masculina paraguaia maior de vinte anos foi dizimada; não só pelo efeito bélico, mas também com a fome e pestes.
Outro fator relevante na Guerra do Paraguai foi o uso dos escravos como soldados. A maioria destes, no exército brasileiro, era composta por negros, mulatos e mestiços. O exército na época não aceitava em sua corporação o escravo. Estes, então, eram libertos para lutar na Guerra, sem nenhum preparo. A famosa Guarda Nacional não tinha soldados brancos suficientes. Muitos negros foram enviados para a Guerra no lugar dos brancos.

Quartel do 20, no Largo do Chafariz, na cidade de Goiás, de onde saíram, há 150 anos, os membros do Batalhão dos Voluntários da Pátria
Quartel do 20, no Largo do Chafariz, na cidade de Goiás, de onde saíram, há 150 anos, os membros do Batalhão dos Voluntários da Pátria
Mapa dos recrutas enviados à Guerra, em 1867, pelo presidente da Província de Goiás
Mapa dos recrutas enviados à Guerra, em 1867, pelo presidente da Província de Goiás

Augusto de Leverger, o Barão de Melgaço, que evitou a destruição de Cuiabá pelos paraguaios
Augusto de Leverger, o Barão de Melgaço, que evitou a destruição de Cuiabá pelos paraguaios

Documento original de 1866 com a relação dos membros do Batalhão dos Voluntários da Pátria; muitos dos quais foram para nunca mais voltar. Arquivo de Bento Fleury
Documento de 1867 do Governo Imperial, destacando sobre a Guerra do Paraguai, assinado pelo Barão de Miritiba

Documento de 1867 do Governo Imperial, destacando sobre a Guerra do Paraguai, assinado pelo Barão de Miritiba
Documento do presidente da Província de Goyaz convidando a população para uma celebração religiosa na Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte pelo fim da Guerra do Paraguai, em 1870

Documento do presidente da Província de Goyaz convidando a população para uma celebração religiosa na Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte pelo fim da Guerra do Paraguai, em 1870
Documento original de 1866 com a relação dos membros do Batalhão dos Voluntários da Pátria; muitos dos quais foram para nunca mais voltar. Arquivo de Bento Fleury

Discurso do imperador Dom Pedro II sobre as vitórias brasileiras no Paraguai. Documento impresso e enviado a todas as províncias
Discurso do imperador Dom Pedro II sobre as vitórias brasileiras no Paraguai. Documento impresso e enviado a todas as províncias

Solano López como ditador tinha poder coercitivo e incitava o povo a lutar a qualquer custo. Foi uma carnificina incalculável.
Todos esses fatos dividem a opinião dos historiadores até hoje. Cerca de duzentas mil vidas foram ceifadas por conta do conflito que já teve várias versões e vários lados analisados em diferentes livros e documentários.
Houve momentos na história, notadamente na década de 1970, que uma reviravolta impulsionou os estudos sobre a Guerra. Pesquisadores de esquerda passaram a interpretar os fatos sob a ótica marxista e inverteram os papéis. Até então, estudava-se a Guerra colocando o Brasil e o Império em atitudes heroicas em seu tempo e, nesse ínterim, López foi recolocado na histórica como um visionário, paladino do progresso social na América do Sul. O Brasil passou a ser o vilão que perpetrou o genocídio.
Passado esse momento da influência marxista na pesquisa sobre a Guerra, em que colocou Solano López como um mártir anti-imperialista, novos historiadores têm desmistificado ambos os lados e colocado a cada um o seu papel de culpa. O consenso é de que a Guerra foi um momento decisivo na história do continente e que os reais motivos foram muito mais regionais, impulsionados pela intromissão inglesa.
Na versão moderna, houve erro estratégico do alto comando militar brasileiro em prolongar excessivamente o conflito além do necessário; o que insuflou a perda de milhares de vidas. Muito se mostra sobre as vacilações do Almirante Tamandaré e o Conde d’Eu durante os conflitos; o que desmente, também, o excesso de heroísmo visto nos estudos anteriores. Erros táticos também causaram muitas baixas entre civis. Havia muitas deserções e saques também do lado brasileiro. A diferença é que a ofensiva paraguaia era mais acirrada. Os soldados de López, aguerridos, iam dispostos a tudo, incitados pela ira do ditador.
A Guerra passou por diversas fases nos seis longos anos em que durou. A primeira fase, de 1864 a 1865, a iniciativa esteve com os paraguaios que invadiram Mato Grosso, Corrientes e o Rio Grande do Sul. Havia, assim, dois teatros para a operação paraguaia na fronteira.
A Província de Mato Grosso, imensa e desguarnecida, foi a que mais sofreu inicialmente com os ataques das tropas paraguaias. Houve ofensiva de dez navios paraguaios, comandados pelo coronel Vicente Barros que, subindo o rio Paraguai, atacou o Forte de Coimbra sob o comando do coronel Hermenegildo de Albuquerque Porto Carrero. Desguarnecidos, os brasileiros que sobreviveram fugiram rio acima com destino a Corumbá. A ofensiva paraguaia seguiu em marcha e atacou as cidades de Albuquerque e Corumbá.
Simultaneamente, a segunda coluna paraguaia comandada pelo coronel Francisco Isidoro Resquin, penetrou por terra e invadiu Dourados, onde encontraram forte resistência do coronel Antônio João Ribeiro. Atacaram, na sequência, Nioaque e Miranda e depois Coxim, em abril de 1865.
Essa tropa paraguaia só não alcançou Cuiabá por conta da fortificação do acampamento do Barão de Melgaço, comandado por Augusto de Leverger; o que evitou a total destruição da capital de Mato Grosso e a morte de centenas de cuiabanos. Da mesma forma ocorreram ataques no sul, via Argentina, com forte resistência brasileira.
A primeira reação de defesa brasileira foi enviar a expedição de combate aos invasores em Mato Grosso, saindo de Uberaba, na Província de Minas Gerais com um contingente de 27.800 homens, comandados por Manuel Pedro Drago. Esses bravos soldados, em grande maioria escravos, marcharam a pé mais de dois mil quilômetros até Coxim, que eles já encontraram abandonada e seguiram até Miranda, também desfeita. Nesse momento, assume o comando o coronel Carlos de Moraes Camisão, mas a corporação já estava reduzida a 1680 homens!
Mesmo com esse contingente reduzido, doente, esfomeado e despreparado, resolveu atacar em Laguna. Foram perseguidos pela cavalaria paraguaia e foi obrigado a recuar. Tal fato foi alcunhado de “A retirada da Laguna”, título de um dos livros do Visconde de Taunay. A região de Corumbá ficou sob o comando paraguaio até 1868, debalde todos os esforços dos brasileiros.
A tropa e os recursos bélicos paraguaios eram muito superiores ao do Brasil, Argentina e Uruguai. Solano López possuía cerca de 60 mil homens e uma esquadra de 23 vapores e cinco navios bem equipados, além de cerca de 400 canhões e muita munição.
O Brasil inferior nesse quesito, com a Guarda Nacional menor e menos preparada, composta em maioria por escravos libertos às pressas, recorreu ao que se chamou de “Batalhão dos Voluntários da Pátria”, inicialmente oriundos de cidadãos com sentimento patriótico e, depois, recrutados à força, em grande maioria escravos forçados a seguir para o campo de batalha.
A Batalha Naval de Riachuelo foi uma das marcas brasileiras na Guerra. Ocorreu em 11 de junho de 1865, no rio Paraná, em que o general Barroso derrotou a esquadra paraguaia. Tal fato mudou os rumos da Guerra e os recursos táticos de ofensiva. No Rio Grande do Sul, também, houve forte ataque por terra e ainda no Rio Uruguai. Foram tomadas as cidades de São Borja, Itaqui e Uruguaiana.
Nesta cidade esteve o próprio Imperador Dom Pedro II no cerco aos paraguaios, onde estavam os presidentes da Argentina, Bartolomé Mitre e do Uru-guai, Venâncio Flores, além de líderes militares como o Almirante Tamandaré. Nesse impasse houve rendição paraguaia mediante acordo.
A partir de então, Solano López concentra sua ofensiva em Humaitá, onde houve forte represália brasileira, sob o comando do general Osório e rendição dos paraguaios em 18 de setembro de 1865. Sob seu comando, no ano seguinte, iniciaram a invasão ao Para- guai, via Rio Paraná e se instalaram em Passo da Pátria, onde interrompeu o avanço dos inimigos, seguida da Batalha de Tuiuti, a mais sangrenta, em 24 de maio de 1866, que deixou um saldo de dez mil mortos. Em Curupaiti, meses depois, houve forte combate, com vitória paraguaia, em que morreram cinco mil homens em poucas horas, entre argentinos e brasileiros.
Em 1866, general Osório foi substituído pelo Duque de Caxias que encontrou o exército estagnado em Tuiuti, dizimado por epidemias. A primeira providência do novo líder, entre 1866 e 1867, foi organizar o corpo de saúde para assistência aos soldados acometidos de cólera. Só em julho de 1867 iniciaram a ofensiva e, em 1868, ocorreu a passagem de Humaitá, em que a esquadra brasileira forçou a travessia da posição fortificada paraguaia sob forte bombardeio. Tal fato levou também ao bombardeio de Assunção, mas o cerco a Humaitá não durou longo tempo.
Por terra foi vencida por Caxias e sua tropa a Batalha de Itororó, sobre a ponte do mesmo nome, em 1868, e o exército seguiu em marcha e aniquilou na Batalha de Avaí, as duas divisões paraguaias. Assim, o Brasil tomava Lomas Valentinas, escorraçando Solano López e acreditava, dessa forma, na vitória brasileira. Como tática militar, Caxias utilizou dois balões para observações das fortificações inimigas, comandados pelo engenheiro militar Conrado Niemeyer.
Solano López não desistiu, debalde o pedido de rendição. Refugiou-se em Cerro León. Assunção já havia sido tomada pelos brasileiros em 1869, sob o comando de Hermes Ernesto da Fonseca. Caxias, adoecido, passou o comando ao Conde d’Eu, que dirigiu a fase final dos combates e operações militares no Paraguai.
Em 1869, a Tríplice Aliança organizou um governo provisório em Assunção. Solano López refez um pequeno exército numa aldeia interiorana, composta até por crianças! Seguiram-se várias batalhas com vitória brasileira até que foram dizimadas. O que se seguiu depois foi uma caça ao ditador para matá-lo. Ele havia se embrenhado no mato com cerca de trezentos homens.
O último acampamento paraguaio foi surpreendido pelo exército brasileiro sob o comando de José Antônio Correia da Câmara em 1] de março de 1870 em Cerro Corá, onde Solano López foi ferido por lança e depois baleado e morto. Seguiu-se atos de covardia do exército brasileiro na matança de civis, incendiando ranchos; matando feridos e doentes do lado paraguaio. Era com muito sangue o fim da Guerra. Em 20 de junho de 1870, Brasil e Paraguai assinavam um tratado de paz.
Goiás, geograficamente ligado a Mato Grosso, teve importante participação e auxílio na Guerra, pelo envio de contingente humano e víveres. O primeiro contingente enviado por Goiás para auxílio era composto por um batalhão de caçadores, um esquadrão de cavalaria e uma companhia de voluntários. Em 24 de agosto de 1865 saíram da Província de Goiás, seguindo para Coxim. Em 18 de julho do mesmo ano partira o esquadrão de Cavalaria, diretamente da cidade de Goiás, sob o comando de Joaquim Mendes Guimarães.
No ano seguinte, a 20 de janeiro de 1866, há exatos 150 anos, partia da cidade de Goiás para o confronto em Mato Grosso, o Batalhão dos Voluntários da Pátria, sob o comando do coronel José Joaquim de Carvalho, seguindo para Miranda e Apa. Muito sofreram no pantanal com doenças, fome e privações.
Somente em 1867 as tropas goianas seguiram para Nioac, no Paraguai, sob o comando do coronel Carlos Camisão e mesmo a pé, conseguiu fazer fugir o inimigo a tiros de artilharia. O Batalhão do 20, goiano, foi o primeiro a pisar o solo paraguaio e ali hasteou o pavilhão nacional. Daí em diante tomou o Forte de Bela Vista, mas a tropa já estava reduzida a 1700 praças; muitos mortos em combate outros pela epidemia de varíola e deserções.
O batalhão goiano participou a Retirada da Laguna, comandada pelo capitão dos Voluntários da Pátria, Vicente Miguel da Silva, de Bonfim de Goiás. Porém, sofreram grandes baixas com o ataque inimigo a seguir, fazendo-os recuar ao território brasileiro, premidos pela fome, cólera e o atear de fogo dos paraguaios nas matas adjacentes.
Goiás, também, teve decisiva participação no envio de víveres ao campo de batalha, auxiliando a Guarda Nacional na luta contra a fome que dizimava grande parte dos praças. Os principais víveres enviados foram farinha, arroz limpo, feijão, toucinho, carne seca, fumo, rapaduras, sacos de algodão e bruacas.
Foram recrutados nas diversas vilas e arraiais, muitos escravos e civis para incorporarem ao Batalhão dos Voluntários da Pátria. A cidade que enviou maior contingente foi Santa Cruz de Goiás, 29; assim como Santa Luzia, 28. Até mesmo a capital enviou 20, e outras vilas como Curralinho, 20; Vaivém, 20; Corumbá, 24; Bonfim, 28; Dores do Rio Verde, 20; Jaraguá, 22; Morrinhos, 28; Formosa, 24; Meia Ponte, 28, além de outras.
Assim, muitos goianos, escravos, negros, mulatos, eram enviados para o confronto sem a mínima condição de preparo bélico. Iam ao encontro da morte por fome, doenças ou na batalha; sem meios de retrocesso ou negativa. Goiás perdeu muitos homens nessa guerra; pobres homens sem destino. Também, teve militares notáveis que se destacaram, mas o saldo é sempre negativo.
Uma guerra é sempre triste, fatídica, cruel. Há 150 anos no território brasileiro e paraguaio houve muita morte, destruição e sofrimento. Ela deixou um rastro de dor, miséria, exclusão, dívidas e orfandade. Sobre essa guerra e seus reflexos em Goiás há uma bela narrativa histórica no romance “Sombras em marcha”, de Rosarita Fleury, que relata, em minúcias, todo esse sofrimento por meio de uma saborosa prosa historiográfica.
Também, há importante trabalho de pesquisa intitulado “A participação de Goiás na Guerra do Paraguai” (1864-1870), escrito pela historiadora Zildete Inácio de Oliveira Martins; que foi publicado pela Editora da UFG em 1983.
No relembrar do sesquicentenário da partida do Batalhão dos Voluntários da Pátria da cidade de Goiás para Mato Grosso, nossas homenagens aos escravos humildes que foram enviados, aos anônimos e aos reconhecidos que nunca mais voltaram. A eles, nossa lembrança e gratidão.

(Bento Alves Araújo Jayme Fleury Curado, graduado em Literatura e Linguística pela UFG,  pós-graduado em Literatura Comparada pela UFG, mestre em Literatura e Linguística pela UFG, mestre em Geografia pela UFG, doutor em Geografia pela UFG – bentofleury@hotmail.com)- diariodamanha (dm).
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19/01/2016 - Acidente entre ônibus e carro mata três soldados e fere três pessoas

Batida aconteceu na PR-412, em Guaratuba, no litoral, nesta terça (19).
Segundo a PRE, o automóvel bateu de frente com o ônibus.
Guaratuba (PR)  - Um acidente entre um ônibus e um carro deixou três pessoas mortas e outras três feridas na PR-412, em Guaratuba, no litoral do Paraná, por volta das 14h desta terça-feira (19), de acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE). Os três mortos eram soldados do Exército e moravam na cidade, conforme a polícia.
Inicialmente, a PRE havia informado que o estado de saúde dos três feridos era grave, mas, logo depois, corrigiu a informação – os ferimentos deles foram moderados.
Segundo a PRE, o automóvel, um Gol com placas de Pomerode (SC), bateu de frente com o ônibus e foi arrastado por 170 metros. A polícia ainda não sabia informar a causa do acidente.
Os três mortos estavam no carro, e os três feridos são ocupantes do ônibus, de acordo com a PRE.
O ônibus é da empresa Expresso Maringá, que afirma estar prestando suporte a todos os passageiros. "O motorista do coletivo trafegava normalmente pela rodovia quando foi atingido pelo carro de passeio que, segundo informações preliminares, invadiu a pista contrária para fazer uma ultrapassagem irregular", diz um trecho da nota da empresa. O veículo saiu de Guaratuba às 13h30 e seguia para Curitiba.
Conforme a PRE, 33 pessoas estavam dentro do ônibus. Outro veículo da empresa foi até o local para buscar os passageiros. A rodovia precisou ser parcialmente inteditada por causa do acidente, com desvio por uma estrada vicinal.
G1
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18/01/2016 - Justiça Militar em Santa Maria (RS) condena ex-soldado do Exército a 12 anos de reclusão

O Conselho Permanente de Justiça da 3ª Auditoria da 3ª CJM condenou, por unanimidade, na última quinta-feira (14), um ex-soldado do Exército à pena de 12 anos de reclusão.
O militar foi denunciado pelo Ministério Público Militar, em novembro de 2014, pelo crime de homicídio qualificado - por motivo fútil, por emprego de recurso que tornou impossível a defesa da vítima e prevalecendo-se da situação de estar em serviço.
Segundo a acusação, durante a troca da Guarda do 3º Grupo de Artilharia de Campanha Auto Propulsado – Regimento Malett, sediado na cidade de Santa Maria (RS), o acusado realizava uma “brincadeira” no interior do alojamento, quando disparou seu fuzil calibre 7.62 mm (Fuzil Automático Leve - FAL), atingindo a cabeça de seu colega R. L. R, causando-lhe a morte imediata.
Em dezembro de 2014, o denunciado foi interrogado pelo Conselho de Justiça e confirmou, em parte, os fatos narrados na denúncia. Disse que foi o autor do disparo que acertou a cabeça de seu colega, porém, afirmou que não teve intenção de matá-lo. Ele disse que o fato teria sido um acidente, uma vez que não percebeu que o seu fuzil estava alimentado no momento em que deu o “golpe de segurança”.
No julgamento, o promotor retirou as qualificadoras apresentadas na denúncia, indicando que os argumentos do acusado não se sustentaram durante a instrução do processo. No entanto, pediu a condenação do acusado por homicídio simples, praticado com dolo eventual, que é quando o agente sabe do risco de causar o dano e não se importa com o resultado.
Por sua vez, o Defensor Público Federal, encarregado pela defesa do acusado, discordou da conclusão dada ao caso pela promotoria. Na tese defensiva, pediu a condenação por homicídio culposo, afirmando ter havido “culpa consciente”. Para a defesa, o réu e vítima eram amigos e, apesar da ação irresponsável, o acusado importava-se com a vida de seu colega.
Após a fase de debates orais, o juiz-auditor, Celso Celidonio, relatou o processo e proferiu seu voto. Para o magistrado, as provas juntadas aos autos não deixaram dúvidas acerca da autoria e materialidade dos fatos, restando controvertido apenas o elemento subjetivo do tipo penal. Explicou que o que define a diferenciação das figuras do dolo eventual e da culpa consciente são pequenos “interruptores”, que só são perceptíveis com o desenrolar da instrução processual.
O magistrado concluiu que o fato de o acusado conhecer seu armamento e ter habilidades para manuseá-lo foi fundamental para a caracterização do dolo eventual, pois, segundo ele, o réu infringiu diversas normas de segurança ao apontar o armamento para os colegas, além de ter realizado por três oportunidades o procedimento de carregamento do fuzil (golpe de segurança).
Na fase da fixação da pena base, ele considerou as circunstâncias judiciais da razoabilidade e da proporcionalidade, restando a mesma fixada em nove anos de reclusão.
Quanto às agravantes suscitadas pelo Ministério Público, o juiz-auditor acatou as de motivo fútil e estando o agente de serviço, negou o pedido quanto à alínea “m” do Código de Processo Penal Militar (com emprego de arma, material ou instrumento de serviço, para esse fim procurado) por entender ser incompatível com o dolo eventual.
Também considerou uma causa atenuante por ser o réu, a época dos fatos, menor de 21 anos.
Finalmente, após a compensação, restou uma agravante, e por não haver causas especiais de aumento ou redução de pena, a mesma foi agravada em 1/3, restando definitiva em 12 (doze) anos de reclusão.
O voto do juiz-auditor foi acompanhado integralmente pela totalidade dos demais membros do Conselho. STM.
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17/01/2016 - Soldado do Exército é preso por roubo de veículos e porte de munição restrita, diz SSP-AM


Suspeito estava sendo investigado há 15 dias, após denúncia. Segundo secretário, soldado vendia carros em site de compras na internet.
 
Veículo modelo Voyage pode ter sido roubado em outubro de 2015, segundo secretaria. Foto: Divulgação/SSP-AM.
Manaus - Policiais da Secretaria Executiva-Adjunta de Operações, da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), prenderam, por volta das 11h deste sábado (16), o soldado do Exército, Ivanildo Souza, 23, pelos crimes de porte de munição de uso restrito e receptação dolosa.
Segundo o secretário-executivo-adjunto de Operações, Orlando Amaral, Ivanildo estava sendo investigado, há 15 dias, após denúncias recebidas, pela SSP-AM, de que o rapaz teria na casa dele carros roubados. Ivanildo foi preso na residência dele, no bairro Aliança com Deus, zona norte da capital.
“Verificamos que o Ivanildo vende carros em um site de compras na internet. Na casa dele apreendemos um veículo modelo Voyage, que consta no sistema ter sido roubado em outubro de 2015. Esse veículo, inclusive, estava com a placa de outro veículo que também é roubado. Ele pode ser considerado um receptador”, contou.
Além do veículo, a equipe policial apreendeu, na casa do soldado, munições de uso exclusivo do Exército e um carregador. Ivanildo foi conduzido ao 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP), também na zona norte de Manaus. portal@d24am.com
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11/01/2016 - Estado e Exército inauguram Colégio Militar em Belém

Será inaugurado nesta terça-feira, 12, dentro da programação do aniversário de 400 anos de Belém, o Colégio Militar de Belém (CMBEL). O colégio será o 13º estabelecimento de ensino do Sistema Colégio Militar do Brasil (SCMB), que atende a 15 mil jovens em todo o País. A implantação do projeto que vinha sendo discutida desde 2011, foi formalizada em agosto do ano passado, após um protocolo de intenções assinado, entre o governador Simão Jatene e o general de Exército Oswaldo Ferreira, comandante do Comando Militar do Norte (CMN). O projeto de instalação do CMBEL também teve a parceria da Prefeitura Municipal de Belém e articulação do senador Flexa Ribeiro.
Para o governador, o Colégio Militar traz mais que um projeto pedagógico para Belém. “Esse colégio ajuda também a formar uma sociedade com valores e princípios. Trazer essa instituição para Belém é realizar um sonho, ela é uma escola de referência e com muita demanda de vários estados. Tivemos que ir algumas vezes a Brasília no comando do Exército para fazer dar certo. Mas tenho certeza que, se não fosse o esforço de muitos envolvidos, não realizaríamos esse sonho”, declarou.
A sede do colégio será no prédio centenário que abrigava a Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA), na avenida Almirante Barroso. O colégio atenderá, a princípio, 120 jovens, filhos de civis e militares, selecionados para o 6º ano do Ensino Fundamental.
A proposta pedagógica do CMBEL seguirá a do Sistema Colégio Militar do Brasil, única em âmbito nacional, o que garante a excelência, por estar consolidada nos demais estados da Federação. O modelo adotado é o moderno ensino por competências, oferecendo ferramentas para que o aluno possa resolver situações da vida real, tendo como base a experiência adquirida desde 1889, quando foi criado o primeiro Colégio Militar do Brasil, no Rio de Janeiro, também denominado “Casa de Thomaz Coelho”.
O CMBEL será inserido no contexto educacional paraense, e terá por base os valores éticos e morais, os costumes e as tradições cultuados pelo Exército Brasileiro.
Com informações da Assessoria de Comunicação do Exército
Bruna Campos -paranoticias - Secretaria de Estado de Comunicação
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11/01/2016 - Encontrado o corpo de cabo do Exército desaparecido em balneário no RS

11/01/2016 - Encontrado o corpo de cabo do Exército desaparecido em balneário no RS

Salto do Jacuí (RS) - O corpo do cabo do Exército Pablo Schanez Garcez, 22, foi encontrado por volta das 13 horas desta segunda-feira (11) . O militar do 29º GAC AP de Cruz Alta, estava desaparecido desde a tarde de ontem, quando caiu nas águas do alagado do Passo Real, no interior do município.
O corpo foi encontrado por uma equipe de busca formada por bombeiros de Cruz Alta e militares do 29º GAC AP.
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10/01/2016 - Cabo do Exército desaparece em balneário no RS

Bombeiros fazem buscas de jovem desaparecido no Passo Real. Salto do Jacuí (RS) - Na tarde deste domingo, 10 de janeiro, foi registrado um desaparecimento no Passo Real. As informações preliminares dão conta de que Pablo Schanez Garcez, 22, Cabo do 29º GAC de Cruz Alta, saiu com amigos para conhecer uma pequena ilha do local e, na metade do caminho, decidiu voltar ao ponto de partida quando caiu na lagoa. Os amigos ainda tentaram socorrer o jovem, porém não obtiveram êxito e o perderam de vista nas águas do alagado do Passo Real. 
A Brigada Militar de Salto do Jacuí foi informada do fato e se deslocou junto de um Bombeiro que participa da Operação Golfinho no Balneário. Devido a diviculdade de localização, a Corporação de Cruz Alta foi chamada e realiza as buscas com os Sgtos Paula e Vargas, do Corpo de Bombeiros. As buscas reiniciam na manhã desta segunda-feira (11). 
Informações da Brigada Militar de Salto do Jacuí.
Bianca Conrad-Rádio Geração FM
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06/01/2016 - BRABAT 23 realiza a entrega da Base do Porto aos haitianos

Porto Príncipe (Haiti) – No dia 30 de dezembro, o 23º Contingente do Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT 23) entregou, para o Governo Haitiano, a Base do Porto, uma das instalações militares ocupadas pelo contingente brasileiro. A desmobilização faz parte do cronograma estabelecido para o Componente Militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), visando ao término das operações no país. A remoção de equipamentos e de materiais foi conduzida pelo Centro Conjunto de Operações Logísticas da MINUSTAH, que elogiou a preparação e a conservação do local.

Conheça um pouco da história da Base do Porto

Localizada ao sul da capital haitiana, a Base do Porto ficou sob os cuidados dos contingentes brasileiros no Haiti por cinco anos, depois da saída de integrantes do Exército Americano acampados na área.

Em janeiro de 2010, logo após o terremoto que assolou o país caribenho, esse ponto estratégico foi ocupado por integrantes da 82ª Divisão Aerotransportada do Exército dos Estados Unidos, que ali permaneceram por várias semanas. Desse ponto, os soldados americanos partiam para o cumprimento de missões humanitárias e de segurança em toda a capital, Porto Príncipe. Fonte: BRABAT 23

Fonte:BRABAT 23
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05/01/2016 - Militar tem celular de mais de R$ 1 mil furtado dentro de quartel do Exército

 Aparelho e documentos pessoais estavam em armário que fica no alojamento. Um militar de 24 anos informou à Polícia Civil de Aquidauana, 143 quilômetros de Campo Grande, que fora furtado dentro do 9º Batalhão de Engenharia e Combate. Levaram do rapaz um celular avaliado em mais de R$ 1,1 mil, além de documentos pessoais como Identidade Militar e um cartão de banco.
A vítima não soube precisar o horário do crime. Segundo relatou ao delegado Antônio Souza Ribas Júnior, ele dormiu no alojamento do 9º Batalhão de Engenharia e Combate, que fica em Aquidauana, na noite de segunda-feira (4).
O celular e os documentos foram deixados em um armário ao lado da cama onde dormia. Quando acordou nesta terça-feira (5), tudo tinha sido levado. Rodolfo César -correiodoestado
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04/01/2016 - Preso com armas, acusado de tentativa de estupro alega ser ex-oficial do Exército

Um suposto ex-oficial do Exército Brasileiro foi preso com armas e munições após uma denúncia de tentativa de estupro contra uma adolescente de 15 anos. A prisão em flagrante ocorreu na residência de José Carlos Nonato dos Santos Coelho, 55 anos, localizada na cidade de São Miguel dos Campos.
Com ele os policiais encontraram armas de grosso calibre e equipamentos.  A denúncia de tentativa de estupro foi feita pela vítima e sua mãe, que procuraram a delegacia do município.
A adolescente bastante transtornada revelou que estava em casa dormindo na companhia do irmão de 5 anos, quando foi abordada pelo acusado com uma faca no pescoço, obrigando ela ir até a sala, onde a mandou tirar a roupa, beijar ele, fazer carícias.
Ela também contou que José Carlos portava uma arma e que a todo tempo a ameaçava, apontado a arma para sua cabeça. No momento do abuso, a mãe da adolescente se encontrava no trabalho. A vítima contou ainda que José Carlos retornou mais duas vezes na residência para tentar abusá-la, sempre com uma arma ameaçando, caso ela reagisse.
José Carlos é conhecido da mãe da vítima, segundo ela, ele alugou a casa onde reside atualmente com os filhos. Após o relato, o delgado com o apoio de uma equipe do Pelopes efetuou a prisão do acusado em flagrante.
Os policiais encontraram na casa do acusado além da pistola calibre .40 utilizada no crime, um fuzil com laser acoplado, várias munições de calibre .44 e .40, uma luneta de longo alcance, binóculo infra vermelho com visão noturna, três carregadores de pistola, uma mira a laser e coldres.
Ao ser indagado como existia todo esse arsenal em sua posse, o acusado alegou ser um ex-oficial do Exército. O delegado Oldemburgo disse que essa informação será averiguada, mas que ele não possuía nenhuma autorização para estar com essas armas de uso restrito e que será autuado por porte ilegal.
Após a prisão, José Carlos foi encaminhado para a 6º DRP, juntamente com o material apreendido, onde está sendo autuado.  O delegado acredita que com a divulgação da imagem do acusado outras vítimas poderão comparecer a delegacia para identifica-lo.
*Com assessoria cadaminuto
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04/01/2016 - Soldado do Exército é preso pela Polícia Militar em Santarém

acusado de vários roubos na cidade.

Após 3 roubos, sendo 2 a postos de combustível e 1 a uma farmácia, a Polícia Militar conseguiu prender um dos suspeitos.
Pela parte da tarde de hoje, 03/01, foi feito a detenção do soldado do 8°BEC Marcos Azevedo de Oliveira que,  a princípio, foi identificado por duas vitimas como o condutor da moto usada nos roubos.
Ainda segundo as vítimas, os autores foram 2 indivíduos em uma moto Titan de cor vermelha mas de numeral não identificado, sendo que um deles é alto, magro, moreno, perna torta e dentuço. Tal descrição coincidia com as características do vulgo "perninha", filho de "perna", seu pai cumpre pena no CRASHM.
Durante o depoimento do militar, seu pai, Sandro Marcos Viana de Oliveira, estava presente e quando perguntado se sabia de algo a respeito do roubo efetuado por seu filho, disse o seguinte: que seu filho estava em casa na Nova Republica, quando o indivíduo conhecido por "Perninha" apareceu e o convidou para sair de moto, isso por volta das 11hs. Mas, quando foi por volta das 17 horas, foi surpreendido com a presença da Polícia em sua casa perguntando pelo filho e informando que as vítimas o haviam identificado como o piloto da moto que realizou os roubos. De acordo com o depoimento de Marcos, o mesmo apenas pilotou a moto e não participou do assalto. predadorblospot.
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03/01/2016 - Gen Santos Cruz passa o Cmdo no Congo

O militar brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz chefiou o efetivo de quase 20 mil integrantes da força de paz na nação africana nos últimos dois anos e meio. Anteriormente, ele serviu como comandante das tropas da ONU no Haiti entre 2006 e 2009. O general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz durante missão próximo a Goma, cidade retomada pela ONU na República Democrática do Congo (RDC). Foto MONUSCO/Sylvain Liechti O general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz durante missão próximo a Goma, cidade retomada pela ONU na República Democrática do Congo (RDC). Foto MONUSCO/Sylvain Liechti O general sul-africano Derick Mbuyiselo Mgwebi, foi o escolhido para substituir o general brasileiro Carlo Alberto dos Santos Cruz no comando das tropas da Missão da ONU de Estabilização na República Democrática do Congo (MONUSCO). Santos Cruz se despede após dois anos e meio de atuação no país. Anteriormente, o general serviu como comandante das tropas no Haiti, entre 2006 e 2009. Mgwebi conta com mais de 35 anos de experiência nacional e internacional, inclusive como comandante das tropas da ONU na missão do Burundi, entre 2007 e 2001. A MONUSCO conta com quase 20 mil efetivos no país e tem o mandato de usar todos os meios necessários para proteger os civis, as equipes humanitárias e os defensores de direitos humanos de qualquer ameaça ou violência física, além de prestar apoio ao governo na estabilização e esforços da paz. Grande parte do país sofreu com violência sectária por décadas, apesar do conflito agora estar limitado ao leste do país.
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01/01/2016 - Soldado do Exército atropela e mata mulher no RS

Atropelamento com morte em Santiago
Condutor do Golf estava embriagado e em alta velocidade
Santiago (RS) - O Delegado de Polícia João Carlos Brum Vaz, responsável pela Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Santiago nesse feriadão de Ano Novo, autuou em flagrante Paulo Sadi Lemes Ajala Junior, de 19 anos, por Homicídio Doloso na modalidade do dolo eventual (quando se assume o risco da morte, mesmo sem intenção de cometer o crime), após ouvir testemunhas do atropelamento na Rua Pinheiro Machado, no Centro de Santiago, na manhã desta sexta-feira, 1, que causou a morte da empregada doméstica Graciéli Silva da Silva, de 34 anos.
No Auto de Prisão em Flagrante, consta o depoimento de dois jovens, maiores de idade, que pegaram carona com Paulo no Posto Pôr do Sol para irem embora após a Festa de Réveillon na AABB. Os dois declararam que o acusado havia bebido a noite inteira e demonstrou estar totalmente embriagado, tendo, inclusive, vomitado no Posto de Combustíveis antes de entrar em seu carro, um Golf branco.
Os passageiros do Golf relataram que Paulo ingressou em alta velocidade na Rua Bento Gonçalves em direção ao Posto Shell. Duas quadras após o Posto, o condutor, ainda em alta velocidade, dobrou à esquerda para ter acesso a Rua Pinheiro Machado em direção ao Centro da cidade, quando, logo após passar pela Rua Treze de Maio, perdeu o controle do carro, bateu na traseira de um Ford Focus, atravessou a pista e atropelou Graciéli Silva da Silva que foi arremessada para cima de uma árvore e caiu, posteriormente, no capô de um Celta estacionado. Graciéli morreu na hora.
Após o acidente, o condutor fugiu a pé, mas foi preso pela Brigada Militar, minutos depois, em sua casa. Ele se negou a fazer o bafômetro. Após o registro da ocorrência, por ser militar, o acusado foi conduzido pela Polícia do Exército para prisão em uma das unidades militares de Santiago.
O velório e sepultamento de Graciéli ocorrem na localidade de Cerca de Pedras, no interior de Santiago. O corpo foi liberado para os familiares no meio da tarde.
 Conforme informações da Delegacia de Pronto Atendimento (DPPA) do município, Graciele Silva da Silva, caminhava na Rua Pinheiro Machado, no Centro da cidade, com o marido quando foi atingida por um Volkswagen Golf.

O automóvel primeiro bateu em Volkswagen Fox e, devido a colisão, o Golf acabou perdendo o controle e atingiu Graciele. Ela chegou a ser encaminhada para o Hospital de Caridade de Santiago (HSC), mas não resistiu aos ferimentos e morreu na casa de saúde, segundo a Polícia Civil.

O Golf era conduzido por um soldado recruta do 9º Batalhão Logístico do Exército, de 19 anos. O homem fugiu do local do acidente, mas foi localizado em casa por agentes da Brigada Militar. Ele foi levado para a delegacia e preso em flagrante por homicídio doloso enquanto dirigia um automóvel. O caso será investigado pela Delegacia de Polícia de Trânsito de Santa Rosa.
Fotos do acidente: Júlio Barcelos/Santiago News.BLOG RAFAEL NEMITZ
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Papo Verde Oliva

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